PARTE 8
A QUARTA PÁSCOA; A PAIXÃO DE NOSSO SENHOR; E OS EVENTOS QUE ACOMPANHAM ATÉ O FIM DO SÁBADO JUDAICO.
◈ TEMPO: Dois dias. (33 d.C.)
§ 133. A refeição da Páscoa. Contenda entre os Doze.
◈ Data: Noite. Introduzindo o Sexto Dia da Semana, 15 de Nisã. – 33 d.C.
◈ Hora: Entre 18h e 19h.
◈ Local: Jerusalém.
JERUSALÉM.

No quinto dia da semana (14 de Nisã), Jesus combinou de compartilhar a refeição da Páscoa com seus discípulos em um cenáculo, tradicionalmente considerado localizado no bairro essênio de Jerusalém. Depois do por do sol, iniciando o sexto dia da semana (15 de Nisã) Jesus se sentou para jantar com os doze discípulos. Depois de terminarem a refeição, foram ao Jardim do Getsêmani, onde Jesus se reunia frequentemente com seus discípulos. Ali Judas Iscariotes, um dos discípulos de Jesus, o traiu aos soldados enviados pelo Sumo Sacerdote, e eles levaram Jesus para a residência do Sumo Sacerdote. Pela manhã, os principais sacerdotes e mestres da lei levaram Jesus a julgamento e o consideraram culpado de blasfêmia. O concílio enviou Jesus para ser julgado por traição perante o governador romano Pôncio Pilatos, que residia no Pretório enquanto estava em Jerusalém. O Pretório provavelmente estava localizado na antiga residência de Herodes, o Grande, que havia morrido 30 anos antes. Quando Pilatos soube que Jesus era da Galileia, enviou-o a Herodes Antipas, que tinha jurisdição sobre a Galileia. Mas quando Jesus não respondeu às muitas perguntas de Herodes, Herodes e os seus soldados enviaram-no de volta a Pilatos, que cedeu às exigências do povo para que Jesus fosse crucificado. Jesus foi forçado a carregar sua cruz para fora do portão da cidade até o Gólgota, que significa Colina da Caveira, referindo-se ao que pode ter sido uma pequena colina não explorada no meio de uma antiga pedreira do lado de fora do portão. Depois que Jesus não conseguiu mais carregar sua cruz, um homem chamado Simão, de Cirene, foi forçado a carregá-la para ele. Lá no Gólgota eles crucificaram Jesus. Depois que Jesus morreu, seu corpo foi retirado às pressas antes do anoitecer e colocado em um túmulo recém-escavado na rocha, de propriedade de José de Arimateia, membro do sumo conselho judaico. Este túmulo provavelmente estava localizado no perímetro da antiga pedreira.
Fonte: https://biblemapper.com/
Lucas 22:14-18
Quando chegou a hora, ele se sentou à mesa com os seus doze apóstolos. Ele lhes disse: “Eu estava aguardando ansiosamente fazer esta refeição de Páscoa com vocês antes que o meu sofrimento comece.1 Eu lhes digo que não comerei este jantar novamente, até que eu o coma no Reino de Deus.”2 Jesus pegou o cálice e, após ter dado graças a Deus, ele disse: “Peguem isto e repartam entre vocês. Eu lhes digo que não beberei novamente deste vinho, até que eu o beba no Reino de Deus.”3
Mateus 26:20
Quando a noite chegou, ele se sentou para jantar com os doze discípulos.
Marcos 14:17
À noite, Jesus foi para lá junto com os doze discípulos.
Lucas 22:24-30
E houve uma discussão sobre quem era o mais importante entre eles. Jesus lhes disse: “Os reis pagãos dominam os seus povos e, aqueles que têm poder querem até mesmo que as pessoas os chamem de ‘benfeitores.’ Mas, com vocês, não deve ser assim. Pelo contrário, o mais importante entre vocês deve ser como o menos importante, e o líder deve ser como um servo. Quem é mais importante: aquele que está sentado à mesa para comer ou aquele que serve? Não é aquele que está sentado à mesa? Mas, eu sou como aquele que serve vocês. Vocês têm permanecido ao meu lado durante as minhas dificuldades. E eu darei a vocês autoridade para governar, exatamente como o meu Pai me deu também, para que vocês possam comer e beber a minha mesa, em meu Reino. E vocês se sentarão em tronos para julgar as doze tribos de Israel.”4
§ 134. Jesus lava os pés de seus discípulos.
◈ Data: Noite. Introduzindo o Sexto Dia da Semana, 15 de Nisã. – 33 d.C.
◈ Hora: Entre 18h e 19h.
◈ Local: Jerusalém.
JERUSALÉM.

No quinto dia da semana (14 de Nisã), Jesus combinou de compartilhar a refeição da Páscoa com seus discípulos em um cenáculo, tradicionalmente considerado localizado no bairro essênio de Jerusalém. Depois do por do sol, iniciando o sexto dia da semana (15 de Nisã) Jesus se sentou para jantar com os doze discípulos. Depois de terminarem a refeição, foram ao Jardim do Getsêmani, onde Jesus se reunia frequentemente com seus discípulos. Ali Judas Iscariotes, um dos discípulos de Jesus, o traiu aos soldados enviados pelo Sumo Sacerdote, e eles levaram Jesus para a residência do Sumo Sacerdote. Pela manhã, os principais sacerdotes e mestres da lei levaram Jesus a julgamento e o consideraram culpado de blasfêmia. O concílio enviou Jesus para ser julgado por traição perante o governador romano Pôncio Pilatos, que residia no Pretório enquanto estava em Jerusalém. O Pretório provavelmente estava localizado na antiga residência de Herodes, o Grande, que havia morrido 30 anos antes. Quando Pilatos soube que Jesus era da Galileia, enviou-o a Herodes Antipas, que tinha jurisdição sobre a Galileia. Mas quando Jesus não respondeu às muitas perguntas de Herodes, Herodes e os seus soldados enviaram-no de volta a Pilatos, que cedeu às exigências do povo para que Jesus fosse crucificado. Jesus foi forçado a carregar sua cruz para fora do portão da cidade até o Gólgota, que significa Colina da Caveira, referindo-se ao que pode ter sido uma pequena colina não explorada no meio de uma antiga pedreira do lado de fora do portão. Depois que Jesus não conseguiu mais carregar sua cruz, um homem chamado Simão, de Cirene, foi forçado a carregá-la para ele. Lá no Gólgota eles crucificaram Jesus. Depois que Jesus morreu, seu corpo foi retirado às pressas antes do anoitecer e colocado em um túmulo recém-escavado na rocha, de propriedade de José de Arimateia, membro do sumo conselho judaico. Este túmulo provavelmente estava localizado no perímetro da antiga pedreira.
Fonte: https://biblemapper.com/
João 13:1-20
Antes da Festa da Páscoa,5 sabendo Jesus que era chegada a sua hora de passar deste mundo para o Pai, tendo amado os seus que estavam no mundo, amou-os até o fim. Durante a ceia, tendo já o diabo posto no coração de Judas, filho de Simão Iscariotes, que traísse Jesus, sabendo este que o Pai tinha confiado tudo às suas mãos, e que ele tinha vindo de Deus e voltava para Deus, levantou-se da ceia, tirou a vestimenta de cima e, pegando uma toalha, enrolou em volta da cintura. Ele colocou água em uma bacia e começou a lavar os pés dos discípulos, secando-os com a toalha que havia amarrado na cintura. Ele se aproximou de Simão Pedro, que lhe perguntou: “O Senhor irá lavar os meus pés?” Jesus respondeu: “Você não compreende o que estou fazendo por você agora. Mas, vai entender depois.” Pedro protestou: “Não! Você nunca lavará os meus pés!” Jesus respondeu: “Se eu não fizer isso, você não terá parte comigo!” Simão Pedro exclamou: “Então, Senhor, lave não apenas os meus pés, mas as minhas mãos e a minha cabeça também!” Jesus respondeu: “Aqueles que tomaram banho só precisam lavar os pés e, assim, estarão completamente limpos. Vocês estão limpos, mas não todos.” Pois ele sabia quem era o traidor. É por isto que ele disse: “Vocês estão limpos, mas não todos.” Depois que Jesus lavou os pés deles, ele colocou o seu manto novamente e se sentou. Ele lhes perguntou: “Vocês compreendem o que eu fiz? Vocês me chamam de ‘Mestre’ e ‘Senhor’ e têm razão, pois é isto o que eu sou. Então, se eu, seu Mestre e Senhor, lavei seus pés, vocês devem lavar os pés uns dos outros. Eu dei a vocês o exemplo. Assim, façam como eu fiz a vocês. Eu lhes digo que isto é verdade: os empregados não são mais importantes do que o seu patrão. E aquele que foi enviado não é mais importante do que aquele que o enviou. Agora que vocês já entendem estas coisas, serão felizes se as praticarem. Eu não estou falando sobre todos vocês, pois eu conheço aqueles que foram escolhidos por mim. Mas, isto acontece para que se cumpra a Escritura: ‘Aquele que compartilha o alimento comigo virou-se contra mim.’ Estou lhes dizendo isso agora, antes que aconteça, para que, quando acontecer, vocês se convençam de que eu sou quem sou. Eu lhes digo que isto é verdade: quem receber bem qualquer um que eu envie me recebe bem. E quem me recebe, recebe aquele que me enviou.”
§ 135. Jesus aponta o traidor.
◈ Data: Noite. Introduzindo o Sexto Dia da Semana, 15 de Nisã. – 33 d.C.
◈ Hora: Entre 18h e 19h.
◈ Local: Jerusalém.
JERUSALÉM.

No quinto dia da semana (14 de Nisã), Jesus combinou de compartilhar a refeição da Páscoa com seus discípulos em um cenáculo, tradicionalmente considerado localizado no bairro essênio de Jerusalém. Depois do por do sol, iniciando o sexto dia da semana (15 de Nisã) Jesus se sentou para jantar com os doze discípulos. Depois de terminarem a refeição, foram ao Jardim do Getsêmani, onde Jesus se reunia frequentemente com seus discípulos. Ali Judas Iscariotes, um dos discípulos de Jesus, o traiu aos soldados enviados pelo Sumo Sacerdote, e eles levaram Jesus para a residência do Sumo Sacerdote. Pela manhã, os principais sacerdotes e mestres da lei levaram Jesus a julgamento e o consideraram culpado de blasfêmia. O concílio enviou Jesus para ser julgado por traição perante o governador romano Pôncio Pilatos, que residia no Pretório enquanto estava em Jerusalém. O Pretório provavelmente estava localizado na antiga residência de Herodes, o Grande, que havia morrido 30 anos antes. Quando Pilatos soube que Jesus era da Galileia, enviou-o a Herodes Antipas, que tinha jurisdição sobre a Galileia. Mas quando Jesus não respondeu às muitas perguntas de Herodes, Herodes e os seus soldados enviaram-no de volta a Pilatos, que cedeu às exigências do povo para que Jesus fosse crucificado. Jesus foi forçado a carregar sua cruz para fora do portão da cidade até o Gólgota, que significa Colina da Caveira, referindo-se ao que pode ter sido uma pequena colina não explorada no meio de uma antiga pedreira do lado de fora do portão. Depois que Jesus não conseguiu mais carregar sua cruz, um homem chamado Simão, de Cirene, foi forçado a carregá-la para ele. Lá no Gólgota eles crucificaram Jesus. Depois que Jesus morreu, seu corpo foi retirado às pressas antes do anoitecer e colocado em um túmulo recém-escavado na rocha, de propriedade de José de Arimateia, membro do sumo conselho judaico. Este túmulo provavelmente estava localizado no perímetro da antiga pedreira.
Fonte: https://biblemapper.com/
Mateus 26:21-24
Após ter dito isso, enquanto eles estavam sentados e comendo, Jesus se angustiou em espírito e lhes disse: “Eu lhes digo que isto é verdade: um de vocês irá me trair; a mão do traidor está comigo à mesa, alguém que está comendo comigo agora. Pois foi determinado que o Filho do Homem irá morrer, mas ai do traidor!” Eles ficaram extremamente abalados e olharam uns para os outros, imaginando sobre qual deles Jesus estava falando e começaram a discutir sobre quem seria e quem poderia fazer isso. Todos perguntaram a Jesus: “Senhor, não sou eu, sou?” Jesus respondeu: “É um dos doze, um de vocês que coloca a mão no prato junto comigo e compartilha esta refeição, irá me trair. O Filho do Homem morrerá exatamente como foi profetizado a respeito dele nas Sagradas Escrituras.6 Mas, ai daquele que trair o Filho do Homem! Seria melhor para esse homem não ter nascido!”
Marcos 14:18-21
Enquanto eles estavam sentados, comendo, Jesus disse: “Eu lhes digo que isto é verdade: um de vocês irá me trair; alguém que está comendo comigo agora.” Eles ficaram chocados e, um por um, perguntaram: “Não sou eu, sou?” Ele respondeu: “É um dos doze, um de vocês que compartilha esta refeição comigo. O Filho do Homem morrerá, exatamente como as Sagradas Escrituras anunciaram. Mas, ai do homem que trair o Filho do Homem! Seria melhor para esse homem nunca haver nascido.”
João 13:21, 22
Após ter dito isso, Jesus se angustiou em espírito e declarou: “Eu lhes digo que isto é verdade: um de vocês irá me trair.” Os discípulos olharam uns para os outros, imaginando sobre qual deles Jesus estava falando.
Lucas 22:21-23
“Mas eis que a mão do traidor está comigo à mesa. Pois foi determinado que o Filho do Homem irá morrer, mas ai do traidor!” Eles começaram a discutir sobre quem seria e quem poderia fazer isso.
João 13:23-26
O discípulo a quem Jesus amava estava sentado ao lado dele na mesa, inclinado próximo a ele. Simão Pedro fez um sinal para ele e disse para que perguntasse a Jesus a respeito de qual deles ele estava falando. Então, ele se aproximou de Jesus e perguntou: “Senhor, quem irá traí-lo?” Jesus respondeu: “É aquele a quem eu vou dar um pedaço de pão passado no molho deste prato.”
João 13:27(a)
Após molhar o pedaço de pão, ele o deu a Judas, filho de Simão Iscariotes. Judas, aquele que iria trair Jesus, perguntou: “Acaso, sou eu, Rabi?” Jesus lhe disse: “Você mesmo é quem está dizendo isso.”
Mateus 26:25
Judas, aquele que iria trair Jesus, perguntou: “Acaso, sou eu, Rabi?” Jesus lhe disse: “Você mesmo é quem está dizendo isso.”
João 13:27(b)-35
Assim que Judas comeu o pão, Satanás entrou nele. Jesus lhe disse: “O que você irá fazer, faça rápido!” Ninguém dos que estavam à mesa entendeu o que Jesus quis dizer com isso. Como Judas era o responsável pelo dinheiro dos apóstolos, alguns deles pensaram que Jesus estava falando para que Judas fosse comprar o que era necessário para a festa da Páscoa, ou que doasse algo para os pobres.7 Judas saiu imediatamente após ter comido o pedaço de pão. E era noite. Depois que Judas saiu, Jesus disse: “Agora o Filho do Homem foi glorificado e, por intermédio dele, Deus também foi glorificado. Se Deus foi glorificado por meio dele, então, Deus irá glorificar o Filho nele mesmo e o glorificará imediatamente. Meus filhos, eu ficarei com vocês apenas por um pouco mais de tempo. Vocês irão procurar por mim, mas eu lhes digo agora exatamente como disse aos judeus: vocês não podem ir para onde eu vou. Eu lhes dou um novo mandamento: Amem uns aos outros. Amem uns aos outros da mesma maneira que eu os amei. Se vocês amarem uns aos outros, provarão a todos que são meus discípulos.”
§ 136. Jesus prediz a queda de Pedro e a dispersão dos Doze.
◈ Data: Noite. Introduzindo o Sexto Dia da Semana, 15 de Nisã. – 33 d.C.
◈ Hora: Entre 18h e 19h.
◈ Local: Jerusalém.
JERUSALÉM.

No quinto dia da semana (14 de Nisã), Jesus combinou de compartilhar a refeição da Páscoa com seus discípulos em um cenáculo, tradicionalmente considerado localizado no bairro essênio de Jerusalém. Depois do por do sol, iniciando o sexto dia da semana (15 de Nisã) Jesus se sentou para jantar com os doze discípulos. Depois de terminarem a refeição, foram ao Jardim do Getsêmani, onde Jesus se reunia frequentemente com seus discípulos. Ali Judas Iscariotes, um dos discípulos de Jesus, o traiu aos soldados enviados pelo Sumo Sacerdote, e eles levaram Jesus para a residência do Sumo Sacerdote. Pela manhã, os principais sacerdotes e mestres da lei levaram Jesus a julgamento e o consideraram culpado de blasfêmia. O concílio enviou Jesus para ser julgado por traição perante o governador romano Pôncio Pilatos, que residia no Pretório enquanto estava em Jerusalém. O Pretório provavelmente estava localizado na antiga residência de Herodes, o Grande, que havia morrido 30 anos antes. Quando Pilatos soube que Jesus era da Galileia, enviou-o a Herodes Antipas, que tinha jurisdição sobre a Galileia. Mas quando Jesus não respondeu às muitas perguntas de Herodes, Herodes e os seus soldados enviaram-no de volta a Pilatos, que cedeu às exigências do povo para que Jesus fosse crucificado. Jesus foi forçado a carregar sua cruz para fora do portão da cidade até o Gólgota, que significa Colina da Caveira, referindo-se ao que pode ter sido uma pequena colina não explorada no meio de uma antiga pedreira do lado de fora do portão. Depois que Jesus não conseguiu mais carregar sua cruz, um homem chamado Simão, de Cirene, foi forçado a carregá-la para ele. Lá no Gólgota eles crucificaram Jesus. Depois que Jesus morreu, seu corpo foi retirado às pressas antes do anoitecer e colocado em um túmulo recém-escavado na rocha, de propriedade de José de Arimateia, membro do sumo conselho judaico. Este túmulo provavelmente estava localizado no perímetro da antiga pedreira.
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João 13:36-37
Simão Pedro lhe perguntou: “Senhor, para onde é que você vai?” Jesus respondeu: “Você não pode me seguir agora para onde eu estou indo. Mais tarde você irá me seguir.” Pedro perguntou: “Senhor, por que eu não posso segui-lo agora? Eu daria a minha vida pelo senhor.”
Mateus 26:31-33
Jesus lhes disse: “Todos vocês me abandonarão esta noite, como as Sagradas Escrituras dizem: ‘Eu atacarei o pastor, e o rebanho de ovelhas se espalhará completamente.’8 Mas, após eu ter ressuscitado, me encontrarei com vocês na Galileia.”9 Porém, Pedro disse a Jesus: “Mesmo se todos o abandonarem, eu nunca o abandonarei.”
Marcos 14:27-29
Jesus lhes disse: “Todos vocês irão me abandonar. Pois, como as Sagradas Escrituras dizem: ‘Eu atacarei o pastor, e as ovelhas se espalharão completamente.’ Mas, depois da minha ressurreição, eu me encontrarei com vocês na Galileia.” Pedro disse: “Eu não o abandonarei, mesmo se todos os outros o abandonarem!”
Lucas 22:31-33
Disse também o Senhor: “Simão, Simão, Satanás pediu todos vocês para peneirar como trigo, mas eu tenho orado por você, para que a sua fé em mim não acabe. E quando você se converter, dê força aos seus irmãos.” Pedro disse: “Senhor, estou pronto para ir com você para a prisão e para morrer com você!”
João 13:38
Jesus respondeu: “Você realmente está pronto para morrer por mim? Eu lhe digo que isto é verdade: Hoje, nesta mesma noite, antes que o galo cante, você irá me negar três vezes que me conhece.”
Marcos 14:30
Jesus lhe respondeu: “Eu lhe digo que isto é verdade: Hoje, nesta mesma noite, antes do galo cantar duas vezes, você negará três vezes que me conhece.”
Mateus 26:34
Mas Jesus lhe disse: “Eu lhe digo que isto é verdade: Nesta noite, antes que o galo cante, você me negará três vezes.”
Lucas 22:34
Jesus respondeu: “Eu lhe digo Pedro, que antes que o galo cante hoje, você negará três vezes que me conhece.”
Marcos 14:31
Mas Pedro afirmava com insistência: “Mesmo que eu tenha que morrer com o senhor, eu nunca o negarei!” Todos os outros discípulos disseram o mesmo.
Mateus 26:35
Mas, Pedro insistiu: “Mesmo que eu tenha que morrer com você, nunca o negarei!” E todos os discípulos disseram a mesma coisa.
Lucas 22:35-38
Jesus perguntou aos discípulos: “Quando eu os enviei sem dinheiro, sem bolsa e sem um par extra de sandálias, faltou algo para vocês?” Eles responderam: “Não, não faltou nada!” Então ele disse: “Mas agora, se vocês tiverem dinheiro devem pegá-lo, o mesmo façam com uma bolsa. E se vocês não têm uma espada devem vender a sua capa e comprar uma. Eu lhes digo que a afirmação que está nas Sagradas Escrituras sobre mim deve se cumprir: ‘Ele foi considerado como um criminoso.’ O que foi dito a meu respeito está se cumprindo agora.” Eles disseram: “Veja, Senhor! Temos duas espadas.” Ele respondeu: “Isso basta!”
§ 137. A Ceia do Senhor.
◈ Data: Noite. Introduzindo o Sexto Dia da Semana, 15 de Nisã. – 33 d.C.
◈ Hora: Entre 18h e 19h.
◈ Local: Jerusalém.
JERUSALÉM.

No quinto dia da semana (14 de Nisã), Jesus combinou de compartilhar a refeição da Páscoa com seus discípulos em um cenáculo, tradicionalmente considerado localizado no bairro essênio de Jerusalém. Depois do por do sol, iniciando o sexto dia da semana (15 de Nisã) Jesus se sentou para jantar com os doze discípulos. Depois de terminarem a refeição, foram ao Jardim do Getsêmani, onde Jesus se reunia frequentemente com seus discípulos. Ali Judas Iscariotes, um dos discípulos de Jesus, o traiu aos soldados enviados pelo Sumo Sacerdote, e eles levaram Jesus para a residência do Sumo Sacerdote. Pela manhã, os principais sacerdotes e mestres da lei levaram Jesus a julgamento e o consideraram culpado de blasfêmia. O concílio enviou Jesus para ser julgado por traição perante o governador romano Pôncio Pilatos, que residia no Pretório enquanto estava em Jerusalém. O Pretório provavelmente estava localizado na antiga residência de Herodes, o Grande, que havia morrido 30 anos antes. Quando Pilatos soube que Jesus era da Galileia, enviou-o a Herodes Antipas, que tinha jurisdição sobre a Galileia. Mas quando Jesus não respondeu às muitas perguntas de Herodes, Herodes e os seus soldados enviaram-no de volta a Pilatos, que cedeu às exigências do povo para que Jesus fosse crucificado. Jesus foi forçado a carregar sua cruz para fora do portão da cidade até o Gólgota, que significa Colina da Caveira, referindo-se ao que pode ter sido uma pequena colina não explorada no meio de uma antiga pedreira do lado de fora do portão. Depois que Jesus não conseguiu mais carregar sua cruz, um homem chamado Simão, de Cirene, foi forçado a carregá-la para ele. Lá no Gólgota eles crucificaram Jesus. Depois que Jesus morreu, seu corpo foi retirado às pressas antes do anoitecer e colocado em um túmulo recém-escavado na rocha, de propriedade de José de Arimateia, membro do sumo conselho judaico. Este túmulo provavelmente estava localizado no perímetro da antiga pedreira.
Fonte: https://biblemapper.com/
Mateus 26:26-29
Enquanto eles comiam, Jesus pegou o pão e o abençoou. Então, ele o partiu e distribuiu os pedaços aos discípulos, dizendo: “Peguem e comam, pois isto é o meu corpo que é dado a vocês. Façam isso para se lembrarem de mim.” Depois, quando acabaram de comer, ele pegou o cálice, abençoou-o e o deu a eles, dizendo: “Este é o cálice da nova aliança, bebam, todos vocês. Lembrem-se de mim ao beberem desse cálice.” Todos eles beberam o vinho. Ele lhes disse: “Pois isto é o meu sangue, garantido pelo meu sangue, o sangue da aliança, derramado em favor de muitos para o perdão dos pecados. No entanto, eu lhes digo: eu não beberei deste fruto da videira, até o dia em que hei beber com vocês um vinho novo, no Reino do meu Pai.”10
Marcos 14:22-25
Enquanto eles estavam comendo, Jesus pegou um pão. Ele o abençoou e distribuiu aos discípulos. Ele lhes disse: “Peguem! Isto é o meu corpo.” Então, ele pegou o cálice. Ele o abençoou e distribuiu aos discípulos. Todos eles beberam o vinho. Ele lhes disse: “Isto é o meu sangue, o sangue da aliança, que está sendo derramado em favor de muitos. Eu lhes digo que isto é verdade: eu não beberei do fruto da videira até o dia em que eu beber o vinho novo no Reino de Deus.”
Lucas 22:19, 20
Ele pegou o pão e, após ter dado graças a Deus, dividiu-o em pedaços e repartiu com os discípulos. Jesus lhes disse: “Isto é o meu corpo que é dado a vocês. Façam isso para se lembrarem de mim.” Da mesma forma, quando acabaram de comer, ele pegou o cálice e disse: “Este é o cálice da nova aliança, garantido pelo meu sangue, derramado em favor de vocês.”
1 Coríntios 11:24, 25
Depois de agradecer a Deus, ele partiu o pão e disse: “Isto é o meu corpo, que eu dou a vocês. Lembrem-se de mim ao fazerem isso.” Da mesma maneira, depois de haver comido, ele pegou o cálice e disse: “Este cálice é a nova aliança, selado com o meu sangue. Lembrem-se de mim ao beberem desse cálice.”
§ 138. Jesus conforta seus discípulos. O Espírito Santo prometido.
(17° Discurso do Nosso Senhor)
◈ Data: Noite. Introduzindo o Sexto Dia da Semana, 15 de Nisã. – 33 d.C.
◈ Hora: Entre 19h e 19h30.
◈ Local: Jerusalém.
JERUSALÉM.

No quinto dia da semana (14 de Nisã), Jesus combinou de compartilhar a refeição da Páscoa com seus discípulos em um cenáculo, tradicionalmente considerado localizado no bairro essênio de Jerusalém. Depois do por do sol, iniciando o sexto dia da semana (15 de Nisã) Jesus se sentou para jantar com os doze discípulos. Depois de terminarem a refeição, foram ao Jardim do Getsêmani, onde Jesus se reunia frequentemente com seus discípulos. Ali Judas Iscariotes, um dos discípulos de Jesus, o traiu aos soldados enviados pelo Sumo Sacerdote, e eles levaram Jesus para a residência do Sumo Sacerdote. Pela manhã, os principais sacerdotes e mestres da lei levaram Jesus a julgamento e o consideraram culpado de blasfêmia. O concílio enviou Jesus para ser julgado por traição perante o governador romano Pôncio Pilatos, que residia no Pretório enquanto estava em Jerusalém. O Pretório provavelmente estava localizado na antiga residência de Herodes, o Grande, que havia morrido 30 anos antes. Quando Pilatos soube que Jesus era da Galileia, enviou-o a Herodes Antipas, que tinha jurisdição sobre a Galileia. Mas quando Jesus não respondeu às muitas perguntas de Herodes, Herodes e os seus soldados enviaram-no de volta a Pilatos, que cedeu às exigências do povo para que Jesus fosse crucificado. Jesus foi forçado a carregar sua cruz para fora do portão da cidade até o Gólgota, que significa Colina da Caveira, referindo-se ao que pode ter sido uma pequena colina não explorada no meio de uma antiga pedreira do lado de fora do portão. Depois que Jesus não conseguiu mais carregar sua cruz, um homem chamado Simão, de Cirene, foi forçado a carregá-la para ele. Lá no Gólgota eles crucificaram Jesus. Depois que Jesus morreu, seu corpo foi retirado às pressas antes do anoitecer e colocado em um túmulo recém-escavado na rocha, de propriedade de José de Arimateia, membro do sumo conselho judaico. Este túmulo provavelmente estava localizado no perímetro da antiga pedreira.
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João 14:1-31
“Que o coração de vocês não fique angustiado; vocês creem em Deus, creiam também em mim. Na casa de meu Pai há muitas moradas. Eu irei preparar um lugar para vocês. Quando eu tiver ido e preparado um lugar para vocês, voltarei e os levarei comigo, para que possam estar lá comigo também.11 Vocês conhecem o caminho para o lugar aonde eu vou.” Tomé lhe disse: “Senhor, nós não sabemos aonde é que o senhor vai. Como podemos conhecer o caminho para esse lugar?” Jesus respondeu: “Eu sou o caminho, a verdade e a vida. Ninguém vem ao Pai, a não ser por mim. Se vocês me conhecessem, conheceriam também o meu Pai. A partir de agora, vocês o conhecem e o têm visto.” Filipe disse: “Senhor, mostre-nos o Pai e isso é o suficiente para nós!” Jesus respondeu: “Filipe, há tanto tempo estou com vocês, e você ainda não me conhece? Quem me vê, também vê o Pai. Como você pode dizer: ‘Mostre-nos o Pai’? Você não acredita que eu vivo no Pai e que o Pai vive em mim? As palavras que eu falo não são minhas; é o Pai que vive em mim que está fazendo o seu trabalho. Acredite em mim quando lhes digo que eu vivo no Pai e que o Pai vive em mim ou, ao menos, creiam por causa de tudo o que eu já fiz. Eu lhes digo que isto é verdade: quem crê em mim fará as mesmas coisas que eu estou fazendo. Na verdade, fará coisas até maiores, pois eu estou indo para o Pai.12 Eu farei qualquer coisa que vocês pedirem em meu nome, para que o Pai possa ser glorificado por intermédio do Filho. Eu farei qualquer coisa que vocês me pedirem em meu nome. Se vocês me amam, obedecerão aos meus mandamentos. Eu pedirei ao Pai, e ele lhes dará outro Consolador, o Espírito da verdade, que sempre estará com vocês. O mundo não pode recebê-lo, porque não está esperando por ele e não o conhece. Mas, vocês o conhecem, porque ele vive com vocês e estará em vocês. Eu não os deixarei abandonados como órfãos; eu voltarei para vocês.13 Um pouco o mundo não me verá mais, porém vocês irão me ver.14 E, porque eu vivo, vocês também irão viver. Nesse dia, vocês saberão que eu vivo no Pai, que vocês vivem em mim e que eu vivo em vocês. Aqueles que obedecem aos meus mandamentos são os que me amam. Aqueles que me amam serão também amados por meu Pai. Eu também os amarei e irei mostrar quem eu sou para eles.” Judas, não o Iscariotes, perguntou: “Senhor, por que você se mostrará em breve para nós e não para o mundo?” Jesus respondeu: “Aqueles que me amam farão como eu digo. Meu Pai os amará e, então, nós viremos e viveremos com eles.15 Aqueles que não me amam não farão como eu digo. Essas palavras não vêm de mim, mas, sim, do Pai, que me enviou. Eu lhes digo tudo isso enquanto ainda estou aqui com vocês. Mas, quando o Pai enviar o Consolador, o Espírito Santo, em meu lugar, ele lhes ensinará todas as coisas e fará com que se lembrem de tudo o que eu disse a vocês.16 Eu deixo com vocês a paz. Eu lhes dou a minha paz. A paz que eu lhes dou não é como a paz que o mundo dá. Não fiquem angustiados e não tenham medo. Vocês me ouviram dizer: ‘Estou indo embora. Mas eu voltarei para vocês.’17 Se vocês realmente me amassem, ficariam felizes por que eu disse estar indo para o Pai,18 pois o Pai é maior do que eu. Eu lhes digo tudo isso antes mesmo que aconteça, para que, quando acontecer, vocês creiam. Eu não posso falar muito mais, pois o príncipe do mundo está chegando. Ele não tem autoridade para me controlar, mas eu estou fazendo o que meu Pai me disse que deve ser feito, pois, assim, o mundo saberá que eu amo o Pai. Agora, levantem-se! Vamos sair daqui!”
◈ Data: Noite. Introduzindo o Sexto Dia da Semana, 15 de Nisã. – 33 d.C.
◈ Hora: Entre 19h e 19h30.
◈ Local: De Jerusalém para o Monte das Oliveiras.
DE JERUSALÉM PARA O MONTE DAS OLIVEIRAS.

No quinto dia da semana (14 de Nisã), Jesus combinou de compartilhar a refeição da Páscoa com seus discípulos em um cenáculo, tradicionalmente considerado localizado no bairro essênio de Jerusalém. Depois do por do sol, iniciando o sexto dia da semana (15 de Nisã) Jesus se sentou para jantar com os doze discípulos. Depois de terminarem a refeição, foram ao Jardim do Getsêmani, onde Jesus se reunia frequentemente com seus discípulos. Ali Judas Iscariotes, um dos discípulos de Jesus, o traiu aos soldados enviados pelo Sumo Sacerdote, e eles levaram Jesus para a residência do Sumo Sacerdote. Pela manhã, os principais sacerdotes e mestres da lei levaram Jesus a julgamento e o consideraram culpado de blasfêmia. O concílio enviou Jesus para ser julgado por traição perante o governador romano Pôncio Pilatos, que residia no Pretório enquanto estava em Jerusalém. O Pretório provavelmente estava localizado na antiga residência de Herodes, o Grande, que havia morrido 30 anos antes. Quando Pilatos soube que Jesus era da Galileia, enviou-o a Herodes Antipas, que tinha jurisdição sobre a Galileia. Mas quando Jesus não respondeu às muitas perguntas de Herodes, Herodes e os seus soldados enviaram-no de volta a Pilatos, que cedeu às exigências do povo para que Jesus fosse crucificado. Jesus foi forçado a carregar sua cruz para fora do portão da cidade até o Gólgota, que significa Colina da Caveira, referindo-se ao que pode ter sido uma pequena colina não explorada no meio de uma antiga pedreira do lado de fora do portão. Depois que Jesus não conseguiu mais carregar sua cruz, um homem chamado Simão, de Cirene, foi forçado a carregá-la para ele. Lá no Gólgota eles crucificaram Jesus. Depois que Jesus morreu, seu corpo foi retirado às pressas antes do anoitecer e colocado em um túmulo recém-escavado na rocha, de propriedade de José de Arimateia, membro do sumo conselho judaico. Este túmulo provavelmente estava localizado no perímetro da antiga pedreira.
Fonte: https://biblemapper.com/
Lucas 22:39
Depois de terem cantado um salmo, Jesus saiu e, como de costume, foi para o monte das Oliveiras, juntamente com os seus discípulos.19
Marcos 14:26
Depois de terem cantado um salmo, eles foram para o monte das Oliveiras.
Mateus 26:30
Depois, eles cantaram um hino e foram, para o monte das Oliveiras.
§ 139. Cristo, a Videira verdadeira. Seus Discípulos odiados pelo Mundo.
(18° Discurso do Nosso Senhor)
◈ Data: Noite. Introduzindo o Sexto Dia da Semana, 15 de Nisã. – 33 d.C.
◈ Hora: Entre 19h30 e 20h.
◈ Local: No caminho entre Jerusalém e o Monte das Oliveiras.
JERUSALÉM.

No quinto dia da semana (14 de Nisã), Jesus combinou de compartilhar a refeição da Páscoa com seus discípulos em um cenáculo, tradicionalmente considerado localizado no bairro essênio de Jerusalém. Depois do por do sol, iniciando o sexto dia da semana (15 de Nisã) Jesus se sentou para jantar com os doze discípulos. Depois de terminarem a refeição, foram ao Jardim do Getsêmani, onde Jesus se reunia frequentemente com seus discípulos. Ali Judas Iscariotes, um dos discípulos de Jesus, o traiu aos soldados enviados pelo Sumo Sacerdote, e eles levaram Jesus para a residência do Sumo Sacerdote. Pela manhã, os principais sacerdotes e mestres da lei levaram Jesus a julgamento e o consideraram culpado de blasfêmia. O concílio enviou Jesus para ser julgado por traição perante o governador romano Pôncio Pilatos, que residia no Pretório enquanto estava em Jerusalém. O Pretório provavelmente estava localizado na antiga residência de Herodes, o Grande, que havia morrido 30 anos antes. Quando Pilatos soube que Jesus era da Galileia, enviou-o a Herodes Antipas, que tinha jurisdição sobre a Galileia. Mas quando Jesus não respondeu às muitas perguntas de Herodes, Herodes e os seus soldados enviaram-no de volta a Pilatos, que cedeu às exigências do povo para que Jesus fosse crucificado. Jesus foi forçado a carregar sua cruz para fora do portão da cidade até o Gólgota, que significa Colina da Caveira, referindo-se ao que pode ter sido uma pequena colina não explorada no meio de uma antiga pedreira do lado de fora do portão. Depois que Jesus não conseguiu mais carregar sua cruz, um homem chamado Simão, de Cirene, foi forçado a carregá-la para ele. Lá no Gólgota eles crucificaram Jesus. Depois que Jesus morreu, seu corpo foi retirado às pressas antes do anoitecer e colocado em um túmulo recém-escavado na rocha, de propriedade de José de Arimateia, membro do sumo conselho judaico. Este túmulo provavelmente estava localizado no perímetro da antiga pedreira.
Fonte: https://biblemapper.com/
João 15:1-27
“Eu sou a videira verdadeira, e o meu Pai é o agricultor. Ele corta todos os ramos que há em mim que não dão frutos. E ele poda todo o ramo que produz fruto, para que possa produzir ainda mais frutos. Vocês já estão podados e limpos pela mensagem que eu lhes tenho passado. Permaneçam em mim, e eu permanecerei em vocês. Exatamente como um ramo não pode produzir uvas, a não ser que continue a fazer parte da videira, o mesmo acontece com vocês, que só podem produzir frutos se permanecerem comigo. Eu sou a videira e vocês são os ramos. Aqueles que permanecem em mim, e eu neles, produzirão muitos frutos, pois longe de mim vocês não podem fazer nada. Quem não permanece em mim é como um ramo que é arrancado e seca. Esses ramos são juntados e jogados no fogo para serem queimados. Se vocês permanecerem em mim e minhas palavras permanecerem em vocês, então, poderão pedir o que quiserem e receberão. O poder do meu Pai se revela quando vocês produzem muitos frutos e, assim, vocês provam que são meus discípulos. Da mesma maneira que o Pai me amou, eu amei vocês. Permaneçam em meu amor. Se vocês fizerem o que eu digo, permanecerão em meu amor, assim como eu faço o que o meu Pai diz e permaneço em seu amor. Eu lhes digo isso para que a minha alegria esteja com vocês e para que a alegria de vocês possa ser completa. Este é o meu mandamento: amem uns aos outros como eu os amei. Não há amor maior do que aquele que dá a sua vida pelos seus amigos. Vocês são meus amigos se fizerem o que eu lhes digo. Eu não os chamo mais de empregados, pois o patrão não compartilha seus pensamentos com os empregados. Eu os chamo de amigos, pois tudo o que o meu Pai me disse eu expliquei para vocês. Vocês não me escolheram. Fui eu quem os escolhi. Eu lhes dei a responsabilidade de irem e produzirem frutos que não se percam e permaneçam. Então, o Pai lhes dará qualquer coisa que pedirem em meu nome. Este é o meu mandamento para vocês: amem uns aos outros. Se o mundo odiar vocês, lembrem-se de que ele me odiou primeiro. Se vocês fossem do mundo, ele os amaria, por vocês serem dele. Mas, vocês não são do mundo. E eu os escolhi e os tirei do mundo; por isso ele odeia vocês. Lembrem-se do que eu lhes disse: os empregados não são mais importantes do que o seu patrão. Se eles me perseguiram, também irão persegui-los. Se eles obedeceram às minhas palavras, também obedecerão as suas. Mas, tudo o que eles fizerem para vocês será por minha causa, pois eles não conhecem aquele que me enviou. Se eu não tivesse vindo e falado com eles, pecado não teriam. Mas agora, eles não podem mais dar desculpas por seus pecados. Quem me odeia também odeia o meu Pai. Se eu não tivesse lhes dado uma demonstração por meio das coisas que nunca ninguém fez antes, pecado não teriam. Mas, apesar de testemunhar tudo o que fiz, eles odiaram tanto a mim quanto ao meu Pai. No entanto, isso acontece para que se cumpra o que diz a lei deles: ‘Eles me odiaram sem motivo algum.’ Mas, eu enviarei a vocês o Consolador, que vem do Pai. Quando ele vier, falará a respeito de mim. Ele é o Espírito da verdade, que vem do Pai. Vocês também falarão a meu respeito, porque estão comigo desde o início.“20
§ 140. Perseguição anunciada. Mais promessa do Espírito Santo. Oração em nome de Cristo.
◈ Data: Noite. Introduzindo o Sexto Dia da Semana, 15 de Nisã. – 33 d.C.
◈ Hora: Entre 19h30 e 20h.
◈ Local: No caminho entre Jerusalém e o Monte das Oliveiras.
NO CAMINHO ENTRE JERUSALÉM E O MONTE DAS OLIVEIRAS.

No quinto dia da semana (14 de Nisã), Jesus combinou de compartilhar a refeição da Páscoa com seus discípulos em um cenáculo, tradicionalmente considerado localizado no bairro essênio de Jerusalém. Depois do por do sol, iniciando o sexto dia da semana (15 de Nisã) Jesus se sentou para jantar com os doze discípulos. Depois de terminarem a refeição, foram ao Jardim do Getsêmani, onde Jesus se reunia frequentemente com seus discípulos. Ali Judas Iscariotes, um dos discípulos de Jesus, o traiu aos soldados enviados pelo Sumo Sacerdote, e eles levaram Jesus para a residência do Sumo Sacerdote. Pela manhã, os principais sacerdotes e mestres da lei levaram Jesus a julgamento e o consideraram culpado de blasfêmia. O concílio enviou Jesus para ser julgado por traição perante o governador romano Pôncio Pilatos, que residia no Pretório enquanto estava em Jerusalém. O Pretório provavelmente estava localizado na antiga residência de Herodes, o Grande, que havia morrido 30 anos antes. Quando Pilatos soube que Jesus era da Galileia, enviou-o a Herodes Antipas, que tinha jurisdição sobre a Galileia. Mas quando Jesus não respondeu às muitas perguntas de Herodes, Herodes e os seus soldados enviaram-no de volta a Pilatos, que cedeu às exigências do povo para que Jesus fosse crucificado. Jesus foi forçado a carregar sua cruz para fora do portão da cidade até o Gólgota, que significa Colina da Caveira, referindo-se ao que pode ter sido uma pequena colina não explorada no meio de uma antiga pedreira do lado de fora do portão. Depois que Jesus não conseguiu mais carregar sua cruz, um homem chamado Simão, de Cirene, foi forçado a carregá-la para ele. Lá no Gólgota eles crucificaram Jesus. Depois que Jesus morreu, seu corpo foi retirado às pressas antes do anoitecer e colocado em um túmulo recém-escavado na rocha, de propriedade de José de Arimateia, membro do sumo conselho judaico. Este túmulo provavelmente estava localizado no perímetro da antiga pedreira.
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João 16:1-33
No caminho, Jesus começou a falar: “Eu lhes disse isso para que vocês não percam sua fé em mim. Eles expulsarão vocês das sinagogas e, na verdade, chegará o tempo em que aquele que matar vocês pensará que está fazendo a vontade de Deus.21 Eles farão isso porque nunca conheceram o Pai ou a mim. Eu lhes disse isso para que, quando essas coisas acontecerem, vocês se lembrem de que eu já os tinha avisado. Eu não precisava lhes dizer isso logo no início, porque eu estava com vocês. Mas agora, eu irei me juntar àquele que me enviou e, ainda assim, nenhum de vocês me pergunta: ‘Para onde o senhor está indo?’22 Eu sei que agora que eu lhes disse isso, vocês estão sofrendo muito. Mas, eu lhes digo que isto é verdade: é melhor para vocês que eu vá, porque se eu não for, o Auxiliador não virá para vocês. Se eu for, o enviarei para vocês. Quando ele vier, convencerá o mundo do pecado, da justiça e do juízo:23 do pecado, porque eles não creem em mim; da justiça, porque vou para o Pai,24 e vocês não me verão mais; do juízo, porque o príncipe deste mundo já está julgado.25 Há muito mais que eu gostaria de explicar a vocês, mas, no momento, vocês não suportariam saber. No entanto, quando o Espírito da verdade vier, ele fará com que conheçam toda a verdade. Ele não falará por si mesmo, mas dirá tudo o que ouviu, e lhes dirá o que vai acontecer. O Espírito trará glória para mim, pois ele lhes ensinará tudo o que ele receber de mim. E tudo o que pertence ao Pai também me pertence. É por isso que eu digo que o Espírito irá lhes ensinar tudo o que eu disser a ele.26 Em pouco tempo, vocês não irão mais me ver; mas, um pouco depois, vocês me verão novamente, por que eu vou para o Pai.”27 Alguns dos seus discípulos comentaram: “O que ele quer dizer com: ‘Em pouco tempo, vocês não irão me ver mais; mas, um pouco depois, vocês me verão novamente’? E também quando disse: ‘Porque eu estou indo para junto do Pai’?” Eles se perguntavam também: “O que ele quer dizer com: ‘em pouco tempo’? Nós não sabemos sobre o que ele está falando.” Jesus percebeu que eles queriam lhe perguntar a respeito do que ele havia falado. Então, ele perguntou aos discípulos: “Vocês estão pensando sobre eu ter falado que em pouco tempo vocês não iriam mais me ver, mas que pouco tempo depois, vocês me veriam novamente, não é? Eu lhes digo que isto é verdade: vocês irão chorar e lamentar, mas as pessoas deste mundo se alegrarão com isso. Vocês irão sofrer, mas o seu sofrimento se transformará em alegria. Uma mulher que está para dar à luz sente dor, porque a sua hora chegou. Mas quando o bebê nasce, ela se esquece do sofrimento, por causa da alegria por ter trazido uma criança a este mundo. E o mesmo acontece com vocês, pois estão sofrendo agora; mas, eu os verei de novo; e vocês ficarão muito felizes, e ninguém poderá tirar essa alegria de vocês.28 Quando esse dia chegar, vocês não precisarão me pedir nada. Eu lhes digo que isto é verdade: o Pai irá lhes dar tudo o que vocês pedirem em meu nome. Até agora, vocês não pediram nada em meu nome. Então, peçam e receberão. Assim, a sua felicidade estará completa. Eu tenho passado os meus ensinamentos para vocês por meio de parábolas. Mas, logo, não falarei mais com vocês dessa forma. Em vez disso, eu explicarei a respeito do Pai para vocês de uma maneira muito direta. Nesse dia, vocês pedirão coisas em meu nome. Eu não estou dizendo que pedirei ao Pai por vocês, porque o próprio Pai os ama. E isso é porque vocês me amam e creem que eu tenha vindo de Deus. Eu deixei o Pai e vim para o mundo. Agora, deixo o mundo e volto para o Pai.” Então, os discípulos disseram: “Agora, sim, você está falando claramente e não está usando parábolas para passar sua mensagem. Agora, sim, nós temos certeza de que o senhor tudo sabe. E, justamente por isso, não precisa que lhe façam perguntas. Por isso cremos que o senhor veio de Deus.” Jesus perguntou: “Vocês realmente acreditam agora? Está chegando a hora, e, na verdade, já chegou, em que vocês irão se espalhar, cada um indo para a sua própria casa e irão me deixar completamente sozinho. Mas, eu não estarei realmente só, porque o Pai estará comigo. Eu lhes disse tudo isso para que vocês tenham paz, pois vocês estão unidos a mim. Vocês irão sofrer neste mundo; mas sejam fortes! Pois eu venci o mundo!”
§ 141. A última oração de Cristo com seus discípulos.
◈ Data: Noite. Introduzindo o Sexto Dia da Semana, 15 de Nisã. – 33 d.C.
◈ Hora: Entre 19h30 e 20h.
◈ Local: No caminho entre Jerusalém e o Monte das Oliveiras.
NO CAMINHO ENTRE JERUSALÉM E O MONTE DAS OLIVEIRAS.

No quinto dia da semana (14 de Nisã), Jesus combinou de compartilhar a refeição da Páscoa com seus discípulos em um cenáculo, tradicionalmente considerado localizado no bairro essênio de Jerusalém. Depois do por do sol, iniciando o sexto dia da semana (15 de Nisã) Jesus se sentou para jantar com os doze discípulos. Depois de terminarem a refeição, foram ao Jardim do Getsêmani, onde Jesus se reunia frequentemente com seus discípulos. Ali Judas Iscariotes, um dos discípulos de Jesus, o traiu aos soldados enviados pelo Sumo Sacerdote, e eles levaram Jesus para a residência do Sumo Sacerdote. Pela manhã, os principais sacerdotes e mestres da lei levaram Jesus a julgamento e o consideraram culpado de blasfêmia. O concílio enviou Jesus para ser julgado por traição perante o governador romano Pôncio Pilatos, que residia no Pretório enquanto estava em Jerusalém. O Pretório provavelmente estava localizado na antiga residência de Herodes, o Grande, que havia morrido 30 anos antes. Quando Pilatos soube que Jesus era da Galileia, enviou-o a Herodes Antipas, que tinha jurisdição sobre a Galileia. Mas quando Jesus não respondeu às muitas perguntas de Herodes, Herodes e os seus soldados enviaram-no de volta a Pilatos, que cedeu às exigências do povo para que Jesus fosse crucificado. Jesus foi forçado a carregar sua cruz para fora do portão da cidade até o Gólgota, que significa Colina da Caveira, referindo-se ao que pode ter sido uma pequena colina não explorada no meio de uma antiga pedreira do lado de fora do portão. Depois que Jesus não conseguiu mais carregar sua cruz, um homem chamado Simão, de Cirene, foi forçado a carregá-la para ele. Lá no Gólgota eles crucificaram Jesus. Depois que Jesus morreu, seu corpo foi retirado às pressas antes do anoitecer e colocado em um túmulo recém-escavado na rocha, de propriedade de José de Arimateia, membro do sumo conselho judaico. Este túmulo provavelmente estava localizado no perímetro da antiga pedreira.
Fonte: https://biblemapper.com/
João 17:1-26
Quando Jesus terminou de falar, ele olhou para o céu e disse: “Pai, a hora chegou. Glorifique o seu Filho, para que ele possa glorificá-lo também. Pois você deu ao seu Filho autoridade sobre todas as pessoas, para que ele possa dar vida eterna a todos aqueles que o Senhor deu a ele. E a vida eterna significa conhecê-lo, o único Deus verdadeiro, e conhecer Jesus Cristo, aquele que você enviou. Eu trouxe glória para você aqui na terra, terminando assim a obra que me deu para fazer. Agora, Pai, deixe que, em sua presença, eu tenha a mesma grandeza que eu tinha junto a você antes que o mundo existisse. Eu mostrei quem você é para todos os que você tirou do mundo e me deu. Eles pertenciam a você, e você os deu para mim. E, por isso, eles têm feito como você mandou. Agora, eles sabem que tudo o que tenho vem do Senhor. Eu lhes dei a mensagem que o Senhor me transmitiu. Eles aceitaram a sua mensagem e se convenceram totalmente de que eu vim de você e de que você me enviou. Eu estou pedindo por eles, não pelo mundo, mas, sim, por aquelas pessoas que você me deu, pois elas pertencem a você. Todos os que pertencem a mim são seus, e todos os que pertencem a você são meus, e a minha glória se mostra por meio deles. Eu estou indo embora do mundo, mas eles permanecerão no mundo. Eu estou indo para junto do Senhor. Pai Santo, proteja-os em seu nome, o nome que o Senhor me deu, para que eles sejam um, exatamente como o Senhor e eu somos um. Enquanto estava com eles no mundo, eu protegi, em seu nome, aqueles que o Senhor me deu. Eu cuidei deles e nenhum se perdeu, a não ser o ‘filho da perdição,’ para que, assim, as Sagradas Escrituras fossem cumpridas. Agora, eu estou indo para junto do Senhor. E eu digo essas coisas enquanto ainda estou aqui no mundo, para que eles tenham a plenitude de minha alegria em si mesmos. Eu lhes dei a sua mensagem, mas o mundo os odiou, porque eles não são do mundo, assim como eu também não sou. Eu não estou lhe pedindo para que os tire do mundo e, sim, para que você os proteja do maligno.29 Eles não são do mundo, assim como eu também não sou. Que eles sejam seus, por meio da verdade. E a sua mensagem é a verdade. Da mesma maneira que o Senhor me enviou ao mundo, eu os enviei ao mundo. Em favor deles eu me entrego completamente ao Senhor, para que também eles possam ser completamente seus. Eu não estou pedindo apenas por eles. Também peço por aqueles que vão crer em mim por causa da mensagem que eles irão transmitir. Eu peço para que todos possam ser um, exatamente como você, Pai, está unido a mim e eu unido a você. Assim eles também estejam unidos a nós, fazendo com que o mundo acredite que você me enviou. Eu dei a eles a glória que você me deu, a fim de que eles possam ser um, exatamente como nós somos um. Eu estou unido com eles e você está unido a mim. Que eles sejam completamente unidos; assim, o mundo todo saberá que você me enviou e que você os ama da mesma maneira que me ama. Pai, eu quero que aqueles que o Senhor me deu estejam comigo onde eu estiver, para que possam ver a glória que você me deu, pois você já me amava antes mesmo de o mundo ser criado. Bom Pai, o mundo não o conhece, mas eu, sim, e aqueles que estão aqui comigo sabem que você me enviou. Eu mostrei para eles o seu caráter e continuarei a fazer isso, para que o amor que o Senhor tem por mim esteja neles, e também para que eu continue unido a eles.”
§ 142. A agonia no Getsêmani.
◈ Data: Noite. Introduzindo o Sexto Dia da Semana, 15 de Nisã. – 33 d.C.
◈ Hora: Entre 20h e 21h.
◈ Local: De Jerusalém para o Monte das Oliveiras.
DE JERUSALÉM PARA O MONTE DAS OLIVEIRAS.

No quinto dia da semana (14 de Nisã), Jesus combinou de compartilhar a refeição da Páscoa com seus discípulos em um cenáculo, tradicionalmente considerado localizado no bairro essênio de Jerusalém. Depois do por do sol, iniciando o sexto dia da semana (15 de Nisã) Jesus se sentou para jantar com os doze discípulos. Depois de terminarem a refeição, foram ao Jardim do Getsêmani, onde Jesus se reunia frequentemente com seus discípulos. Ali Judas Iscariotes, um dos discípulos de Jesus, o traiu aos soldados enviados pelo Sumo Sacerdote, e eles levaram Jesus para a residência do Sumo Sacerdote. Pela manhã, os principais sacerdotes e mestres da lei levaram Jesus a julgamento e o consideraram culpado de blasfêmia. O concílio enviou Jesus para ser julgado por traição perante o governador romano Pôncio Pilatos, que residia no Pretório enquanto estava em Jerusalém. O Pretório provavelmente estava localizado na antiga residência de Herodes, o Grande, que havia morrido 30 anos antes. Quando Pilatos soube que Jesus era da Galileia, enviou-o a Herodes Antipas, que tinha jurisdição sobre a Galileia. Mas quando Jesus não respondeu às muitas perguntas de Herodes, Herodes e os seus soldados enviaram-no de volta a Pilatos, que cedeu às exigências do povo para que Jesus fosse crucificado. Jesus foi forçado a carregar sua cruz para fora do portão da cidade até o Gólgota, que significa Colina da Caveira, referindo-se ao que pode ter sido uma pequena colina não explorada no meio de uma antiga pedreira do lado de fora do portão. Depois que Jesus não conseguiu mais carregar sua cruz, um homem chamado Simão, de Cirene, foi forçado a carregá-la para ele. Lá no Gólgota eles crucificaram Jesus. Depois que Jesus morreu, seu corpo foi retirado às pressas antes do anoitecer e colocado em um túmulo recém-escavado na rocha, de propriedade de José de Arimateia, membro do sumo conselho judaico. Este túmulo provavelmente estava localizado no perímetro da antiga pedreira.
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João 18:1, 2
Depois que Jesus terminou de falar, ele e os seus discípulos atravessaram o riacho de Cedrom, onde havia um jardim chamado Getsêmani, onde Jesus entrou com eles. Judas, o traidor, conhecia o lugar, pois Jesus sempre ia até lá com os seus discípulos. E Jesus disse aos discípulos: “Sentem-se aqui, enquanto eu vou orar. Orem para que não caiam em tentação.”
Mateus 26:36
Em seguida, Jesus foi com seus discípulos para um jardim chamado Getsêmani. Ele lhes disse: “Sentem-se aqui, enquanto eu vou ali orar.”
Marcos 14:32
Eles chegaram a um jardim, chamado Getsêmani, onde Jesus disse aos discípulos: “Sentem-se aqui, enquanto eu vou orar.”
Lucas 22:40
Quando chegou, disse aos discípulos: “Orem para que não caiam em tentação.”
Marcos 14:33, 34
Ele levou Pedro, Tiago e João com ele. Ele começou a sentir-se tomado de grande tristeza e aflição. Jesus lhes disse: “A minha alma está profundamente triste até a morte; fiquem aqui e vigiem comigo.”
Mateus 26:37, 38
Ele levou Pedro e os dois filhos de Zebedeu com ele. Jesus começou a sentir grande tristeza e aflição. Então, ele lhes disse: “A minha alma está profundamente triste até a morte; fiquem aqui e vigiem comigo.”
Lucas 22:41-46
Então, ele se afastou dos discípulos e foi caminhar a uns trinta metros de distância. Jesus se ajoelhou e começou a orar pedindo para, se possível, ser poupado daquele momento de sofrimento. Ele disse: “Pai, meu Pai, se você quiser, por favor, afaste de mim este cálice de sofrimento! Mas, que não seja feito o que eu quero, mas o que o senhor quer.” Na mesma hora, um anjo apareceu do céu para lhe dar forças. Sentindo uma grande angústia, Jesus orou com mais força e o seu suor caía como gotas de sangue no chão. Ele acabou sua oração, levantou-se e voltou para onde estavam os discípulos. Eles estavam adormecidos, esgotados pela tristeza. Jesus lhes perguntou: “Por que vocês estão dormindo? Vocês não conseguem ficar acordados comigo nem por apenas uma hora? Levantem-se vigiem e orem para que não caiam em tentação! O espírito, na verdade, está pronto, mas a carne é fraca.”
Marcos 14:35-38
Ele foi um pouco mais longe e, depois, se ajoelhou. Ele orou, pedindo para, se possível, ser poupado daquele momento de sofrimento. Ele disse: “Pai, meu Pai! Você pode fazer tudo. Por favor, afaste este cálice de sofrimento de mim! Mas que seja feito o que o senhor quiser, e não o que eu quero.” Então, Jesus voltou e encontrou os discípulos dormindo. Ele disse a Pedro: “Simão, você está dormindo? Não consegue ficar acordado nem por uma hora? Vigiem e orem, para que não caiam em tentação; o espírito, na verdade, está pronto, mas a carne é fraca.”
Mateus 26:39-41
Ele foi um pouco mais adiante, colocou seu rosto no chão e orou: “Meu Pai, por favor, se for possível, afaste de mim este cálice de sofrimento! Ainda assim, que não seja feito o que eu quero, mas o que o senhor quer.” Ele voltou aos discípulos e os encontrou dormindo. Jesus disse a Pedro: “O quê? Vocês não conseguem ficar acordados comigo nem por apenas uma hora? Vigiem e orem, para que não caiam em tentação; o espírito, na verdade, está pronto, mas a carne é fraca.”
Mateus 26:42-46
Ele se afastou novamente e orou, dizendo: “Meu Pai, se este cálice não pode ser afastado de mim sem que eu beba dele, então, que seja feita a sua vontade!” Ele voltou e os encontrou dormindo, pois eles simplesmente não conseguiam ficar acordados. Eles não sabiam o que dizer para Jesus. Então, Jesus se afastou deles mais uma vez e foi orar uma terceira vez, repetindo as mesmas palavras. Depois, ele voltou para onde estavam os discípulos e lhes disse: “Como vocês ainda estão dormindo e descansando? Já é o bastante! Vejam! Chegou a hora. O Filho do Homem está próximo de ser entregue nas mãos dos pecadores! Levantem-se e vamos! Olhem! Aquele que está me traindo chegou.”
Marcos 14:39-42
Jesus se afastou dos discípulos mais uma vez. Ele orou, dizendo as mesmas palavras. Depois ele voltou e, novamente, encontrou-os dormindo. Eles não conseguiam manter seus olhos abertos. Eles não sabiam o que dizer para Jesus. Pela terceira vez, Jesus voltou e lhes perguntou: “Vocês ainda estão dormindo? Vocês ainda estão descansando? Já é o bastante! Chegou a hora! Vejam, o Filho do Homem está sendo entregue aos pecadores. Levantem-se! Vamos! Vejam! Aqui está o meu traidor.”
§ 143. Jesus é traído e feito prisioneiro. A Orelha de Malco é restaurada.
(34° Milagre do Nosso Senhor)
◈ Data: Noite. Introduzindo o Sexto Dia da Semana, 15 de Nisã. – 33 d.C.
◈ Hora: Entre 20h e 21h.
◈ Local: Monte das Oliveiras.
MONTE DAS OLIVEIRAS.

No quinto dia da semana (14 de Nisã), Jesus combinou de compartilhar a refeição da Páscoa com seus discípulos em um cenáculo, tradicionalmente considerado localizado no bairro essênio de Jerusalém. Depois do por do sol, iniciando o sexto dia da semana (15 de Nisã) Jesus se sentou para jantar com os doze discípulos. Depois de terminarem a refeição, foram ao Jardim do Getsêmani, onde Jesus se reunia frequentemente com seus discípulos. Ali Judas Iscariotes, um dos discípulos de Jesus, o traiu aos soldados enviados pelo Sumo Sacerdote, e eles levaram Jesus para a residência do Sumo Sacerdote. Pela manhã, os principais sacerdotes e mestres da lei levaram Jesus a julgamento e o consideraram culpado de blasfêmia. O concílio enviou Jesus para ser julgado por traição perante o governador romano Pôncio Pilatos, que residia no Pretório enquanto estava em Jerusalém. O Pretório provavelmente estava localizado na antiga residência de Herodes, o Grande, que havia morrido 30 anos antes. Quando Pilatos soube que Jesus era da Galileia, enviou-o a Herodes Antipas, que tinha jurisdição sobre a Galileia. Mas quando Jesus não respondeu às muitas perguntas de Herodes, Herodes e os seus soldados enviaram-no de volta a Pilatos, que cedeu às exigências do povo para que Jesus fosse crucificado. Jesus foi forçado a carregar sua cruz para fora do portão da cidade até o Gólgota, que significa Colina da Caveira, referindo-se ao que pode ter sido uma pequena colina não explorada no meio de uma antiga pedreira do lado de fora do portão. Depois que Jesus não conseguiu mais carregar sua cruz, um homem chamado Simão, de Cirene, foi forçado a carregá-la para ele. Lá no Gólgota eles crucificaram Jesus. Depois que Jesus morreu, seu corpo foi retirado às pressas antes do anoitecer e colocado em um túmulo recém-escavado na rocha, de propriedade de José de Arimateia, membro do sumo conselho judaico. Este túmulo provavelmente estava localizado no perímetro da antiga pedreira.
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Marcos 14:43
Exatamente quando ele disse isso, Judas, um dos doze discípulos, chegou com uma multidão que carregava espadas e porretes. Eles tinham sido enviados pelos chefes dos sacerdotes, líderes religiosos e pelos presbíteros do povo. Judas, o traidor, conhecia o lugar, pois Jesus sempre ia até lá com os seus discípulos.
João 18:3, 2
Então, Judas levou uma tropa de soldados com ele, além de guardas dos chefes dos sacerdotes e dos fariseus. Eles chegaram até lá, carregando tochas, lampiões e armas. Judas, o traidor, conhecia o lugar, pois Jesus sempre ia até lá com os seus discípulos.
Mateus 26:47
Assim que ele disse isso, Judas, um dos doze apóstolos, chegou com uma grande multidão, armada com espadas e porretes, enviada pelos chefes dos sacerdotes e pelos presbíteros do povo.
Lucas 22:47(a)
Enquanto ele ainda estava falando, uma multidão apareceu, liderada por Judas, um dos doze discípulos.
João 18:4-9
Jesus já sabia tudo o que aconteceria com ele. Ele foi encontrá-los e perguntou: “Por quem vocês procuram?” Eles responderam: “Jesus de Nazaré!” Então, Jesus lhes disse: “Sou eu!” Judas, o traidor, estava em pé com eles. Quando Jesus disse: “Sou eu!”, eles recuaram e caíram no chão. Então, ele novamente lhes perguntou: “Quem vocês procuram?” E eles novamente responderam: “Jesus de Nazaré!” Jesus respondeu: “Eu já lhes disse que sou eu. Então, se eu sou quem vocês procuram, deixem que esses outros vão embora.” Estas palavras cumpriram o que Jesus tinha dito antes: “Eu não perdi nenhum daqueles que você me deu.”
Marcos 14:44-46
O traidor havia combinado um sinal com eles: “Aquele a quem eu beijar é a pessoa que procuram. Prendam-no e levem-no bem seguro.” Judas se aproximou de Jesus. Ele disse: “Rabi”, e o beijou. Mas, Jesus lhe perguntou: “Judas, você está traindo o Filho do Homem com um beijo? Amigo, o que você veio fazer?” Então eles agarraram Jesus e o prenderam. Os discípulos de Jesus lhe perguntaram: “Senhor, devemos atacá-los com as nossas espadas?”
Mateus 26:48-50
O traidor tinha combinado de lhes dar um sinal. Ele lhes disse: “Prendam aquele que eu beijar, pois é ele.” Judas rapidamente se aproximou de Jesus e disse: “Olá, Rabi!”, e o beijou. Jesus disse a Judas: “Amigo, o que você veio fazer?” Então, eles vieram, agarraram Jesus e o prenderam.
Lucas 22:47(b)-49
Judas se aproximou de Jesus e o beijou. Mas, Jesus lhe perguntou: “Judas, você está traindo o Filho do Homem com um beijo?” Os discípulos de Jesus lhe perguntaram: “Senhor, devemos atacá-los com as nossas espadas?”
João 18:10
Então, Simão Pedro, um dos que estavam lá com Jesus, tirou uma espada e atingiu Malco, o empregado do sumo sacerdote, cortando sua orelha direita.
Mateus 26:51
Um daqueles que estavam com Jesus alcançou a sua espada e a sacou. Ele golpeou o empregado do sumo sacerdote, cortando a sua orelha.
Marcos 14:47
Mas, um dos que estavam lá tirou a sua espada e atacou o empregado do sumo sacerdote, cortando a sua orelha.
Lucas 22:50
E um deles atingiu o empregado do sumo sacerdote, cortando sua orelha direita.
Mateus 26:52-54
Mas, Jesus lhe disse: “Parem! Chega disto! Largue a sua espada! Todos que lutam com a espada morrerão pela espada. Você acha que eu não deveria beber do cálice que o meu Pai me deu? Você não acha que eu poderia pedir ao meu Pai, e ele imediatamente enviaria mais de doze legiões de anjos? Mas, então, como poderia se cumprir o que as Sagradas Escrituras dizem que deve acontecer?”30 Ele tocou a orelha do homem e o curou.
João 18:11
Jesus disse a Pedro: “Guarde a espada! Você acha que eu não deveria beber do cálice que o meu Pai me deu?”
Lucas 22:51
Jesus disse: “Parem! Chega disto!” Ele tocou a orelha do homem e o curou.
Marcos 14:48-52
Jesus perguntou aos chefes dos sacerdotes, aos oficiais da guarda do Templo e aos presbíteros do povo: “Eu sou algum bandido perigoso, para vocês me prenderem com espadas e porretes? Todos os dias, eu estava lá com vocês, ensinando no Templo. Então, por que vocês não me prenderam antes? Esta, porém, é a hora de vocês e a hora do poder das trevas. Mas, isso está acontecendo para cumprir o que dizem as Sagradas Escrituras.” Então, todos os discípulos de Jesus o abandonaram e fugiram. Um jovem, enrolado apenas num lençol, seguia Jesus. Eles tentaram prendê-lo, mas ele fugiu nu, deixando o lençol para trás.31
Mateus 26:55, 56
Então, Jesus disse à multidão: “Vocês vêm com espadas e porretes para me prender, como se eu fosse algum tipo de bandido perigoso? Todos os dias eu me sentei no Templo, ensinando, e vocês não me prenderam. Mas, tudo isto está acontecendo para que se cumpra o que os profetas escreveram.” Então, todos os discípulos o abandonaram e fugiram.
Lucas 22:52, 53
Depois, Jesus falou com os chefes dos sacerdotes, com os oficiais da guarda do Templo e com os presbíteros do povo: “Eu sou algum tipo de criminoso, para que vocês tenham que vir com espadas e porretes? Vocês não me prenderam antes, mesmo eu estando todos os dias com vocês no Templo. Esta, porém, é a hora de vocês e a hora do poder das trevas.”
§ 144. Jesus diante de Anás. Pedro o nega três vezes.
◈ Data: Noite. Introduzindo o Sexto Dia da Semana, 15 de Nisã. – 33 d.C.
◈ Hora: Entre 21h e 23h.
◈ Local: Do Monte das Oliveiras para Jerusalém.
DO MONTE DAS OLIVEIRAS PARA JERUSALÉM.

No quinto dia da semana (14 de Nisã), Jesus combinou de compartilhar a refeição da Páscoa com seus discípulos em um cenáculo, tradicionalmente considerado localizado no bairro essênio de Jerusalém. Depois do por do sol, iniciando o sexto dia da semana (15 de Nisã) Jesus se sentou para jantar com os doze discípulos. Depois de terminarem a refeição, foram ao Jardim do Getsêmani, onde Jesus se reunia frequentemente com seus discípulos. Ali Judas Iscariotes, um dos discípulos de Jesus, o traiu aos soldados enviados pelo Sumo Sacerdote, e eles levaram Jesus para a residência do Sumo Sacerdote. Pela manhã, os principais sacerdotes e mestres da lei levaram Jesus a julgamento e o consideraram culpado de blasfêmia. O concílio enviou Jesus para ser julgado por traição perante o governador romano Pôncio Pilatos, que residia no Pretório enquanto estava em Jerusalém. O Pretório provavelmente estava localizado na antiga residência de Herodes, o Grande, que havia morrido 30 anos antes. Quando Pilatos soube que Jesus era da Galileia, enviou-o a Herodes Antipas, que tinha jurisdição sobre a Galileia. Mas quando Jesus não respondeu às muitas perguntas de Herodes, Herodes e os seus soldados enviaram-no de volta a Pilatos, que cedeu às exigências do povo para que Jesus fosse crucificado. Jesus foi forçado a carregar sua cruz para fora do portão da cidade até o Gólgota, que significa Colina da Caveira, referindo-se ao que pode ter sido uma pequena colina não explorada no meio de uma antiga pedreira do lado de fora do portão. Depois que Jesus não conseguiu mais carregar sua cruz, um homem chamado Simão, de Cirene, foi forçado a carregá-la para ele. Lá no Gólgota eles crucificaram Jesus. Depois que Jesus morreu, seu corpo foi retirado às pressas antes do anoitecer e colocado em um túmulo recém-escavado na rocha, de propriedade de José de Arimateia, membro do sumo conselho judaico. Este túmulo provavelmente estava localizado no perímetro da antiga pedreira.
Fonte: https://biblemapper.com/
João 18:12-16, 18
Então, os soldados, o comandante da tropa e os guardas dos judeus prenderam Jesus e amarraram as suas mãos. Eles levaram Jesus para a casa de Caifás, o sumo sacerdote, onde estavam reunidos todos os chefes dos sacerdotes, os presbíteros do povo e os escribas. Então o levaram primeiramente a Anás, sogro de Caifás, sumo sacerdote naquele ano.32 Foi Caifás quem falou para os judeus: “É melhor que morra apenas um homem pelo povo.” Simão Pedro e um outro discípulo seguiram Jesus. O discípulo era conhecido do sumo sacerdote e, por isso, ele entrou no pátio da casa do sumo sacerdote com Jesus. Mas, Pedro ficou do lado de fora, próximo à porta. Então, o outro discípulo que conhecia o sumo sacerdote foi e falou com a empregada que cuidava da porta, para que deixasse Pedro entrar.33 Estava frio, e os empregados e os guardas estavam perto de uma fogueira, que fizeram para se aquecerem. Pedro ficou perto deles para se aquecer também e ver como tudo terminaria.
Marcos 14:53, 54
Eles levaram Jesus para a casa do sumo sacerdote, onde estavam reunidos todos os chefes dos sacerdotes, os presbíteros do povo e os escribas. Pedro seguiu Jesus, mantendo uma certa distância, e entrou no pátio da casa do sumo sacerdote. Ele se sentou perto dos guardas e se aqueceu próximo ao fogo.
Mateus 26:57, 58
Os homens que prenderam Jesus o levaram até a casa de Caifás, o sumo sacerdote, onde os escribas e os presbíteros do povo estavam reunidos. Pedro o seguiu a uma certa distância, e entrou no pátio da casa do sumo sacerdote. Ele se sentou junto dos guardas para ver como tudo terminaria.
Lucas 22:54, 55
Eles prenderam Jesus e o levaram para a casa do sumo sacerdote. Pedro os seguiu a certa distância. Eles acenderam uma fogueira no meio do pátio e se sentaram próximos a ela. Pedro estava entre eles.
João 18:19-23
Então, o sumo sacerdote, Anás, perguntou a Jesus a respeito dos seus discípulos e sobre o que ele havia ensinado. Jesus respondeu: “Eu tenho falado publicamente a todos. Eu sempre ensinei nas sinagogas e no Templo, onde todo o povo judeu se reúne. Eu nunca disse nada em segredo. Então, por que você está me fazendo essas perguntas? Pergunte para as pessoas que me ouviram o que eu lhes disse! Elas sabem o que eu disse!” Quando Jesus disse isso, um dos guardas, que estava próximo a ele, deu um tapa em seu rosto e disse: “Isso é maneira de falar com o sumo sacerdote?” Jesus respondeu: “Se eu disse algo errado, então, mostre a todos o erro. Mas, se eu disse a verdade, por que você me bateu?”34
Marcos 14:66-72
Enquanto isso, Pedro estava lá embaixo no pátio. Uma das empregadas do sumo sacerdote passou por ele e, ao vê-lo se esquentando junto ao fogo, olhou bem para Pedro e disse: “Você também estava com Jesus de Nazaré! Você não é um dos discípulos daquele homem?” Mas, ele negou na frente de todos. Pedro respondeu: “Eu? Não, eu não sou; eu não o conheço! Eu não sei do que você está falando, ou o que quer dizer!” Então, ele saiu para a varanda, e o galo cantou. Pouco tempo depois, ele voltou para a entrada do pátio e estava perto da fogueira se aquecendo. Ao ver Pedro lá, a empregada repetiu novamente aos que estavam por perto: “Este homem é um deles!” Outra empregada o viu e disse para as pessoas que lá estavam: “Este homem estava com Jesus de Nazaré. As pessoas lhe perguntaram: “Você não é um dos discípulos dele?” Mais alguém olhou para ele e disse: “Você também é um deles! Mais uma vez, Pedro negou com um juramento: “Não, eu não sou! Eu não o conheço.” Pouco tempo depois, cerca de uma hora, as pessoas que estavam lá paradas, viram Pedro novamente, se aproximaram e disseram: “Tenho certeza que você é um deles, porque você também é um galileu!” Um dos empregados do grande sacerdote, um parente do homem a quem Pedro cortara a orelha, perguntou: “Eu não o vi com ele no jardim?” Pedro começou a se amaldiçoar e jurou: “Que Deus me castigue se eu estiver mentindo! Eu não conheço esse homem de quem vocês estão falando! Eu não tenho ideia do que você está falando!” E no mesmo instante, enquanto ele ainda estava falando, o galo cantou pela segunda vez. O Senhor virou-se e olhou para Pedro. Então, Pedro se lembrou do que Jesus havia dito a ele: “Antes do galo cantar duas vezes, você me negará três vezes.” Quando ele percebeu o que tinha feito, saiu dali e começou a chorar amargamente. Então, Anás enviou Jesus, com as mãos ainda amarradas, para o grande sacerdote, Caifás.
Mateus 26:69-75
Nesse meio tempo, Pedro estava sentado do lado de fora do pátio. Uma empregada veio e lhe disse: “Você também estava com Jesus da Galileia!” Mas, ele negou isso na frente de todos, dizendo: “Eu não sei do que você está falando.” Quando ele voltou para a entrada do pátio, outra empregada o viu e disse para as pessoas que lá estavam: “Este homem estava com Jesus de Nazaré.” Uma vez mais Pedro negou, dizendo com um juramento: “Eu não o conheço.” Pouco tempo depois, as pessoas que estavam lá paradas se aproximaram de Pedro e disseram: “Tenho certeza que você é um deles. O seu modo de falar o entrega.” Então, ele começou a jurar: “Que Deus me castigue se eu estiver mentindo! Eu não conheço aquele homem!” Nesse mesmo instante, o galo cantou. Então, Pedro se lembrou do que Jesus lhe tinha dito: “Antes do galo cantar, você negará que me conhece por três vezes.” Ele saiu dali e chorou amargamente.
Lucas 22:56-62
Quando ele se sentou lá, uma empregada o viu, olhou diretamente para ele e disse: “Este homem estava com ele!” Mas, Pedro negou. Ele disse: “Não, eu não o conheço!” Pouco tempo depois, mais alguém olhou para ele e disse: “Você também é um deles!” E Pedro respondeu: “Não, eu não sou!” Cerca de uma hora depois, outra pessoa insistiu: “Tenho certeza de que você estava com ele também, pois você é galileu.” Pedro respondeu: “Eu não tenho ideia do que você está falando!” Naquele momento, enquanto ele ainda estava falando, o galo cantou. O Senhor virou-se e olhou para Pedro. E Pedro se lembrou do que o Senhor lhe tinha dito: “Hoje, antes que o galo cante, você me negará três vezes.” Pedro saiu dali e chorou amargamente.
João 18:17, 25-27, 24
A garota perguntou a Pedro: “Você não é um dos discípulos daquele homem?” Pedro respondeu: “Eu? Não, eu não sou!” Enquanto Simão Pedro ainda estava perto da fogueira se aquecendo, as pessoas lhe perguntaram: “Você não é um dos discípulos dele?” Pedro negou e disse: “Não, eu não sou!” Um dos empregados do grande sacerdote, um parente do homem a quem Pedro cortara a orelha, perguntou: “Eu não o vi com ele no jardim?” Pedro negou de novo, e, logo em seguida, um galo cantou. Então, Anás enviou Jesus, com as mãos ainda amarradas, para o grande sacerdote, Caifás.
§ 145. Jesus diante de Caifás e do Sinédrio. Ele é condenado e escarnecido.
◈ Data: Manhã. Sexto Dia da Semana, 15 de Nisã. – 33 d.C.
◈ Hora: Entre 5h e 6h.
◈ Local: Jerusalém.
JERUSALÉM.

No quinto dia da semana (14 de Nisã), Jesus combinou de compartilhar a refeição da Páscoa com seus discípulos em um cenáculo, tradicionalmente considerado localizado no bairro essênio de Jerusalém. Depois do por do sol, iniciando o sexto dia da semana (15 de Nisã) Jesus se sentou para jantar com os doze discípulos. Depois de terminarem a refeição, foram ao Jardim do Getsêmani, onde Jesus se reunia frequentemente com seus discípulos. Ali Judas Iscariotes, um dos discípulos de Jesus, o traiu aos soldados enviados pelo Sumo Sacerdote, e eles levaram Jesus para a residência do Sumo Sacerdote. Pela manhã, os principais sacerdotes e mestres da lei levaram Jesus a julgamento e o consideraram culpado de blasfêmia. O concílio enviou Jesus para ser julgado por traição perante o governador romano Pôncio Pilatos, que residia no Pretório enquanto estava em Jerusalém. O Pretório provavelmente estava localizado na antiga residência de Herodes, o Grande, que havia morrido 30 anos antes. Quando Pilatos soube que Jesus era da Galileia, enviou-o a Herodes Antipas, que tinha jurisdição sobre a Galileia. Mas quando Jesus não respondeu às muitas perguntas de Herodes, Herodes e os seus soldados enviaram-no de volta a Pilatos, que cedeu às exigências do povo para que Jesus fosse crucificado. Jesus foi forçado a carregar sua cruz para fora do portão da cidade até o Gólgota, que significa Colina da Caveira, referindo-se ao que pode ter sido uma pequena colina não explorada no meio de uma antiga pedreira do lado de fora do portão. Depois que Jesus não conseguiu mais carregar sua cruz, um homem chamado Simão, de Cirene, foi forçado a carregá-la para ele. Lá no Gólgota eles crucificaram Jesus. Depois que Jesus morreu, seu corpo foi retirado às pressas antes do anoitecer e colocado em um túmulo recém-escavado na rocha, de propriedade de José de Arimateia, membro do sumo conselho judaico. Este túmulo provavelmente estava localizado no perímetro da antiga pedreira.
Fonte: https://biblemapper.com/
Lucas 22:66
Pela manhã, o conselho de presbíteros do povo se reuniu com os chefes dos sacerdotes e com os escribas e todo o Sinédrio contra Jesus, para o matarem. E Jesus foi levado diante do conselho.
Mateus 27:1
Pela manhã, todos os principais sacerdotes e os presbíteros do povo entraram em conselho contra Jesus, para o matarem.
Marcos 15:1(a)
Pela manhã, os principais sacerdotes entraram em conselho com os presbíteros do povo, os escribas e todo o Sinédrio.
Marcos 14:55-61(a)
E os principais sacerdotes e todo o Sinédrio procuravam algum testemunho contra Jesus para que, então, pudessem o condenar à morte, mas não achavam nada. Muitas pessoas testemunhavam falsamente contra ele, mas o que diziam não era coerente. Alguns deles levantavam-se para falar mentiras contra Jesus. Eles diziam: “Nós o ouvimos dizer: ‘Eu destruirei este Templo, que mãos humanas construíram, e, em três dias, eu construirei outro sem precisar usar mãos para isso.’” Mas, mesmo assim, os seus depoimentos não eram coerentes. Então, o sumo sacerdote ficou em frente ao conselho e perguntou a Jesus: “Você não tem nada dizer em relação a essas acusações?” Mas, Jesus permaneceu em silêncio e não respondeu.
Mateus 26:59-63(a)
Os chefes dos sacerdotes e o conselho superior estavam tentando encontrar alguma evidência falsa contra Jesus para que, então, o pudessem condenar à morte. Mas, eles não conseguiam encontrar nada, ainda que muitas testemunhas falsas se apresentassem contra ele. Finalmente, dois homens se aproximaram e relataram: “Este homem disse: ‘Eu posso destruir o Templo de Deus e reconstruí-lo em três dias.’” O sumo sacerdote se levantou e perguntou para Jesus: “Você não irá responder? O que você tem a dizer em sua defesa?” Mas, Jesus permaneceu em silêncio.
Mateus 26:63(b)-68
Eles disseram: “Diga para nós se você é realmente o Messias.” Jesus respondeu: “Mesmo se eu dissesse, vocês não acreditariam em mim. E se eu lhes fizesse uma pergunta, vocês também não me responderiam.” Todos eles perguntaram: “Então, você é o Filho de Deus?” O sumo sacerdote disse a Jesus: “Em nome do Deus vivo, eu o coloco sob juramento. Diga se você é o Messias, o Filho de Deus.” Jesus respondeu: “É o senhor quem está dizendo isso. Mas eu também lhes digo que, Eu sou, e a partir de agora, vocês verão o Filho do Homem sentado à direita do Todo-Poderoso e vindo nas nuvens do céu.”35 Eles falaram: “Por que nós precisamos de qualquer outra testemunha? Nós mesmos ouvimos isso de sua própria boca!” Então, o sumo sacerdote rasgou suas roupas e disse: “Ele está insultando a Deus! Por que precisamos de mais testemunhas? Vejam! Agora, vocês ouviram por si mesmos a sua blasfêmia! Qual é a sua decisão?” Eles responderam: “Culpado! Ele merece morrer!” Então, alguns deles começaram a cuspir nele. Então, eles deram um tapa em seu rosto e bateram nele. Os homens que vigiavam Jesus começaram a zombar e a bater nele. Eles colocaram uma venda em seus olhos. Alguns o esmurravam e diziam: “Messias, se você pode fazer profecias, adivinhe e diga-nos quem bateu em você! Profeta, por que não adivinha quem lhe bateu?” Os guardas levaram Jesus com eles e também bateram nele. Eles também disseram muitos outros insultos para ele.
Lucas 22:67, 68, 70, 69, 71; 63-65
Eles disseram: “Diga para nós se você é realmente o Messias.” Jesus respondeu: “Mesmo se eu dissesse, vocês não acreditariam em mim. E se eu lhes fizesse uma pergunta, vocês também não me responderiam.” Todos eles perguntaram: “Então, você é o Filho de Deus?” Jesus respondeu: “São vocês quem estão dizendo isso! Mas, a partir de agora, o Filho do Homem se sentará à direita do Deus Todo-Poderoso.” Eles falaram: “Por que nós precisamos de qualquer outra testemunha? Nós mesmos ouvimos isso de sua própria boca!” Os homens que vigiavam Jesus começaram a zombar e a bater nele. Eles colocaram uma venda em seus olhos, bateram em seu rosto, e depois lhe perguntaram: “Se você pode fazer profecias, então, adivinhe quem bateu em você dessa vez!” Eles também disseram muitos outros insultos para ele.
Marcos 14:61(b)-65
Então, o sumo sacerdote perguntou novamente: “Você é o Messias, o Filho do Deus Bendito?” Jesus respondeu: “Eu sou, e vocês verão o Filho do Homem se sentar à direita do Deus Todo-Poderoso e vir com as nuvens do céu.” O sumo sacerdote rasgou suas próprias roupas e perguntou: “Por que nós precisamos de qualquer outra testemunha? Vocês ouviram a blasfêmia! Qual a decisão de vocês?” Eles todos consideraram Jesus culpado e o condenaram à morte. Então, alguns deles começaram a cuspir nele. Eles colocaram uma venda nos olhos de Jesus, deram murros nele e disseram: “‘Profeta’, por que não adivinha quem lhe bateu?” Os guardas levaram Jesus com eles e também bateram nele.
§ 146. O Sinédrio conduz Jesus a Pilatos.
◈ Data: Manhã. Sexto Dia da Semana, 15 de Nisã. – 33 d.C.
◈ Hora: Entre 6h e 7h.
◈ Local: Jerusalém.
JERUSALÉM.

No quinto dia da semana (14 de Nisã), Jesus combinou de compartilhar a refeição da Páscoa com seus discípulos em um cenáculo, tradicionalmente considerado localizado no bairro essênio de Jerusalém. Depois do por do sol, iniciando o sexto dia da semana (15 de Nisã) Jesus se sentou para jantar com os doze discípulos. Depois de terminarem a refeição, foram ao Jardim do Getsêmani, onde Jesus se reunia frequentemente com seus discípulos. Ali Judas Iscariotes, um dos discípulos de Jesus, o traiu aos soldados enviados pelo Sumo Sacerdote, e eles levaram Jesus para a residência do Sumo Sacerdote. Pela manhã, os principais sacerdotes e mestres da lei levaram Jesus a julgamento e o consideraram culpado de blasfêmia. O concílio enviou Jesus para ser julgado por traição perante o governador romano Pôncio Pilatos, que residia no Pretório enquanto estava em Jerusalém. O Pretório provavelmente estava localizado na antiga residência de Herodes, o Grande, que havia morrido 30 anos antes. Quando Pilatos soube que Jesus era da Galileia, enviou-o a Herodes Antipas, que tinha jurisdição sobre a Galileia. Mas quando Jesus não respondeu às muitas perguntas de Herodes, Herodes e os seus soldados enviaram-no de volta a Pilatos, que cedeu às exigências do povo para que Jesus fosse crucificado. Jesus foi forçado a carregar sua cruz para fora do portão da cidade até o Gólgota, que significa Colina da Caveira, referindo-se ao que pode ter sido uma pequena colina não explorada no meio de uma antiga pedreira do lado de fora do portão. Depois que Jesus não conseguiu mais carregar sua cruz, um homem chamado Simão, de Cirene, foi forçado a carregá-la para ele. Lá no Gólgota eles crucificaram Jesus. Depois que Jesus morreu, seu corpo foi retirado às pressas antes do anoitecer e colocado em um túmulo recém-escavado na rocha, de propriedade de José de Arimateia, membro do sumo conselho judaico. Este túmulo provavelmente estava localizado no perímetro da antiga pedreira.
Fonte: https://biblemapper.com/
João 18:28-35
Depois, eles amarraram e levaram Jesus da casa de Caifás para o palácio do governador romano Pôncio Pilatos. Era cedo de manhã. Os líderes judeus não entraram no palácio porque, se eles o fizessem, estariam cerimonialmente impuros, e eles queriam estar puros para comerem a refeição da Páscoa.36 Então, Pilatos saiu para encontrá-los. Ele perguntou: “Do que acusam este homem?” Lá, eles começaram a acusá-lo. Eles responderam: “Se ele não fosse um criminoso, nós não o teríamos trazido até o senhor. Nós descobrimos que este homem está enganando a nossa nação. Ele diz para as pessoas não pagarem impostos ao imperador. E também afirma ser o Messias, um rei.” Pilatos lhes disse: “Então, levem este homem e o julguem de acordo com a sua lei.” Os judeus responderam: “Nós não podemos matar ninguém.” Assim se cumpriu o que Jesus tinha dito sobre como ele morreria. Pilatos entrou novamente em seu palácio. Ele chamou Jesus e ele foi trazido diante de Pilatos, o governador, que lhe perguntou: “Você é o Rei dos Judeus?” Jesus respondeu: “É você quem está dizendo isso! Esta pergunta é do senhor mesmo? Ou foram outras pessoas que falaram para você sobre mim?” Pilatos disse: “Por acaso eu sou judeu? Foi o seu próprio povo e os chefes dos sacerdotes que o entregaram a mim. O que foi que você fez?”
Lucas 23:1-3
Todo o conselho superior se levantou e levou Jesus a Pilatos. Lá, eles começaram a acusá-lo. Eles disseram: “Nós descobrimos que este homem está enganando a nossa nação. Ele diz para as pessoas não pagarem impostos ao imperador. E também afirma ser o Messias, um rei.” Pilatos lhe perguntou: “Você é o Rei dos Judeus?” Jesus respondeu: “É você quem está dizendo isso!”
Mateus 27:2, 11
Eles o amarraram e o levaram até Pôncio Pilatos, o governador. Jesus foi trazido diante de Pilatos, o governador, que lhe perguntou: “Você é o Rei dos Judeus?” Jesus respondeu: “É você quem está dizendo isso.”
Marcos 15:1(b), 2
Eles amarraram Jesus e o levaram para ser entregue a Pilatos. Pilatos perguntou a Jesus: “Você é o Rei dos Judeus?” Jesus lhe disse: “Você é quem está dizendo isso!”
João 18:36-38
Jesus respondeu: “Meu Reino não é deste mundo. Se fosse deste mundo, os meus seguidores lutariam para que eu não fosse entregue aos judeus. Mas, o meu Reino não é daqui.”37 Depois, Pilatos perguntou: “Então você é rei?” Jesus respondeu: “É o senhor quem diz que eu sou rei. A razão de eu ter nascido e vindo para o mundo foi para falar a verdade. Todos aqueles que aceitam a verdade prestam atenção no que eu digo.” Pilatos perguntou: “O que é a verdade?” Ao dizer isso, Pilatos saiu e disse aos judeus: “Eu considero que ele não é culpado de crime algum.“
Marcos 15:3-5
Os chefes dos sacerdotes e os presbíteros do povo continuaram a fazer várias acusações contra Jesus, mas Jesus não respondeu. Pilatos lhe perguntou novamente: “Você não irá responder? Veja quantas acusações eles fazem contra você!” Jesus não respondeu mais nada, nem uma única palavra, o que deixou Pilatos muito surpreso.
Mateus 27:12-14
Mas, quando os chefes dos sacerdotes e os presbíteros do povo o acusaram, Jesus não respondeu. Pilatos perguntou a Jesus: “Você não ouviu as acusações que eles lhe fizeram?” Jesus não disse nada, nem uma única palavra. Isso realmente surpreendeu o governador.
Lucas 23:4, 5
Então, Pilatos disse aos chefes dos sacerdotes e à multidão que estava lá: “Eu não acho que este homem seja culpado de qualquer crime!” Mas, eles insistiram, dizendo: “Ele está incentivando a rebelião em toda a Judeia com os seus ensinamentos, desde a Galileia até aqui em Jerusalém.”
§ 147. Jesus diante de Herodes Antipas.
◈ Data: Manhã. Sexto Dia da Semana, 15 de Nisã. – 33 d.C.
◈ Hora: Entre 7h30 e 7h.
◈ Local: Jerusalém.
JERUSALÉM.

No quinto dia da semana (14 de Nisã), Jesus combinou de compartilhar a refeição da Páscoa com seus discípulos em um cenáculo, tradicionalmente considerado localizado no bairro essênio de Jerusalém. Depois do por do sol, iniciando o sexto dia da semana (15 de Nisã) Jesus se sentou para jantar com os doze discípulos. Depois de terminarem a refeição, foram ao Jardim do Getsêmani, onde Jesus se reunia frequentemente com seus discípulos. Ali Judas Iscariotes, um dos discípulos de Jesus, o traiu aos soldados enviados pelo Sumo Sacerdote, e eles levaram Jesus para a residência do Sumo Sacerdote. Pela manhã, os principais sacerdotes e mestres da lei levaram Jesus a julgamento e o consideraram culpado de blasfêmia. O concílio enviou Jesus para ser julgado por traição perante o governador romano Pôncio Pilatos, que residia no Pretório enquanto estava em Jerusalém. O Pretório provavelmente estava localizado na antiga residência de Herodes, o Grande, que havia morrido 30 anos antes. Quando Pilatos soube que Jesus era da Galileia, enviou-o a Herodes Antipas, que tinha jurisdição sobre a Galileia. Mas quando Jesus não respondeu às muitas perguntas de Herodes, Herodes e os seus soldados enviaram-no de volta a Pilatos, que cedeu às exigências do povo para que Jesus fosse crucificado. Jesus foi forçado a carregar sua cruz para fora do portão da cidade até o Gólgota, que significa Colina da Caveira, referindo-se ao que pode ter sido uma pequena colina não explorada no meio de uma antiga pedreira do lado de fora do portão. Depois que Jesus não conseguiu mais carregar sua cruz, um homem chamado Simão, de Cirene, foi forçado a carregá-la para ele. Lá no Gólgota eles crucificaram Jesus. Depois que Jesus morreu, seu corpo foi retirado às pressas antes do anoitecer e colocado em um túmulo recém-escavado na rocha, de propriedade de José de Arimateia, membro do sumo conselho judaico. Este túmulo provavelmente estava localizado no perímetro da antiga pedreira.
Fonte: https://biblemapper.com/
Lucas 23:6-12
Ao ouvir isso, Pilatos perguntou: “Este homem é galileu?” Quando ele soube que Jesus tinha vindo da jurisdição de Herodes, ele o enviou para Herodes que, naquela época, também estava em Jerusalém. Herodes ficou muito satisfeito em ver Jesus, pois há muito tempo ele queria conhecê-lo. Ele tinha ouvido a respeito de Jesus e tinha esperança de vê-lo realizar um milagre.38 Ele fez muitas perguntas a Jesus, mas não ouviu nenhuma resposta a qualquer pergunta que havia feito a ele, pois Jesus se calou. Os chefes dos sacerdotes e os escribas ficaram lá, acusando-o ferozmente. Herodes e os seus soldados trataram Jesus com desprezo e zombaram dele. Então, eles colocaram um manto luxuoso nele e o enviaram de volta a Pilatos. A partir daquele dia, Herodes e Pilatos, que antes eram inimigos, se tornaram amigos.39
§ 148. Pilatos procura libertar Jesus. Os judeus exigem Barrabás.
◈ Data: Manhã. Sexto Dia da Semana, 15 de Nisã. – 33 d.C.
◈ Hora: Entre 7h30 e 8h.
◈ Local: Jerusalém.
JERUSALÉM.

No quinto dia da semana (14 de Nisã), Jesus combinou de compartilhar a refeição da Páscoa com seus discípulos em um cenáculo, tradicionalmente considerado localizado no bairro essênio de Jerusalém. Depois do por do sol, iniciando o sexto dia da semana (15 de Nisã) Jesus se sentou para jantar com os doze discípulos. Depois de terminarem a refeição, foram ao Jardim do Getsêmani, onde Jesus se reunia frequentemente com seus discípulos. Ali Judas Iscariotes, um dos discípulos de Jesus, o traiu aos soldados enviados pelo Sumo Sacerdote, e eles levaram Jesus para a residência do Sumo Sacerdote. Pela manhã, os principais sacerdotes e mestres da lei levaram Jesus a julgamento e o consideraram culpado de blasfêmia. O concílio enviou Jesus para ser julgado por traição perante o governador romano Pôncio Pilatos, que residia no Pretório enquanto estava em Jerusalém. O Pretório provavelmente estava localizado na antiga residência de Herodes, o Grande, que havia morrido 30 anos antes. Quando Pilatos soube que Jesus era da Galileia, enviou-o a Herodes Antipas, que tinha jurisdição sobre a Galileia. Mas quando Jesus não respondeu às muitas perguntas de Herodes, Herodes e os seus soldados enviaram-no de volta a Pilatos, que cedeu às exigências do povo para que Jesus fosse crucificado. Jesus foi forçado a carregar sua cruz para fora do portão da cidade até o Gólgota, que significa Colina da Caveira, referindo-se ao que pode ter sido uma pequena colina não explorada no meio de uma antiga pedreira do lado de fora do portão. Depois que Jesus não conseguiu mais carregar sua cruz, um homem chamado Simão, de Cirene, foi forçado a carregá-la para ele. Lá no Gólgota eles crucificaram Jesus. Depois que Jesus morreu, seu corpo foi retirado às pressas antes do anoitecer e colocado em um túmulo recém-escavado na rocha, de propriedade de José de Arimateia, membro do sumo conselho judaico. Este túmulo provavelmente estava localizado no perímetro da antiga pedreira.
Fonte: https://biblemapper.com/
Lucas 23:13-16
Pilatos reuniu os chefes dos sacerdotes, as autoridades e o povo e lhes disse: “Vocês trouxeram esse homem diante de mim, acusando-o de incentivar as pessoas a se revoltarem. Eu o interroguei com muito cuidado na presença de vocês e não acho que seja culpado das acusações que fazem contra ele. Nem Herodes acha, pois o enviou novamente para nós. Ele não fez nada que exija que seja condenado à morte. No entanto, é costume entre vocês que eu solte alguém por ocasião da Páscoa.40 Então, eu mandarei chicoteá-lo e depois o libertarei.”
João 18:39(a)
No entanto, é costume entre vocês que eu solte alguém por ocasião da Páscoa.
Mateus 27:15-26(a)
Era o costume na festa da Páscoa que o governador libertasse o prisioneiro que a multidão escolhesse. Naquela época, havia um conhecido prisioneiro chamado Barrabás que foi preso porque pertencia a um grupo de rebeldes que tinha cometido assassinatos durante uma revolta. A multidão disse a Pilatos para libertar um prisioneiro, seguindo o costume. Então, Pilatos perguntou à multidão que estava ali reunida: “Vocês querem que eu liberte o Rei dos Judeus?“ Eles gritaram: “Não, ele não! E Pilatos perguntou: “Quem vocês querem que eu solte: Barrabás ou Jesus, chamado o Messias?” Mas, eles todos gritaram juntos: “Mate esse homem e liberte Barrabás para nós!” (Ele percebeu que era por causa de inveja que eles tinham entregado Jesus para ser julgado.) Enquanto Pilatos estava sentado no tribunal, sua esposa lhe enviou uma mensagem que dizia: “Não faça nada contra este homem inocente, pois hoje, num sonho, eu sofri muito por causa dele.” Mas, os chefes dos sacerdotes e os presbíteros do povo convenceram a multidão a pedir por Barrabás e condenar Jesus à morte. Quando o governador lhes perguntou: “Então, qual dos dois vocês querem que eu solte?” Eles responderam: “Barrabás.” E, então, Pilatos perguntou: “Neste caso, o que eu devo fazer com Jesus, que vocês chamam de o Rei dos Judeus, o Messias?” Eles gritaram: “Crucifique-o!” Pilatos queria libertar Jesus. Então, falou com eles novamente. Mas, eles continuavam a gritar: “Crucifique-o! Crucifique-o!” Pilatos perguntou pela terceira vez: “Mas, por quê? Qual crime ele cometeu? Eu não encontro qualquer motivo para matá-lo. Então, irei mandar chicoteá-lo e depois o libertarei.” Mas, eles gritaram ainda mais alto: “Crucifique-o!” Eles continuaram insistindo com altos gritos, exigindo que ele fosse crucificado. A gritaria deles foi bem sucedida. Quando Pilatos viu que essa era uma causa perdida e que o tumulto estava começando, ele pediu água e lavou as mãos na frente da multidão. Ele lhes disse: “Sou inocente da morte deste homem. Isso é com vocês!” Todas as pessoas responderam: “Que o seu sangue esteja em nossas mãos e nas mãos dos nossos filhos!” Então, querendo agradar a multidão, Pilatos deu a sentença que eles tanto queriam, ele soltou Barrabás, o homem que havia sido preso por rebelião e assassinato, mas entregou Jesus à vontade deles.
Marcos 15:6-15(a)
Naquela época, era costume, na festa da Páscoa, o governador libertar um prisioneiro escolhido pelo povo, qualquer um que eles escolhessem. Um dos prisioneiros era um homem chamado Barrabás, que pertencia a um grupo de rebeldes que tinha cometido assassinatos durante uma revolta. A multidão disse a Pilatos para libertar um prisioneiro, seguindo o costume. Pilatos perguntou para a multidão: “Vocês querem que eu liberte o Rei dos Judeus?” Ele sabia que os chefes dos sacerdotes tinham lhe entregado Jesus por inveja. Mas, os chefes dos sacerdotes incentivavam a multidão para que eles pedissem a libertação de Barrabás. Pilatos lhes perguntou: “Então, o que eu devo fazer com aquele que vocês chamam de o Rei dos Judeus?” Eles gritaram: “Crucifique-o!” Pilatos perguntou: “Por quê? Qual crime ele cometeu?” Eles gritaram ainda mais alto: “Crucifique-o!” Querendo agradar a multidão, Pilatos libertou Barrabás, como eles tinham pedido.
Lucas 23:17-25
Era o costume na festa da Páscoa que o governador libertasse o prisioneiro que a multidão escolhesse. (Barrabás foi preso por fazer parte em uma rebelião na cidade e por assassinato.) Mas, eles todos gritaram juntos: “Mate esse homem e liberte Barrabás para nós!” Pilatos queria libertar Jesus. Então, falou com eles novamente. Mas, eles continuavam a gritar: “Crucifique-o! Crucifique-o!” Pilatos lhes perguntou pela terceira vez: “Mas, por quê? Qual crime ele cometeu? Eu não encontro qualquer motivo para matá-lo. Então, irei mandar chicoteá-lo e depois o libertarei.” Eles continuaram insistindo com altos gritos, exigindo que ele fosse crucificado. A gritaria deles foi bem sucedida, e Pilatos deu a sentença que eles tanto queriam. Ele libertou o homem preso por rebelião e assassinato, mas entregou Jesus à vontade deles.
João 18:39(b), 40
Barrabás era um criminoso. Vocês querem que eu solte o Rei dos Judeus?” Eles gritaram: “Não, ele não! Nós queremos que solte Barrabás.”
§ 149. Pilatos entrega Jesus à morte. Ele é açoitado e escarnecido.
◈ Data: Manhã. Sexto Dia da Semana, 15 de Nisã. – 33 d.C.
◈ Hora: Entre 8h e 8h30.
◈ Local: Jerusalém.
JERUSALÉM.

No quinto dia da semana (14 de Nisã), Jesus combinou de compartilhar a refeição da Páscoa com seus discípulos em um cenáculo, tradicionalmente considerado localizado no bairro essênio de Jerusalém. Depois do por do sol, iniciando o sexto dia da semana (15 de Nisã) Jesus se sentou para jantar com os doze discípulos. Depois de terminarem a refeição, foram ao Jardim do Getsêmani, onde Jesus se reunia frequentemente com seus discípulos. Ali Judas Iscariotes, um dos discípulos de Jesus, o traiu aos soldados enviados pelo Sumo Sacerdote, e eles levaram Jesus para a residência do Sumo Sacerdote. Pela manhã, os principais sacerdotes e mestres da lei levaram Jesus a julgamento e o consideraram culpado de blasfêmia. O concílio enviou Jesus para ser julgado por traição perante o governador romano Pôncio Pilatos, que residia no Pretório enquanto estava em Jerusalém. O Pretório provavelmente estava localizado na antiga residência de Herodes, o Grande, que havia morrido 30 anos antes. Quando Pilatos soube que Jesus era da Galileia, enviou-o a Herodes Antipas, que tinha jurisdição sobre a Galileia. Mas quando Jesus não respondeu às muitas perguntas de Herodes, Herodes e os seus soldados enviaram-no de volta a Pilatos, que cedeu às exigências do povo para que Jesus fosse crucificado. Jesus foi forçado a carregar sua cruz para fora do portão da cidade até o Gólgota, que significa Colina da Caveira, referindo-se ao que pode ter sido uma pequena colina não explorada no meio de uma antiga pedreira do lado de fora do portão. Depois que Jesus não conseguiu mais carregar sua cruz, um homem chamado Simão, de Cirene, foi forçado a carregá-la para ele. Lá no Gólgota eles crucificaram Jesus. Depois que Jesus morreu, seu corpo foi retirado às pressas antes do anoitecer e colocado em um túmulo recém-escavado na rocha, de propriedade de José de Arimateia, membro do sumo conselho judaico. Este túmulo provavelmente estava localizado no perímetro da antiga pedreira.
Fonte: https://biblemapper.com/
Mateus 27:26(b)-30
E, depois de mandar açoitar Jesus, o entregou para ser crucificado. Os soldados do governador levaram Jesus para o Pretório e toda a tropa o cercou. Eles tiraram a roupa dele e colocaram sobre ele um manto púrpura. Eles fizeram uma coroa de espinhos e a colocaram em sua cabeça e puseram um bastão na sua mão direita. Eles se ajoelharam diante dele e zombaram, dizendo: “Nós o saudamos, Rei dos Judeus!” Eles cuspiram nele e lhe tiraram o bastão, batendo em sua cabeça com isso.
Marcos 15:15(b)-19
Primeiro, ele mandou chicotear Jesus e, depois, o entregou para ser crucificado. Os soldados o levaram para o pátio do Pretório, onde chamaram toda a tropa. Eles colocaram um manto púrpura sobre ele e fizeram uma coroa de espinhos, que colocaram em sua cabeça, e se ajoelhavam diante dele, como se o estivessem adorando. Então, eles diziam a Jesus: “Viva o Rei dos Judeus!” Os soldados batiam em sua cabeça com uma vara, cuspiam nele.
João 19:1-3
Então, Pilatos mandou chicotear Jesus. Os soldados fizeram uma coroa de espinhos e a colocaram na cabeça dele. Também o vestiram com um manto púrpura. Eles se aproximavam dele e diziam: “Viva o Rei dos Judeus!”, e batiam em seu rosto.
§ 150. Pilatos novamente procura libertar Jesus.
◈ Data: Manhã. Sexto Dia da Semana, 15 de Nisã. – 33 d.C.
◈ Hora: Entre 8h30 e 9h.
◈ Local: Jerusalém.
JERUSALÉM.

No quinto dia da semana (14 de Nisã), Jesus combinou de compartilhar a refeição da Páscoa com seus discípulos em um cenáculo, tradicionalmente considerado localizado no bairro essênio de Jerusalém. Depois do por do sol, iniciando o sexto dia da semana (15 de Nisã) Jesus se sentou para jantar com os doze discípulos. Depois de terminarem a refeição, foram ao Jardim do Getsêmani, onde Jesus se reunia frequentemente com seus discípulos. Ali Judas Iscariotes, um dos discípulos de Jesus, o traiu aos soldados enviados pelo Sumo Sacerdote, e eles levaram Jesus para a residência do Sumo Sacerdote. Pela manhã, os principais sacerdotes e mestres da lei levaram Jesus a julgamento e o consideraram culpado de blasfêmia. O concílio enviou Jesus para ser julgado por traição perante o governador romano Pôncio Pilatos, que residia no Pretório enquanto estava em Jerusalém. O Pretório provavelmente estava localizado na antiga residência de Herodes, o Grande, que havia morrido 30 anos antes. Quando Pilatos soube que Jesus era da Galileia, enviou-o a Herodes Antipas, que tinha jurisdição sobre a Galileia. Mas quando Jesus não respondeu às muitas perguntas de Herodes, Herodes e os seus soldados enviaram-no de volta a Pilatos, que cedeu às exigências do povo para que Jesus fosse crucificado. Jesus foi forçado a carregar sua cruz para fora do portão da cidade até o Gólgota, que significa Colina da Caveira, referindo-se ao que pode ter sido uma pequena colina não explorada no meio de uma antiga pedreira do lado de fora do portão. Depois que Jesus não conseguiu mais carregar sua cruz, um homem chamado Simão, de Cirene, foi forçado a carregá-la para ele. Lá no Gólgota eles crucificaram Jesus. Depois que Jesus morreu, seu corpo foi retirado às pressas antes do anoitecer e colocado em um túmulo recém-escavado na rocha, de propriedade de José de Arimateia, membro do sumo conselho judaico. Este túmulo provavelmente estava localizado no perímetro da antiga pedreira.
Fonte: https://biblemapper.com/
João 19:4-16
Pilatos saiu mais uma vez e disse aos judeus: “Eu o trouxe aqui fora para que vocês saibam que eu não o considero culpado de crime algum.” Então, Jesus veio para fora com a coroa de espinhos e o manto púrpura. Pilatos disse: “Vejam! Aqui está o homem!” Quando os chefes dos sacerdotes e os guardas viram Jesus, eles gritaram: “Crucifique-o! Crucifique-o!” Pilatos respondeu: “Vocês que o levem e o crucifiquem. Pois para mim ele não é culpado.” Os líderes judeus responderam: “Nós temos uma lei e, de acordo com essa lei, ele deve morrer, porque ele diz ser o Filho de Deus.” Quando Pilatos ouviu isso, ficou ainda com mais receio e voltou para o palácio. Ele perguntou a Jesus: “De onde você é?” Mas, Jesus não respondeu. Pilatos disse a Jesus: “Você está se recusando a conversar comigo? Você não percebe que eu tenho poder para libertá-lo ou crucificá-lo?” Jesus respondeu: “O senhor não teria poder sobre mim, se esse não lhe fosse dado por Deus. Portanto, quem me entregou ao senhor é culpado de um pecado maior.” Depois que Pilatos ouviu isso, ele tentou libertar Jesus. Mas os líderes judeus gritaram: “Se você libertar esse homem, você não é amigo do imperador romano. Qualquer um que se diz rei está se rebelando contra César.” Ao ouvir isso, Pilatos trouxe Jesus para fora e sentou-se no tribunal, em um lugar chamado Calçada de Pedra (em hebraico, Gabatá). Era quase meio-dia no dia da preparação (do sábado), durante o festival da Páscoa.41 Pilatos disse aos judeus: “Vejam! Aqui está o seu rei!” E eles gritavam: “Mate-o! Mate-o! Crucifique-o!” Então Pilatos perguntou: “Vocês querem que eu crucifique o seu rei?” Os chefes dos sacerdotes responderam: “O único rei que nós temos é César.” Então, Pilatos entregou Jesus para ser crucificado.
§ 151. Judas se arrepende e se enforca.
◈ Data: Manhã. Sexto Dia da Semana, 15 de Nisã. – 33 d.C.
◈ Hora: Entre 8h30 e 9h.
◈ Local: Jerusalém.
JERUSALÉM.

No quinto dia da semana (14 de Nisã), Jesus combinou de compartilhar a refeição da Páscoa com seus discípulos em um cenáculo, tradicionalmente considerado localizado no bairro essênio de Jerusalém. Depois do por do sol, iniciando o sexto dia da semana (15 de Nisã) Jesus se sentou para jantar com os doze discípulos. Depois de terminarem a refeição, foram ao Jardim do Getsêmani, onde Jesus se reunia frequentemente com seus discípulos. Ali Judas Iscariotes, um dos discípulos de Jesus, o traiu aos soldados enviados pelo Sumo Sacerdote, e eles levaram Jesus para a residência do Sumo Sacerdote. Pela manhã, os principais sacerdotes e mestres da lei levaram Jesus a julgamento e o consideraram culpado de blasfêmia. O concílio enviou Jesus para ser julgado por traição perante o governador romano Pôncio Pilatos, que residia no Pretório enquanto estava em Jerusalém. O Pretório provavelmente estava localizado na antiga residência de Herodes, o Grande, que havia morrido 30 anos antes. Quando Pilatos soube que Jesus era da Galileia, enviou-o a Herodes Antipas, que tinha jurisdição sobre a Galileia. Mas quando Jesus não respondeu às muitas perguntas de Herodes, Herodes e os seus soldados enviaram-no de volta a Pilatos, que cedeu às exigências do povo para que Jesus fosse crucificado. Jesus foi forçado a carregar sua cruz para fora do portão da cidade até o Gólgota, que significa Colina da Caveira, referindo-se ao que pode ter sido uma pequena colina não explorada no meio de uma antiga pedreira do lado de fora do portão. Depois que Jesus não conseguiu mais carregar sua cruz, um homem chamado Simão, de Cirene, foi forçado a carregá-la para ele. Lá no Gólgota eles crucificaram Jesus. Depois que Jesus morreu, seu corpo foi retirado às pressas antes do anoitecer e colocado em um túmulo recém-escavado na rocha, de propriedade de José de Arimateia, membro do sumo conselho judaico. Este túmulo provavelmente estava localizado no perímetro da antiga pedreira.
Fonte: https://biblemapper.com/
Mateus 27:3-10
Quando Judas, o traidor de Jesus, viu que Jesus tinha sido condenado à morte, ele se arrependeu do que tinha feito e foi devolver as trinta moedas de prata para os chefes dos sacerdotes e presbíteros do povo. Ele lhes disse: “Eu pequei! Traí um homem inocente!” Eles responderam: “O que é que nós temos com isso? O problema é seu!” Judas jogou as moedas de prata no chão do santuário e saiu. Ele foi embora e se enforcou. Ora, este homem adquiriu um campo com o preço da iniquidade e, caindo de cabeça, rompeu-se pelo meio, e todos os seus intestinos se derramaram. Os chefes dos sacerdotes pegaram as moedas e disseram: “Este dinheiro está sujo de sangue. Então, não é permitido que o coloquemos na caixa de ofertas do Templo.” Assim, eles concordaram em comprar o campo do oleiro, para servir como cemitério para os não-judeus. Isto chegou ao conhecimento de todos os moradores de Jerusalém, de maneira que em sua própria língua esse campo era chamado Aceldama, isto é, Campo de Sangue. É por isso que o campo é chamado, até hoje, de “Campo de Sangue.” Assim se cumpriu a profecia de Jeremias: “Eles pegaram as trinta moedas de prata, o ‘valor’ daquele que foi comprado pelo preço estabelecido por alguns dos filhos de Israel, e as usaram para comprar o campo do oleiro, exatamente como o Senhor me orientou fazer.”
Atos 1:18, 19
Ora, este homem adquiriu um campo com o preço da iniquidade e, caindo de cabeça, rompeu-se pelo meio, e todos os seus intestinos se derramaram. Isto chegou ao conhecimento de todos os moradores de Jerusalém, de maneira que em sua própria língua esse campo era chamado Aceldama, isto é, Campo de Sangue.
§ 152. Jesus é levado para ser crucificado.
◈ Data: Manhã. Sexto Dia da Semana, 15 de Nisã. – 33 d.C.
◈ Hora: Entre 8h30 e 9h.
◈ Local: Jerusalém.
JERUSALÉM.

No quinto dia da semana (14 de Nisã), Jesus combinou de compartilhar a refeição da Páscoa com seus discípulos em um cenáculo, tradicionalmente considerado localizado no bairro essênio de Jerusalém. Depois do por do sol, iniciando o sexto dia da semana (15 de Nisã) Jesus se sentou para jantar com os doze discípulos. Depois de terminarem a refeição, foram ao Jardim do Getsêmani, onde Jesus se reunia frequentemente com seus discípulos. Ali Judas Iscariotes, um dos discípulos de Jesus, o traiu aos soldados enviados pelo Sumo Sacerdote, e eles levaram Jesus para a residência do Sumo Sacerdote. Pela manhã, os principais sacerdotes e mestres da lei levaram Jesus a julgamento e o consideraram culpado de blasfêmia. O concílio enviou Jesus para ser julgado por traição perante o governador romano Pôncio Pilatos, que residia no Pretório enquanto estava em Jerusalém. O Pretório provavelmente estava localizado na antiga residência de Herodes, o Grande, que havia morrido 30 anos antes. Quando Pilatos soube que Jesus era da Galileia, enviou-o a Herodes Antipas, que tinha jurisdição sobre a Galileia. Mas quando Jesus não respondeu às muitas perguntas de Herodes, Herodes e os seus soldados enviaram-no de volta a Pilatos, que cedeu às exigências do povo para que Jesus fosse crucificado. Jesus foi forçado a carregar sua cruz para fora do portão da cidade até o Gólgota, que significa Colina da Caveira, referindo-se ao que pode ter sido uma pequena colina não explorada no meio de uma antiga pedreira do lado de fora do portão. Depois que Jesus não conseguiu mais carregar sua cruz, um homem chamado Simão, de Cirene, foi forçado a carregá-la para ele. Lá no Gólgota eles crucificaram Jesus. Depois que Jesus morreu, seu corpo foi retirado às pressas antes do anoitecer e colocado em um túmulo recém-escavado na rocha, de propriedade de José de Arimateia, membro do sumo conselho judaico. Este túmulo provavelmente estava localizado no perímetro da antiga pedreira.
Fonte: https://biblemapper.com/
Marcos 15:20, 21
Depois que pararam de zombar de Jesus, eles tiraram o manto púrpura e o vestiram novamente com as suas próprias roupas. Depois, eles o levaram para ser crucificado. E Ele carregava sua própria cruz. No entanto, no caminho, eles obrigaram um homem, que lá passava, chamado Simão, de Cirene, que estava voltando do campo, a carregar a cruz de Jesus e o fizeram carregá-la atrás de Jesus. Simão era o pai de Alexandre e de Rufo.42
Mateus 27:31, 32
Quando pararam de ridicularizá-lo, eles tiraram o manto e colocaram novamente as suas roupas. Então, eles o levaram para longe, para crucificá-lo. No caminho, encontraram um homem chamado Simão, da cidade de Cirene, e o forçaram a carregar a cruz de Jesus.
Lucas 23:26
Quando os soldados o levavam embora, eles agarraram um homem chamado Simão, da cidade de Cirene, que estava voltando dos campos. Eles colocaram a cruz nele e o fizeram carregá-la atrás de Jesus.
João 19:17(a)
Eles levaram Jesus dali. Ele carregava sua própria cruz,
Lucas 23:27-32
Uma grande multidão o seguiu, juntamente com as mulheres, que choravam e se lamentavam por ele. Jesus se virou para elas e disse: “Filhas de Jerusalém, não chorem por mim! Chorem por si mesmas e por seus filhos. Pois está chegando o momento em que eles dirão: ‘Felizes as mulheres que não têm filhos, as que nunca engravidaram e as que não amamentam.’ Eles dirão para os montes: ‘Caiam sobre nós!’; e dirão para as colinas: ‘Cubram-nos!’ Pois, se eles fazem isso com a madeira que está verde, imagine o que não farão quando ela estiver seca!”43 Eles também levaram dois outros criminosos para serem executados com Jesus.
§ 153. A Crucificação.
◈ Data: Manhã. Sexto Dia da Semana, 15 de Nisã. – 33 d.C.
◈ Hora: 9h.
◈ Local: Jerusalém.
JERUSALÉM.

No quinto dia da semana (14 de Nisã), Jesus combinou de compartilhar a refeição da Páscoa com seus discípulos em um cenáculo, tradicionalmente considerado localizado no bairro essênio de Jerusalém. Depois do por do sol, iniciando o sexto dia da semana (15 de Nisã) Jesus se sentou para jantar com os doze discípulos. Depois de terminarem a refeição, foram ao Jardim do Getsêmani, onde Jesus se reunia frequentemente com seus discípulos. Ali Judas Iscariotes, um dos discípulos de Jesus, o traiu aos soldados enviados pelo Sumo Sacerdote, e eles levaram Jesus para a residência do Sumo Sacerdote. Pela manhã, os principais sacerdotes e mestres da lei levaram Jesus a julgamento e o consideraram culpado de blasfêmia. O concílio enviou Jesus para ser julgado por traição perante o governador romano Pôncio Pilatos, que residia no Pretório enquanto estava em Jerusalém. O Pretório provavelmente estava localizado na antiga residência de Herodes, o Grande, que havia morrido 30 anos antes. Quando Pilatos soube que Jesus era da Galileia, enviou-o a Herodes Antipas, que tinha jurisdição sobre a Galileia. Mas quando Jesus não respondeu às muitas perguntas de Herodes, Herodes e os seus soldados enviaram-no de volta a Pilatos, que cedeu às exigências do povo para que Jesus fosse crucificado. Jesus foi forçado a carregar sua cruz para fora do portão da cidade até o Gólgota, que significa Colina da Caveira, referindo-se ao que pode ter sido uma pequena colina não explorada no meio de uma antiga pedreira do lado de fora do portão. Depois que Jesus não conseguiu mais carregar sua cruz, um homem chamado Simão, de Cirene, foi forçado a carregá-la para ele. Lá no Gólgota eles crucificaram Jesus. Depois que Jesus morreu, seu corpo foi retirado às pressas antes do anoitecer e colocado em um túmulo recém-escavado na rocha, de propriedade de José de Arimateia, membro do sumo conselho judaico. Este túmulo provavelmente estava localizado no perímetro da antiga pedreira.
Fonte: https://biblemapper.com/
Marcos 15:22-24(a), 27, 28, 25, 26
Os soldados levaram Jesus para um lugar chamado Gólgota, que significa “o Lugar da Caveira,” Eles ofereceram a Jesus vinho misturado com um calmante chamado mirra, mas ele recusou. Então, eles o crucificaram. Eles crucificaram os dois ladrões junto com ele. Um ficou a sua esquerda e o outro, a sua direita. Jesus disse: “Pai, por favor, perdoe essas pessoas, pois elas não sabem o que fazem!” Assim se cumpriu o que as Escrituras Sagradas dizem: “Ele foi tratado como se fosse um criminoso.” Então, eles se sentaram ali e ficaram guardando Jesus. Eram nove horas da manhã quando eles o crucificaram. Colocaram uma placa com a acusação contra ele, em que se podia ler: “Este é Jesus de Nazaré, O Rei dos Judeus.” Esse letreiro foi escrito em hebraico, latim e grego.
Mateus 27:33, 34, 38, 36, 37
Quando chegaram ao monte Gólgota, que significa “Lugar da Caveira”, eles deram a Jesus vinagre misturado com fel. Mas, ao provar, Jesus se recusou a beber. Eles crucificaram dois ladrões junto com ele, um, a sua direita e o outro, a sua esquerda. Então, eles se sentaram ali e ficaram guardando Jesus. Eles colocaram uma placa sobre a sua cabeça com a seguinte acusação: “Este é Jesus, o Rei dos Judeus.”
Lucas 23:33, 34(a), 38
Quando chegaram ao lugar chamado Caveira, crucificaram Jesus juntamente com os criminosos. Um deles ficou à direita de Jesus e o outro, a sua esquerda. Jesus disse: “Pai, por favor, perdoe essas pessoas, pois elas não sabem o que fazem!” Na cruz, acima da cabeça de Jesus, foi colocada uma placa, que dizia: “Este é o Rei dos Judeus.” em letras gregas, romanas e hebraicas.
João 19:17(b)-19, 20(b)
e foi levado para um lugar chamado Calvário (Gólgota, em hebraico). Eles o crucificaram lá, juntamente com dois prisioneiros, um de cada lado dele. Pilatos ordenou que fosse colocado um letreiro na parte de cima da cruz, no qual se lia: “Jesus de Nazaré, o Rei dos Judeus.” Esse letreiro foi escrito em hebraico, latim e grego.
João 19:20(a), 22
Muitas pessoas leram o letreiro, pois o local em que Jesus tinha sido crucificado ficava perto da cidade. Então, os chefes dos sacerdotes foram até Pilatos e lhe pediram: “Não escreva ‘o Rei dos Judeus’, mas, sim, ‘Este homem disse: Eu sou o Rei dos Judeus.’” Pilatos respondeu: “O que eu escrevi, escrevi!”
João 19:23, 24
Quando os soldados crucificaram Jesus, eles tiraram as roupas dele e as dividiram em quatro partes, para que cada soldado ficasse com alguma peça. Havia também o manto, feito de uma peça só de tecido, sem costura. Então, eles disseram uns aos outros: “Não vamos rasgar esse manto. É melhor que joguemos os dados para ver quem ficará com ele.” Assim, se cumpriu o trecho das Sagradas Escrituras que diz: “Eles dividiram minhas roupas entre si e jogaram os dados para decidir quem ficaria com o meu manto.”44 E foi exatamente assim que os soldados fizeram.
Mateus 27:35
Depois deles o terem crucificado, jogaram os dados para decidir com quem ficaria cada peça das roupas de Jesus, para que se cumprisse o que foi dito pelo profeta: “Dividiram minhas roupas entre si e jogaram os dados para decidir quem ficaria com o meu manto.”
Marcos 15:24(b)
Eles dividiram as roupas de Jesus entre si, jogando os dados, para decidir qual peça de roupa ficaria para qual deles.
Lucas 23:34(b)
Eles dividiram as suas roupas, apostando com os dados para ver quem ficaria com qual peça de roupa.
§ 154. Os judeus zombam de Jesus na cruz. Ele recomenda sua mãe a João.
◈ Data: Manhã. Sexto Dia da Semana, 15 de Nisã. – 33 d.C.
◈ Hora: Entre 9h e 11h30.
◈ Local: Jerusalém.
JERUSALÉM.

No quinto dia da semana (14 de Nisã), Jesus combinou de compartilhar a refeição da Páscoa com seus discípulos em um cenáculo, tradicionalmente considerado localizado no bairro essênio de Jerusalém. Depois do por do sol, iniciando o sexto dia da semana (15 de Nisã) Jesus se sentou para jantar com os doze discípulos. Depois de terminarem a refeição, foram ao Jardim do Getsêmani, onde Jesus se reunia frequentemente com seus discípulos. Ali Judas Iscariotes, um dos discípulos de Jesus, o traiu aos soldados enviados pelo Sumo Sacerdote, e eles levaram Jesus para a residência do Sumo Sacerdote. Pela manhã, os principais sacerdotes e mestres da lei levaram Jesus a julgamento e o consideraram culpado de blasfêmia. O concílio enviou Jesus para ser julgado por traição perante o governador romano Pôncio Pilatos, que residia no Pretório enquanto estava em Jerusalém. O Pretório provavelmente estava localizado na antiga residência de Herodes, o Grande, que havia morrido 30 anos antes. Quando Pilatos soube que Jesus era da Galileia, enviou-o a Herodes Antipas, que tinha jurisdição sobre a Galileia. Mas quando Jesus não respondeu às muitas perguntas de Herodes, Herodes e os seus soldados enviaram-no de volta a Pilatos, que cedeu às exigências do povo para que Jesus fosse crucificado. Jesus foi forçado a carregar sua cruz para fora do portão da cidade até o Gólgota, que significa Colina da Caveira, referindo-se ao que pode ter sido uma pequena colina não explorada no meio de uma antiga pedreira do lado de fora do portão. Depois que Jesus não conseguiu mais carregar sua cruz, um homem chamado Simão, de Cirene, foi forçado a carregá-la para ele. Lá no Gólgota eles crucificaram Jesus. Depois que Jesus morreu, seu corpo foi retirado às pressas antes do anoitecer e colocado em um túmulo recém-escavado na rocha, de propriedade de José de Arimateia, membro do sumo conselho judaico. Este túmulo provavelmente estava localizado no perímetro da antiga pedreira.
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Mateus 27:39-44
As pessoas que passavam o insultavam, balançavam a cabeça e diziam: “Você que disse que poderia destruir o Templo e reconstruí-lo em três dias, por que não se salva? Se você é realmente o Filho de Deus, então, desça da cruz!” Os chefes dos sacerdotes, os escribas e os presbíteros do povo zombavam dele da mesma maneira. As pessoas ficaram paradas, olhando, enquanto os líderes ridicularizavam Jesus. Eles diziam: “Ele salvou outras pessoas, mas não pode se salvar! Se ele é mesmo o rei de Israel, que desça da cruz e, então, nós iremos crer nele! Ele confia em Deus com tanta convicção! Bem, deixe que Deus o salve agora, se ele o quiser, pois ele afirmou: ‘Eu sou o Filho de Deus.’” Os ladrões que foram crucificados com ele também o insultavam da mesma maneira.
Marcos 15:29-32
As pessoas que passavam ofendiam Jesus, balançando a cabeça e dizendo: “Ei! Você afirmava que iria destruir o Templo e o reconstruiria em três dias. Então, salve-se! Desça da cruz!” Os chefes dos sacerdotes e os escribas também caçoaram dele, dizendo uns para os outros: “Ele salvou os outros, mas não consegue salvar a si mesmo! Se é realmente o Messias, o Rei de Israel, então, desça da cruz, para que possamos ver e crer nele!” Até mesmo os dois ladrões que foram crucificados com ele o insultavam.
Lucas 23:35
As pessoas ficaram paradas, olhando, enquanto os líderes ridicularizavam Jesus. Eles disseram: “Ele salvou os outros! Pois então, deixem que ele mesmo se salve, se ele for realmente o Messias de Deus, o Escolhido.”
◈ Data: Manhã. Sexto Dia da Semana, 15 de Nisã. – 33 d.C.
◈ Hora: Entre 11h30 e 12h.
◈ Local: Jerusalém.
JERUSALÉM.

No quinto dia da semana (14 de Nisã), Jesus combinou de compartilhar a refeição da Páscoa com seus discípulos em um cenáculo, tradicionalmente considerado localizado no bairro essênio de Jerusalém. Depois do por do sol, iniciando o sexto dia da semana (15 de Nisã) Jesus se sentou para jantar com os doze discípulos. Depois de terminarem a refeição, foram ao Jardim do Getsêmani, onde Jesus se reunia frequentemente com seus discípulos. Ali Judas Iscariotes, um dos discípulos de Jesus, o traiu aos soldados enviados pelo Sumo Sacerdote, e eles levaram Jesus para a residência do Sumo Sacerdote. Pela manhã, os principais sacerdotes e mestres da lei levaram Jesus a julgamento e o consideraram culpado de blasfêmia. O concílio enviou Jesus para ser julgado por traição perante o governador romano Pôncio Pilatos, que residia no Pretório enquanto estava em Jerusalém. O Pretório provavelmente estava localizado na antiga residência de Herodes, o Grande, que havia morrido 30 anos antes. Quando Pilatos soube que Jesus era da Galileia, enviou-o a Herodes Antipas, que tinha jurisdição sobre a Galileia. Mas quando Jesus não respondeu às muitas perguntas de Herodes, Herodes e os seus soldados enviaram-no de volta a Pilatos, que cedeu às exigências do povo para que Jesus fosse crucificado. Jesus foi forçado a carregar sua cruz para fora do portão da cidade até o Gólgota, que significa Colina da Caveira, referindo-se ao que pode ter sido uma pequena colina não explorada no meio de uma antiga pedreira do lado de fora do portão. Depois que Jesus não conseguiu mais carregar sua cruz, um homem chamado Simão, de Cirene, foi forçado a carregá-la para ele. Lá no Gólgota eles crucificaram Jesus. Depois que Jesus morreu, seu corpo foi retirado às pressas antes do anoitecer e colocado em um túmulo recém-escavado na rocha, de propriedade de José de Arimateia, membro do sumo conselho judaico. Este túmulo provavelmente estava localizado no perímetro da antiga pedreira.
Fonte: https://biblemapper.com/
Lucas 23:36, 37, 39-44(a)
Os soldados, aproximando-se dele oferecendo vinagre de vinho e também zombaram dele dizendo: “Se você é o Rei dos Judeus, então, salve-se!” Um dos criminosos que estava crucificado se juntou ao outros, insultando Jesus. Ele disse: “Você não é o Messias? Então, salve a si mesmo e a nós também!” Mas, o outro criminoso discordou e discutiu com ele, dizendo: “Você não teme a Deus mesmo quando está sofrendo a mesma punição? Para nós, a sentença é justa, pois estamos sendo punidos por algo que realmente fizemos. Mas esse homem não fez nada de errado.” Então, ele disse a Jesus: “Senhor, por favor, lembre-se de mim quando você entrar em seu Reino!” Jesus respondeu: “Eu lhe prometo hoje: você estará comigo no paraíso.”45 Neste momento, já era quase meio-dia.
João 19:25-27
Perto da cruz estavam Maria, mãe de Jesus, e a irmã dela, e Maria, esposa de Clopas e Maria Madalena. Quando Jesus viu a sua mãe, e o discípulo a quem ele amava ao lado dela, ele disse a sua mãe: “Mãe, este é o seu filho.” E, depois, disse ao discípulo: “Esta é a sua mãe.” A partir de então, o discípulo levou Maria para que ela morasse na casa dele.46
§ 155. A escuridão prevalece. Cristo expira na Cruz.
◈ Data: Tarde. Sexto Dia da Semana, 15 de Nisã. – 33 d.C.
◈ Hora: Entre 12h e 15h.
◈ Local: Jerusalém.
JERUSALÉM.

No quinto dia da semana (14 de Nisã), Jesus combinou de compartilhar a refeição da Páscoa com seus discípulos em um cenáculo, tradicionalmente considerado localizado no bairro essênio de Jerusalém. Depois do por do sol, iniciando o sexto dia da semana (15 de Nisã) Jesus se sentou para jantar com os doze discípulos. Depois de terminarem a refeição, foram ao Jardim do Getsêmani, onde Jesus se reunia frequentemente com seus discípulos. Ali Judas Iscariotes, um dos discípulos de Jesus, o traiu aos soldados enviados pelo Sumo Sacerdote, e eles levaram Jesus para a residência do Sumo Sacerdote. Pela manhã, os principais sacerdotes e mestres da lei levaram Jesus a julgamento e o consideraram culpado de blasfêmia. O concílio enviou Jesus para ser julgado por traição perante o governador romano Pôncio Pilatos, que residia no Pretório enquanto estava em Jerusalém. O Pretório provavelmente estava localizado na antiga residência de Herodes, o Grande, que havia morrido 30 anos antes. Quando Pilatos soube que Jesus era da Galileia, enviou-o a Herodes Antipas, que tinha jurisdição sobre a Galileia. Mas quando Jesus não respondeu às muitas perguntas de Herodes, Herodes e os seus soldados enviaram-no de volta a Pilatos, que cedeu às exigências do povo para que Jesus fosse crucificado. Jesus foi forçado a carregar sua cruz para fora do portão da cidade até o Gólgota, que significa Colina da Caveira, referindo-se ao que pode ter sido uma pequena colina não explorada no meio de uma antiga pedreira do lado de fora do portão. Depois que Jesus não conseguiu mais carregar sua cruz, um homem chamado Simão, de Cirene, foi forçado a carregá-la para ele. Lá no Gólgota eles crucificaram Jesus. Depois que Jesus morreu, seu corpo foi retirado às pressas antes do anoitecer e colocado em um túmulo recém-escavado na rocha, de propriedade de José de Arimateia, membro do sumo conselho judaico. Este túmulo provavelmente estava localizado no perímetro da antiga pedreira.
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Mateus 27:45
Do meio-dia até às três da tarde, a luz do sol se escondeu, e a escuridão cobriu toda a terra.
Lucas 23:45(a), 44(b)
A luz do sol se escondeu, e toda a terra ficou na escuridão até às três horas da tarde.
Marcos 15:33
Ao meio-dia, a escuridão cobriu toda a terra e durou três horas.
Mateus 27:46-49
Próximo das três da tarde, Jesus gritou: “Eli, Eli, lamá sabachthani?“, que significa: “Meu Deus, meu Deus, por que você me abandonou?” Algumas pessoas que estavam lá e ouviram isso, disseram: “Ele está chamando Elias!” Jesus, então, percebeu que havia terminado tudo o que tinha vindo fazer. Para que se cumprisse o que está escrito nas Sagradas Escrituras, disse: “Estou com sede!” Lá, havia uma vasilha com vinagre de vinho. Imediatamente, um deles correu e molhou uma esponja em vinagre, colocou-a na ponta de um bastão e deu para que Jesus bebesse. Mas, os outros disseram: “Espere. Vamos ver se Elias vem salvá-lo!”
Marcos 15:34-36
Às três horas da tarde, Jesus gritou: “Eloi, Eloi, lama sabachthani”, que significa, “Meu Deus, meu Deus, por que você me abandonou?” Algumas pessoas que estavam lá ouviram isso e disseram: “Ele está chamando Elias.” Um homem correu e molhou uma esponja em vinagre. Ele colocou a esponja na ponta de um bastão e tentou dar isso para que Jesus bebesse. Ele disse: “Espere! Vamos ver se Elias virá para tirá-lo daí.”
João 19:28, 29
Jesus, então, percebeu que havia terminado tudo o que tinha vindo fazer. Para que se cumprisse o que está escrito nas Sagradas Escrituras, disse: “Estou com sede!” Lá, havia uma vasilha com vinagre de vinho. Então, eles molharam uma esponja nesse líquido, colocaram a esponja na ponta de um ramo de hissopo e molharam os lábios de Jesus.
Lucas 23:46
Após isso, Jesus gritou bem alto: “Tudo está completado! Pai, nas tuas mãos entrego o meu espírito.” Assim que disse isso, ele inclinou a cabeça respirou pela última vez e morreu.
João 19:30
Após isso, Jesus disse: “Tudo está completado!” Ele, então, inclinou a cabeça e deu seu último suspiro.
Mateus 27:50
Jesus gritou novamente e deu o seu último suspiro.
Marcos 15:37
Então, Jesus deu um grito forte e morreu.
§ 156. O véu do Templo se rasgou e as sepulturas se abriram. Julgamento do Centurião. As Mulheres na Cruz.
◈ Data: Tarde. Sexto Dia da Semana, 15 de Nisã. – 33 d.C.
◈ Hora: 15h.
◈ Local: Jerusalém.
JERUSALÉM.

No quinto dia da semana (14 de Nisã), Jesus combinou de compartilhar a refeição da Páscoa com seus discípulos em um cenáculo, tradicionalmente considerado localizado no bairro essênio de Jerusalém. Depois do por do sol, iniciando o sexto dia da semana (15 de Nisã) Jesus se sentou para jantar com os doze discípulos. Depois de terminarem a refeição, foram ao Jardim do Getsêmani, onde Jesus se reunia frequentemente com seus discípulos. Ali Judas Iscariotes, um dos discípulos de Jesus, o traiu aos soldados enviados pelo Sumo Sacerdote, e eles levaram Jesus para a residência do Sumo Sacerdote. Pela manhã, os principais sacerdotes e mestres da lei levaram Jesus a julgamento e o consideraram culpado de blasfêmia. O concílio enviou Jesus para ser julgado por traição perante o governador romano Pôncio Pilatos, que residia no Pretório enquanto estava em Jerusalém. O Pretório provavelmente estava localizado na antiga residência de Herodes, o Grande, que havia morrido 30 anos antes. Quando Pilatos soube que Jesus era da Galileia, enviou-o a Herodes Antipas, que tinha jurisdição sobre a Galileia. Mas quando Jesus não respondeu às muitas perguntas de Herodes, Herodes e os seus soldados enviaram-no de volta a Pilatos, que cedeu às exigências do povo para que Jesus fosse crucificado. Jesus foi forçado a carregar sua cruz para fora do portão da cidade até o Gólgota, que significa Colina da Caveira, referindo-se ao que pode ter sido uma pequena colina não explorada no meio de uma antiga pedreira do lado de fora do portão. Depois que Jesus não conseguiu mais carregar sua cruz, um homem chamado Simão, de Cirene, foi forçado a carregá-la para ele. Lá no Gólgota eles crucificaram Jesus. Depois que Jesus morreu, seu corpo foi retirado às pressas antes do anoitecer e colocado em um túmulo recém-escavado na rocha, de propriedade de José de Arimateia, membro do sumo conselho judaico. Este túmulo provavelmente estava localizado no perímetro da antiga pedreira.
Fonte: https://biblemapper.com/
Mateus 27:51-56
Naquele exato momento, a cortina do Templo se rasgou de cima até embaixo.47 A terra tremeu, as rochas se partiram e os túmulos se abriram, e muitos corpos de santos já falecidos ressuscitaram; e, saindo dos túmulos depois da ressurreição de Jesus, entraram na cidade santa e apareceram a muitos.48 Quando o comandante romano e os que guardavam Jesus viram o tremor e o que aconteceu, eles ficaram aterrorizados e disseram: “Certamente, esse homem era inocente! Este é realmente o Filho de Deus!” Quando todas as pessoas que tinham vindo para assistir a punição viram o que havia acontecido, foram embora, batendo no peito, para demonstrar sua tristeza. Mas, todas as pessoas que conheciam Jesus, incluindo muitas mulheres, olhavam à distância. Elas tinham acompanhado Jesus desde a Galileia e o haviam ajudado. Entre elas estavam Maria Madalena, Maria, mãe de Tiago o menor, e de José, e Salomé, a mãe dos filhos de Zebedeu. Muitas outras mulheres, que tinham vindo com Jesus para Jerusalém, também estavam lá.
Marcos 15:38-41
A cortina do Templo se rasgou em duas partes, de cima para baixo. Quando o comandante romano, que estava lá na frente de Jesus, viu como ele clamando morreu, disse: “Este homem era realmente o Filho de Deus!” Algumas mulheres estavam olhando a uma certa distância. Elas tinham seguido Jesus e cuidado dele, enquanto ele estava na Galileia. Entre elas, estavam Maria Madalena, Maria, mãe de José e de Tiago, o menor, e Salomé. Muitas outras mulheres, que tinham vindo com Jesus para Jerusalém, também estavam lá.
Lucas 23:45(b), 47-49
E a cortina do Templo rasgou-se em duas partes. Quando o comandante romano viu o que havia acontecido, louvou a Deus e disse: “Certamente, esse homem era inocente!” Quando todas as pessoas que tinham vindo para assistir a punição viram o que havia acontecido, foram embora, batendo no peito, para demonstrar sua tristeza. Mas, todas as pessoas que conheciam Jesus, incluindo as mulheres que o seguiram desde a Galileia, olhavam a certa distância.
§ 157. A descida da cruz. O enterro.
◈ Data: Tarde. Sexto Dia da Semana, 15 de Nisã. – 33 d.C.
◈ Hora: Entre 15h e 16h.
◈ Local: Jerusalém.
JERUSALÉM.

No quinto dia da semana (14 de Nisã), Jesus combinou de compartilhar a refeição da Páscoa com seus discípulos em um cenáculo, tradicionalmente considerado localizado no bairro essênio de Jerusalém. Depois do por do sol, iniciando o sexto dia da semana (15 de Nisã) Jesus se sentou para jantar com os doze discípulos. Depois de terminarem a refeição, foram ao Jardim do Getsêmani, onde Jesus se reunia frequentemente com seus discípulos. Ali Judas Iscariotes, um dos discípulos de Jesus, o traiu aos soldados enviados pelo Sumo Sacerdote, e eles levaram Jesus para a residência do Sumo Sacerdote. Pela manhã, os principais sacerdotes e mestres da lei levaram Jesus a julgamento e o consideraram culpado de blasfêmia. O concílio enviou Jesus para ser julgado por traição perante o governador romano Pôncio Pilatos, que residia no Pretório enquanto estava em Jerusalém. O Pretório provavelmente estava localizado na antiga residência de Herodes, o Grande, que havia morrido 30 anos antes. Quando Pilatos soube que Jesus era da Galileia, enviou-o a Herodes Antipas, que tinha jurisdição sobre a Galileia. Mas quando Jesus não respondeu às muitas perguntas de Herodes, Herodes e os seus soldados enviaram-no de volta a Pilatos, que cedeu às exigências do povo para que Jesus fosse crucificado. Jesus foi forçado a carregar sua cruz para fora do portão da cidade até o Gólgota, que significa Colina da Caveira, referindo-se ao que pode ter sido uma pequena colina não explorada no meio de uma antiga pedreira do lado de fora do portão. Depois que Jesus não conseguiu mais carregar sua cruz, um homem chamado Simão, de Cirene, foi forçado a carregá-la para ele. Lá no Gólgota eles crucificaram Jesus. Depois que Jesus morreu, seu corpo foi retirado às pressas antes do anoitecer e colocado em um túmulo recém-escavado na rocha, de propriedade de José de Arimateia, membro do sumo conselho judaico. Este túmulo provavelmente estava localizado no perímetro da antiga pedreira.
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João 19:31-37
Era o dia da preparação, e os líderes judeus não queriam que os corpos ficassem expostos nas cruzes no sábado (de fato, esse era um sábado especial).49 Então, eles pediram a Pilatos que as pernas dos crucificados fossem quebradas, para que os corpos pudessem ser tirados de lá. Assim, os soldados vieram e quebraram as pernas do primeiro homem que havia sido crucificado com Jesus e depois quebram as pernas do outro. Mas, quando eles se aproximaram de Jesus, viram que ele já havia morrido, e por isso não quebraram as pernas dele.50 No entanto, um dos soldados furou o lado de Jesus com uma lança. Nesse momento, saiu sangue e água. Quem viu isso contou o que aconteceu, e o seu testemunho é verdadeiro. Ele tem certeza de que o que diz é verdade; então, vocês também podem crer. Isso aconteceu assim para que se cumprisse o que está escrito nas Sagradas Escrituras: “Nenhum dos seus ossos será quebrado”, e o que está escrito em outro trecho das Escrituras que diz: “Eles irão olhar para aquele a quem perfuraram com a lança.”51
Marcos 15:42-47
Era o dia da preparação, o dia antes do sábado.52 Havia um homem, chamado José, que era bom e honesto. Quando a noite se aproximava,53 José de Arimateia, um homem rico e membro do conselho superior, mas que não havia concordado com as decisões e as ações tomadas pelos outros membros, e que também estava esperando com ansiedade pelo Reino de Deus,54 teve coragem de falar com Pilatos e lhe pedir o corpo de Jesus. Pilatos ficou surpreso por Jesus ter morrido tão rápido. Então, ele chamou o comandante romano e lhe perguntou se Jesus já havia morrido. Assim que ele teve a confirmação do oficial, deu permissão para José levar o corpo. José era um discípulo de Jesus, mas mantinha isso em segredo, pois tinha medo dos judeus. José comprou um lençol de linho.55 Então, ele tirou o corpo de Jesus da cruz e o enrolou no lençol. Ele foi ajudado por Nicodemos, aquele que viera falar com Jesus à noite. Havia um jardim próximo ao local onde Jesus foi crucificado. Nesse jardim havia um túmulo novo que ainda não tinha sido usado. Ele colocou o corpo de Jesus nesse túmulo que tinha sido cavado recentemente na rocha. Ele trouxe cerca de trinta e quatro quilos de uma mistura de mirra e aloés. Eles pegaram o corpo de Jesus e o envolveram em lençóis juntamente com essa mistura, seguindo o costume do sepultamento judaico.56 Como era o dia judaico da preparação57 e o túmulo estava próximo, eles colocaram o corpo de Jesus lá. Depois, rolou uma grande pedra, fechando a entrada do túmulo e foi embora.
João 19:38-42
Depois disso, José de Arimateia perguntou a Pilatos se ele poderia retirar o corpo de Jesus, e Pilatos lhe deu permissão. José era um discípulo de Jesus, mas mantinha isso em segredo, pois tinha medo dos judeus. Então, José veio e levou o corpo. Ele foi ajudado por Nicodemos, aquele que viera falar com Jesus à noite. Havia um jardim próximo ao local onde Jesus foi crucificado. Nesse jardim havia um túmulo novo que ainda não tinha sido usado. Ele trouxe cerca de trinta e quatro quilos de uma mistura de mirra e aloés. Eles pegaram o corpo de Jesus e o envolveram em lençóis juntamente com essa mistura, seguindo o costume do sepultamento judaico. Como era o dia judaico da preparação e o túmulo estava próximo, eles colocaram o corpo de Jesus lá.
Lucas 23:54, 50-53
Aquele era o dia da preparação, e o sábado logo chegaria. Havia um homem, chamado José, que era bom e honesto. Ele era membro do conselho superior, mas não havia concordado com as decisões e as ações tomadas pelos outros membros. Ele era natural da cidade de Arimateia, na região da Judeia, e esperava com ansiedade pelo Reino de Deus. José foi até Pilatos e lhe pediu o corpo de Jesus. Então, ele desceu o corpo de Jesus da cruz e o enrolou num lençol de linho. Ele colocou o corpo de Jesus em um túmulo que nunca tinha sido usado, cavado na rocha.
Mateus 27:57-60
Quando a noite chegou, um homem rico, chamado José, da cidade de Arimateia, foi até Pilatos e lhe pediu o corpo de Jesus. Pilatos ordenou que o entregassem a ele. José (que também era um discípulo de Jesus), levou o corpo e o enrolou em um tecido novo de linho e o colocou em seu próprio túmulo, que havia sido cavado recentemente na rocha. Ele colocou uma grande pedra na entrada do túmulo e foi embora.
Lucas 23:55, 56(a)
As mulheres que tinham vindo da Galileia com Jesus seguiram José e viram onde ficava o túmulo em que o corpo de Jesus havia sido colocado e se sentaram em frente ao túmulo. Depois, elas voltaram para casa para prepararem perfumes e óleos.
Marcos 15:47
Maria Madalena e Maria, mãe de José, viram onde o corpo de Jesus fora colocado.
Mateus 27:61
Maria Madalena e a outra Maria foram até lá e se sentaram em frente ao túmulo.
§ 158. A Vigília no Sepulcro.
◈ Data: Noite. Introduzindo o Sétimo Dia da Semana, ou o Sábado, 16 de Nisã. – 33 d.C.
◈ Hora: Entre 18h e 19h.
◈ Local: Jerusalém.
JERUSALÉM.

No quinto dia da semana (14 de Nisã), Jesus combinou de compartilhar a refeição da Páscoa com seus discípulos em um cenáculo, tradicionalmente considerado localizado no bairro essênio de Jerusalém. Depois do por do sol, iniciando o sexto dia da semana (15 de Nisã) Jesus se sentou para jantar com os doze discípulos. Depois de terminarem a refeição, foram ao Jardim do Getsêmani, onde Jesus se reunia frequentemente com seus discípulos. Ali Judas Iscariotes, um dos discípulos de Jesus, o traiu aos soldados enviados pelo Sumo Sacerdote, e eles levaram Jesus para a residência do Sumo Sacerdote. Pela manhã, os principais sacerdotes e mestres da lei levaram Jesus a julgamento e o consideraram culpado de blasfêmia. O concílio enviou Jesus para ser julgado por traição perante o governador romano Pôncio Pilatos, que residia no Pretório enquanto estava em Jerusalém. O Pretório provavelmente estava localizado na antiga residência de Herodes, o Grande, que havia morrido 30 anos antes. Quando Pilatos soube que Jesus era da Galileia, enviou-o a Herodes Antipas, que tinha jurisdição sobre a Galileia. Mas quando Jesus não respondeu às muitas perguntas de Herodes, Herodes e os seus soldados enviaram-no de volta a Pilatos, que cedeu às exigências do povo para que Jesus fosse crucificado. Jesus foi forçado a carregar sua cruz para fora do portão da cidade até o Gólgota, que significa Colina da Caveira, referindo-se ao que pode ter sido uma pequena colina não explorada no meio de uma antiga pedreira do lado de fora do portão. Depois que Jesus não conseguiu mais carregar sua cruz, um homem chamado Simão, de Cirene, foi forçado a carregá-la para ele. Lá no Gólgota eles crucificaram Jesus. Depois que Jesus morreu, seu corpo foi retirado às pressas antes do anoitecer e colocado em um túmulo recém-escavado na rocha, de propriedade de José de Arimateia, membro do sumo conselho judaico. Este túmulo provavelmente estava localizado no perímetro da antiga pedreira.
Fonte: https://biblemapper.com/
Mateus 27:62-66
E no dia seguinte, após o dia da Preparação,58 as mulheres descansaram, seguindo o mandamento, mas os chefes dos sacerdotes e os fariseus foram juntos ver Pilatos. Eles lhe disseram: “Senhor, nós lembramos o que o impostor disse enquanto ainda estava vivo: ‘Após três dias, eu ressuscitarei.’ Dê ordem para que o túmulo seja vigiado até o terceiro dia. Assim, os seus discípulos não poderão vir, roubar o seu corpo e dizer às pessoas que ele ressuscitou dos mortos. Pois essa última mentira será ainda pior do que a primeira.” Pilatos lhes disse: “Estes soldados os acompanharão. Agora vão e guardem o túmulo da melhor maneira possível.” Então, eles foram e fizeram a segurança do túmulo, colocando um selo na pedra da entrada e deixando os guardas vigiando.59
Lucas 23:56(b)
E no sábado, elas descansaram, seguindo o mandamento.
NOTAS
- A ceia pascal, é preparada no décimo quarto dia de Nisã (14 de Nisã) e comida depois do pôr do sol, (15 de Nisã) e se distingue da festa, que começou no décimo quinto dia e continuou por sete dias. (15-21 de Nisã. cf. Lucas 2:41; 22:1 Não se pode duvidar que nosso Senhor comeu estritamente a ceia pascal, que deveria ser comida depois do pôr do sol, no dia 15 de Nisã.
↩︎ - O significado é que quando Jesus voltasse inaugurando o Reino, então toda a tipologia da Páscoa seria cumprida, o banquete celestial seria celebrado e ele voltaria a comer a com seus discípulos. Mas o que havia sobre o simbolismo da Páscoa que não foi cumprido na cruz? Sem dúvida o julgamento do anjo da morte passando para destruir o Israel carnal que rompe o pacto.
↩︎ - A vida celestial sob a forma de um banquete era uma imagem bem conhecida e muitas vezes pintada pelos mestres judeus nas antigas escolas rabínicas anteriores e contemporâneas à vida terrena de Cristo. Os escritores do Novo Testamento em vários lugares adotaram imagens semelhantes. (Mateus 8:11; Lucas 22:30; Apocalipse 19:9) Quão difundida e amada era essa representação judaica da vida celestial sob a forma de um banquete.
↩︎ - Observe os temas: O reino, comunhão de compartilhar a mesa de refeições e governar. Os mesmos temas ocorrem nos constantemente nos evangelhos. (cf. Mateus 8:11; 19:28; Lucas 13:28-29) A que período devemos atribuir o evento? É evidentemente contemporâneo à vinda do reino de Deus; nem pode haver qualquer dúvida é uma reiteração de uma promessa anterior. (Mateus 19:28) A Parousia, ou a “era vindoura” é o período em que Seus discípulos fiéis deveriam receber sua recompensa. (Marcos 10:30, Lucas 18:30) Mas a “era vindoura” [αἰών ὁ µέλλων or ἐρχοµένῳ] estava, como já vimos, para suceder a era ou aeon existente [αἰών αὐτος, ὁ νὐν αἰών], isto é, o período da dispensação judaica, o fim do qual nosso Senhor declarou estar próximo. Concluímos, portanto, que a “vinda do reino”, a “era vindoura” e a “Parousia” são virtualmente sinônimos ou, em todos os eventos, contemporâneos. A vinda do Filho do homem em Seu reino, ou em Sua glória, é distintamente afirmada como uma vinda para julgamento – “para recompensar a cada homem de acordo com suas obras; (Mateus 16:27, 25:31-33) e Seu assentar no trono de Sua glória, na regeneração, é evidentemente um assentar para julgar. (Mateus 19:28, 25:31) Nesse julgamento, os apóstolos deveriam ter a honra de ser assessores do Senhor. (cf. Apocalipse 20:4) Mas esta gloriosa vinda a julgamento é expressamente afirmada por nosso Senhor como estando dentro dos limites da geração então viva: “Há alguns aqui que não provarão a morte, até que vejam o Filho do homem vindo em seu reino.” (Mateus 16:28) Não foi, portanto, nenhuma esperança longamente adiada e distante que Jesus ofereceu aos Seus discípulos. Não era uma perspectiva ainda vista de longe, na vaga perspectiva de um futuro indefinido. São Pedro e seus condiscípulos estavam plenamente cientes de que “o reino dos céus” estava próximo. Eles aprenderam com seu primeiro professor no deserto; eles haviam sido tranquilizados por seu Senhor e Mestre; eles haviam passado pela Galileia proclamando a verdade a seus compatriotas. Quando o Senhor, portanto, prometeu que no aeon vindouro Seus apóstolos deveriam sentar-se em tronos, é concebível que Ele pudesse significar que eras após eras, séculos após séculos, e até mesmo milênio após milênio deviam rolar lentamente antes que eles colhessem suas prometidas honras? A herança da “vida eterna” e o “assentar sobre os doze tronos” ainda estão entre “as coisas que se esperam, mas não se vêem” pelos discípulos? Certamente, tal hipótese se refuta. A promessa teria soado como zombaria para os discípulos se tivessem sido informados de que a apresentação seria tão adiada. Por outro lado, se concebermos a “vinda do reino” como contemporânea da Parousia, e a Parousia, com o fim da era judaica e a destruição da cidade e do templo de Jerusalém, temos um ponto definido de tempo, não muito distante, mas quase à vista dos homens vivos, quando o julgamento predito dos inimigos de Cristo, e a gloriosa recompensa de Seus amigos aconteceria no reino espiritual.
↩︎ - A ceia pascal, é preparada no décimo quarto dia de Nisã (14 de Nisã) e comida depois do pôr do sol, (15 de Nisã) e se distingue da festa, que começou no décimo quinto dia e continuou por sete dias. (15-21 de Nisã. cf. Lucas 2:41; 22:1)
↩︎ - Isto é, como está “escrito” ou profetizado sobre ele no Antigo Testamento. (Salmos 41:9; Daniel 9:26-27; Isaías 53:4-9) Lucas 22:22 diz, “como foi determinado” – isto é, no propósito divino. Era a intenção anterior de Deus entregá-lo para morrer pelo pecado, ou certamente não poderia ter sido previsto. Também é declarado ter sido por seu “conselho determinado e presciência.” (Atos 2:23)
↩︎ - Aparentemente, apenas São João, o apóstolo, soube da identidade do traidor de Jesus, Judas Iscariotes.
↩︎ - Esta previsão de Cristo, que teve sua realização dentro de algumas horas, foi profetizada por Zacarias. (cf. Zc. 13:7) John Gill observa que: “As palavras são ditas aos onze discípulos; pois Judas foi agora aos sumos sacerdotes, para informá-los para onde Jesus estava indo naquela noite e para receber deles um bando de homens e oficiais para prendê-lo; qual seria a ocasião de todos os demais discípulos serem ofendidos: pois quando eles deveriam ver seu mestre traído por um deles, e os oficiais o agarram e o amarram, e o levam embora como um malfeitor, nosso Senhor aqui sugere que eles ficariam cheios de tanto medo e pavor, que todos eles o abandonariam e fugiriam, e providenciariam sua própria segurança; sim, ficaria tão tropeçado com esse evento inesperado, que começariam a cambalear e hesitar em suas mentes, se ele era o Messias ou não, como os dois discípulos indo para Emaús parecem íntimos; eles ficariam tão chocados com esse triste desapontamento, e tão ofendidos, ou tropeçariam, que estariam prontos para cair dele: e a fé deles nele deveria ter falhado, se ele não tivesse orado por eles, como fez por Pedro; pois eles não pensavam em nada além de um reino temporal, que eles esperavam que agora fosse rapidamente estabelecido e eles fossem promovidos a grande honra e dignidade; mas as coisas tomando um rumo diferente, devem chocá-los e afetá-los muito; e seria o caso não apenas de um ou dois, mas de todos eles.”
↩︎ - Nosso Senhor, aqui está cuidando mais de seus discípulos do que de si mesmo, os adverte de sua queda e lhes fornece algum conforto. A Galileia era mais como um lar para eles do que Jerusalém, e eles teriam menos medo dos judeus incrédulos.
↩︎ - O Senhor estava ali servindo os elementos aos Seus discípulos pela última vez. Ele em breve seria entregue nas mãos de seus captores, sofreria a angústia daquelas últimas horas no Getsêmani, seria objeto de um julgamento simulado e, finalmente, se permitiria ser pregado na cruz e sofrer além da compreensão humana para cumprir a Expiação perfeita e final pelos pecados de Seu povo.” Esta cena vívida deveria ser celebrada por Seus discípulos de uma maneira muito especial e simbólica que representaria não apenas Suas últimas horas na Cruz, mas toda Sua vida nesta terra, vindo como um Servo, Profeta e Sacerdote para Seu povo escolhido; Sua gloriosa Ressurreição e Ascensão o capacitariam a preparar o Céu para Seu povo, então Ele voltaria para eles e consumaria Seu plano para sempre (cf. João 12:26, 14:2-3, 17:24). Esse comando é absoluto e não qualificado; não é limitado a nenhum tempo, lugar ou pessoas. Mas isso não altera o fato de que eles tinham uma aplicação direta e pessoal aos apóstolos. Eles se reencontrariam novamente naquele dia: “outra vez vos verei” (João 16:22), comeriam e beberiam novamente com Ele, em sua mesa, em seu reino (Mateus 26:29; Marcos 14:25; Lucas 22:16), isto é: “até que venha o reino de Deus” (Lucas 22:18), na “regeneração.” (Lucas 22:30; cf. Mateus 19:28) O que pode ser mais evidente do que a promessa de Cristo de estar com Seus discípulos “naquele dia”, na regeneração, quando o reino de Deus vier, e comer a ceia novamente com eles em sua mesa, quando “o Filho do homem se assentar no trono da sua glória”, na Parousia? O ensino claro de Cristo e de Seus apóstolos, que achamos claramente expresso nas palavras de Paulo agora diante de nós, é que a ceia é uma refeição memorial de aliança a ser comida por todos os que usam o sinal da aliança (batismo), para dar testemunho do relacionamento de aliança com Cristo. Eles deveriam Comê-lo em Sua ausência (pois como ele não está presente em uma forma visível e pessoal, é necessário que haja algum símbolo de sua presença, pelo qual suas mentes pudessem se exercitar), em Sua memória, até que Ele volte para comê-lo com eles novamente à Sua mesa no Seu reino, como uma celebração alegre, e não mais como um memorial sombrio. (cf. 1 Coríntios 11:23-26). A ceia do Senhor é um memorial sagrado do Salvador, “em memória de mim” para ser realizado em Sua “ausência”, um sinal de aliança, no qual eles deveriam anunciar a morte do Senhor, até que ele viesse em seu reino, e eles começariam a comer com Ele novamente, em Sua Presença, à Sua mesa, em Seu Reino. De onde, então, pode ser perguntado, os cristãos, após o evento da Parousia, agora entendendo plenamente que o Senhor tinha vindo em 70 d.C., em seu reino, em vista destas palavras do nosso Senhor, derivam a obrigação de continuar a observância da ceia? Embora tinham uma aplicação direta e pessoal aos apóstolos, esse comando é um memorial de aliança instituído por Cristo para todas as gerações vindouras, como um símbolo da nossa aliança com Ele. Foi dado ao seu povo aqui na carne como um memorial do nosso Senhor e testemunha de sua morte; como meio de comunhão de uns com os outros e com o Senhor, enquanto não estamos corporalmente com ele, até que chegamos a desfrutar de sua presença no estado celestial.
↩︎ - Por mais simples que essas palavras possam parecer, elas causaram grande perplexidade aos comentaristas. Sua própria simplicidade talvez seja a principal causa de sua dificuldade: pois é tão difícil acreditar que eles querem dizer o que parecem dizer. Supõe-se que nosso Senhor se refira, em algumas dessas passagens, à partida da terra que se aproxima e ao seu retorno final no “fim de todas as coisas”, à consumação da história humana; e que nos outros Ele se refere à Sua ausência temporária de Seus discípulos durante o intervalo entre Sua crucificação e Sua ressurreição. Um exame cuidadoso das alusões de nosso Senhor a Sua partida e Sua vinda satisfará todo leitor inteligente que Sua “vinda” sempre se refere a um evento em particular e a um período em particular. Nenhum evento é mais distintamente marcado no Novo Testamento do que a Parousia, a “segunda vinda” do Senhor. É sempre mencionado como um ato, e não como um processo; um grande e auspicioso evento; uma “esperança abençoada”, ansiosamente esperada por Seus discípulos que acreditavam estar à mão. Os apóstolos e os primeiros crentes não sabiam nada de uma Parousia contínua por um período vasto e indefinido de tempo; nem de várias “vindas”, todas distintas e separadas umas das outras; mas de apenas uma Parousia, “a gloriosa aparição do grande Deus, nosso Salvador Jesus Cristo.” (Tito 2:13) Se algo está claramente escrito nas Escrituras, é isso. Todo o teor do discurso de nosso Senhor supõe que a separação entre Seus discípulos e Ele mesmo deve ser breve, e sua reunião rápida e perpétua.
↩︎ - Nosso Senhor voltaria para o Pai, não em sua morte, nem na sua ressurreição, mas em sua ascensão, quando ele começaria a preparar lugar para os discípulos no céu, e de lá voltaria para buscá-los. (cf. Mateus 24:31; João 14:2, 3; Atos 3:19-21; 1 Tessalonicenses 1:10; 4:16, 17; 2 Tessalonicenses 1:7; 2 Coríntios 5:1, 2; Colossenses 1:5; Filipenses 3:20, 21; 1 Pedro 1:4; Apocalipse 21-22)
↩︎ - Não em sua ressurreição, nem no dia de Pentecostes. Mas linguagem é incapaz de transmitir o pensamento com precisão se essas palavras não afirmarem que o retorno de nosso Salvador a Seus discípulos seria em pouco tempo. Na verdade, não há ambiguidade quanto a vinda do que é aludido nos capítulos em consideração. (João 14-16) Não é uma das várias vindas possíveis; mas o único, e supremo evento, tão frequentemente predito por nosso Senhor, tão constantemente esperado por Seus discípulos. É a Sua vinda em glória; Sua vinda para julgamento; Sua vinda em Seu reino; a vinda do reino de Deus. Não é um processo, mas um ato. Não é a mesma coisa que “a destruição de Jerusalém” – este é outro evento relacionado e contemporâneo; mas os dois não devem ser confundidos. O Novo Testamento conhece apenas uma Parousia, uma vinda em glória do Senhor Jesus Cristo. É completamente um abuso de linguagem falar de vários sentidos nos quais se pode dizer que Cristo vem – como em Sua própria ressurreição; no dia de Pentecostes; na destruição de Jerusalém; na morte de um crente; e em várias épocas providenciais. Este não é o uso do Novo Testamento, nem é uma linguagem precisa em nenhum ponto de vista.
↩︎ - Com toda a justiça, este “pouco” deve ser referir-se ao tempo entre a sua própria ascensão e o tempo quando eles devem “viver” e “contemplá-lo.” Que os discípulos entenderam assim, parece evidente a partir da pergunta de Judas: “por que você se mostrará em breve para nós e não para o mundo?” (João 14:22) Esta manifestação não é um mero sentimento subjetivo, mas um sentimento aberto e uma experiência pessoal. Eles e Ele se encontrariam novamente. A mesma garantia encorajadora é repetida: “Um pouco e não me vereis mais, e novamente um pouco mais e me vereis.” (João 16:16) Nosso Senhor só pode se referir em ambos os casos à visão de Sua pessoa; o primeiro “pouco” deve cobrir o período até Sua ascensão, a partir do qual ponto Ele não é mais visto, e o próximo “pouco” deve estar relacionado com a o período entre Sua ascensão e o encontro dos discípulos com seu Senhor. Em Mateus 24:31 nosso Senhor declarou aos seus discípulos que “enviará os seus anjos… que reunirão os seus escolhidos”, eles se reencontrariam novamente, comeriam e beberiam novamente com Ele, em sua mesa, em seu reino. (Mateus 8:11; Lucas 13:28-29; Mateus 26:29; Marcos 14:25; Lucas 22:16, 18) Pode ser apropriado notar que a “reunião” de São Mateus é o equivalente exato do reencontro de São João. Mas este é o período em que Ele vem “sobre as nuvens do céu”, “no seu reino”, “com poder e grande glória.” (Mateus 16:27-28, 24:30) Não há possibilidade de confundir o evento: é a segunda vinda do Senhor.
↩︎ - A Nova Jerusalém tem sua situação no céu diante do trono de Deus onde o Senhor Jesus está à direita do Pai. A presença do Pai era onde Jesus disse que estava indo quando deixou a terra, e era para lá que ele estava indo preparar um lugar para seus discípulos. Todo o contexto de João 14-16 é que Jesus voltaria para levar seus discípulos para estarem com ele na presença do Pai; toda a sua obra expiatória foi para capacitar os homens a irem ao Pai, não apenas em espírito enquanto viviam na terra, mas para virem ao Pai no céu tão real e plenamente quanto Jesus o fez quando terminou seu tempo designado na terra.
↩︎ - Aqui nosso Senhor destaca a missão que os apóstolos teriam de guardar as suas palavras, que foi o que ele ensinou enquanto estava com eles, isto é, durante o seu ministério terreno. Em seguida, ele diz que o Espírito Santo seria enviando, não para ensinar novas verdades, mas para ensinar as palavras de Cristo, fazendo com que elas fossem lembradas. Esse é e mesmo sentido das palavras de nosso Senhor em João 15:26, onde é dito: “Ele é o Espírito da verdade, que vem do Pai, ele testificará de mim.” O sentido é que ele seria enviado para testificar de quem Jesus é e do que ele ensinou enquanto esteve na terra. O mesmo pode ser observado em João 16:13, onde é dito que o Espírito Santo “Ele não falará por si mesmo, mas dirá tudo o que ouviu.” Isso significa que ele não revelaria verdades adicionais além do que Jesus já tinha ensinado. Ele só ensinaria o que ele ouviu Jesus ensinar. Como diz também o verso 14: “Ele trará glória para mim, pois ele lhes ensinará tudo o que ele receber de mim.” O que o Espírito Santo anunciaria era somente o que ele ouviu Jesus anunciar. O Espírito Santo não os levaria além de Cristo. Ele os levaria a Cristo. Cristo é o Mestre perfeito e suficiente e o Espírito Santo exalta a Cristo exaltando sua doutrina, trazendo a lembrança do que ele ensinou, anunciando o que ele ouviu Cristo ensinar. Entre Atos e Apocalipse, os apóstolos nunca ensinam nada que Jesus não tenha ensinado durante o seu ministério terreno. (cf. João 15:27)
↩︎ - Não em sua ressurreição, nem no dia de Pentecostes. Mas linguagem é incapaz de transmitir o pensamento com precisão se essas palavras não afirmarem que o retorno de nosso Salvador a Seus discípulos seria em pouco tempo. Que esse retorno antecipado e reunião não foi um evento distante, muitos séculos distante, mas que estava próximo, é mostrado nas referências subsequentes feitas a ele por nosso Senhor. “Em pouco tempo, vocês não irão mais me ver; mas, um pouco depois, vocês me verão novamente, porque eu vou ao Pai.” (João 16:16) Ele logo os abandonaria; mas não foi para sempre, nem por muito tempo – daqui a pouco – alguns anos, e sua tristeza e separação chegariam ao fim; pois “eu os verei de novo; e vocês ficarão muito felizes, e ninguém poderá tirar essa alegria de vocês.” (João 16:22) Observa-se que nosso Senhor não diz que a morte os reunirá, mas sim a Sua vinda a eles. Essa vinda, portanto, não poderia estar distante. Que é a esse intervalo entre Sua partida e a Parousia que nosso Senhor se refere quando fala de “um pouco de tempo” é evidente a partir de duas considerações: Primeiro, porque ele distintamente afirma que vai ao Pai, o que mostra que Sua ausência refere-se ao período subsequente à ascensão; e, segundo, porque na Epístola aos Hebreus neste mesmo período, viz. o intervalo entre a partida de nosso Senhor e Sua vinda novamente, é expressamente chamado de “um pouco de tempo.” (cf. Hebreus 10:37)
↩︎ - Nosso Senhor voltaria para o Pai, não em sua morte, nem na sua ressurreição, mas em sua ascensão, quando ele começaria a preparar lugar para os discípulos no céu, e de lá voltaria para buscá-los. (cf. Mateus 24:31; João 14:2, 3; Atos 3:19-21; 1 Tessalonicenses 1:10; 4:16, 17; 2 Tessalonicenses 1:7; 2 Coríntios 5:1, 2; Colossenses 1:5; Filipenses 3:20, 21; 1 Pedro 1:4; Apocalipse 21-22) Por que Ele vai embora? Para preparar um lugar para eles. Ainda não está preparado? Ele ainda não os recebeu para si mesmo? Eles ainda não estão onde Ele está? Se a Parousia ainda estiver no futuro, essas esperanças ainda não foram cumpridas.
↩︎ - Parece certo que Jesus e os apóstolos agora se levantaram da ceia pascal e se retiram para o Monte das Oliveiras, e que o restante do discurso foi entregue a caminho do jardim do Getsêmani.
↩︎ - O sentido dessas palavras é que o Espírito Santo seria enviado para testificar de quem Jesus é, de sua divindade e filiação, de sua encarnação, de ser o Messias, de seus sofrimentos e morte, de sua ressurreição e ascensão, de sua exaltação à direita de Deus e de sua ordenação para ser o juiz de vivos e mortos e de anunciar o julgamento que estava próximo. Ele acrescenta também que eles deveriam testemunhar, sendo testemunhas escolhidas com o Espírito Santo trazendo a lembrança do que Jesus ensinou. Nó veremos que entre Atos e Apocalipse, os apóstolos nunca ensinam nada que Jesus não tenha ensinado durante o seu ministério terreno.
↩︎ - É impossível ler esta seção e deixar de perceber sua referência distinta ao período entre a crucificação de nosso Senhor e a destruição de Jerusalém. Cada palavra é dita aos discípulos, e somente a eles. Imaginar que o “você” ou “vós” nestas referências se aplique, não aos discípulos a quem Cristo estava falando, mas a algumas pessoas desconhecidas e ainda inexistentes em uma era distante, é uma suposição tão absurda que não merece consideração séria. Os apóstolos se tornariam objetos de suspeita para os poderes dominantes. Deviam ser levados perante conselhos, príncipes e reis, aprisionados, espancados nas sinagogas e odiados por todos os homens por amor a Jesus. Como já profetizado no monte das oliveiras. (cf. Mateus 24:9-13 e paralelos) O martírio de Estevão, ou o relato de São Paulo sobre si mesmo como perseguidor (Atos 26:9; Gálatas 1:13-14), mostra como essas palavras foram cumpridas nos primeiros anos da história da Igreja.
↩︎ - Nosso Senhor voltaria para o Pai, não em sua morte, nem na sua ressurreição, mas em sua ascensão, quando ele começaria a preparar lugar para os discípulos no céu, e de lá voltaria para buscá-los. (cf. Mateus 24:31; João 14:2, 3; Atos 3:19-21; 1 Tessalonicenses 1:10; 4:16, 17; 2 Tessalonicenses 1:7; 2 Coríntios 5:1, 2; Colossenses 1:5; Filipenses 3:20, 21; 1 Pedro 1:4; Apocalipse 21-22) John Gill observa que: “Pedro realmente fez a pergunta, (João 13:36); mas seu significado era: para que parte do país ele estava indo? para que lugar privado e inacessível ele estava prestes a se dirigir? ele não tinha noção de sua saída do mundo, ou para o céu para seu Pai e, portanto, nada perguntou sobre isso; e quando Cristo sugeriu a seus discípulos que ele estava indo para a casa de seu Pai, para preparar mansões para eles, eles pareciam não entendê-lo. (João 14:2) Eles também não perguntaram o que ele quis dizer com a casa de seu pai, ou o que essas mansões ele iria preparar; e que glória ele possuiria para si e para eles; eles não perguntam sobre o lugar para onde ele estava indo, nem o caminho para lá, nem a felicidade de ser desfrutado ali.”
↩︎ - O efeito do sermão de São Pedro no dia de Pentecostes é o primeiro grande comentário histórico sobre este versículo. (cf. Atos 2:16-20, 40)
↩︎ - Nosso Senhor voltaria para o Pai, não em sua morte, nem na sua ressurreição, mas em sua ascensão, quando ele começaria a preparar lugar para os discípulos no céu, e de lá voltaria para buscá-los. (cf. Mateus 24:31; João 14:2, 3; Atos 3:19-21; 1 Tessalonicenses 1:10; 4:16, 17; 2 Tessalonicenses 1:7; 2 Coríntios 5:1, 2; Colossenses 1:5; Filipenses 3:20, 21; 1 Pedro 1:4; Apocalipse 21-22)
↩︎ - Nosso Senhor, em uma ocasião anterior, fez uma declaração muito semelhante à que estamos considerando agora: “Agora, começa o julgamento deste mundo. Agora, o príncipe deste mundo será expulso.” (João 12:31) Ele tinha em vista a grande catástrofe que não parece ter estado ausente dos Seus pensamentos – a solene transação judicial em que “o Filho do homem se assentaria no trono da sua glória” – a grande “colheita” no fim da era, quando o anjo os ceifeiros deveriam “reunir de seu reino todas as coisas que ofendem, e os que cometem iniquidade.” Mas pode-se dizer, como este julgamento de Israel pode ser dito como “agora”, mais do que um julgamento que ainda está no futuro? Quarenta anos daqui não é mais do que quatro mil anos. A isto pode ser respondido, Que o evento era agora iminente que mais do que qualquer outro e precipitaria o dia da desgraça para Israel. A crucificação de Cristo foi o clímax do crime – o ato culminante de apostasia e culpa que encheu o cálice da ira e selou o destino da “geração perversa.” O intervalo entre a crucificação de Cristo e a destruição de Jerusalém foi apenas o curto espaço entre o pronunciamento da sentença e a execução do criminoso; e da mesma forma, nosso Senhor, quando ele deixou o templo pela última vez, exclamou: “Eis que a vossa casa fica desolada!”, embora sua desolação só tenha acontecido quase quarenta anos depois, para que Ele pudesse dizer: “Agora é o julgamento deste mundo” – embora um espaço similar de tempo possa decorrer entre o enunciado e a realização de Suas palavras. De maneira semelhante, a “expulsão do príncipe deste mundo” é representada como coincidente com “o julgamento deste mundo”, e ambos são manifestamente o resultado da morte de Cristo. Mas como se pode dizer que Satanás foi expulso no período mencionado, o julgamento no final da era? Esse evento marcou uma grande época na administração divina. Foi a inauguração de uma nova ordem de coisas: a “vinda do reino de Deus” em um sentido elevado e especial quando a relação especial entre Jeová e Israel foi dissolvido, e ele veio a ser conhecido como Deus e Pai de toda raça humana. A partir de então, Satanás não seria mais o deus deste mundo, mas o Altíssimo levaria o reino para si. Esta revolução foi efetuada pela morte expiatória de Cristo na cruz, que é declarado “a reconciliação de todas as coisas nele mesmo, tanto os da terra como os do céu.” (Colosensses 1:20) Mas a inauguração formal da nova ordem é descrito como tendo lugar no “fim dos tempos”, o período em que “o reino de Deus vem com poder” e o Filho do homem se assenta como um juiz “no trono de sua glória.” O que poderia ser mais apropriado, então, do que a “expulsão” do príncipe deste mundo no período em que seu reino, “este mundo”, foi julgado? Pode-se objetar que, se algum evento como a expulsão de Satanás ocorrer, deve ser marcado por uma diminuição muito palpável do poder do diabo sobre os homens. A objeção é razoável, e pode ser satisfeita pela afirmação de que tal evidência do abatimento da influência satânica no mundo existe. A história dos tempos do nosso próprio Salvador fornece provas abundantes do exercício de um poder sobre as almas e corpos de homens então possuídos por Satanás, que felizmente é desconhecido em nossos dias. A misteriosa influência chamada “possessão demoníaca” é sempre atribuída na Escritura à agência satânica; e foi uma das credenciais da comissão divina de nosso Senhor que Ele, “pelo dedo de Deus, expulsou demônios”. Em que período a sujeição dos homens ao poder demoníaco deixou de se manifestar? Era comum nos dias de nosso Senhor: ela continuou durante a era dos apóstolos, pois temos muitas alusões à expulsão de espíritos imundos; mas não temos evidência de que ela continuou a existir nas eras pós-apostólicas. O fenômeno desapareceu tão completamente que, para muitos, sua existência anterior é incrível, e eles o transformam em uma superstição popular ou, na teoria não científica da doença mental, uma explicação totalmente incompatível com as representações do Novo Testamento.” Não é fácil nos colocarmos no lugar daquela geração. Não podemos sentir como a verdadeira ação satânica era para eles; nem mesmo imaginar que formas diabólicas ele tomou. Nós sabemos, no entanto, que aquela geração vivia “a hora e o poder das trevas”, a geração no qual “o mundo (κόσμος) está no maligno” (1 João 5:19) e andava “segundo o curso deste mundo (αἰών), segundo o príncipe das potestades do ar” (Efésios 2:2), “Nos quais o deus deste século (αἰών) cegou os entendimentos dos incrédulos” (2 Coríntios 4:4). Isso explica por que o Novo Testamento retrata Satanás ainda ativo e na terra no tempo entre a ascensão e entronização de Cristo e a Parousia (cf. Efésios 2:2; 6:11; 16; Tiago 4:7; 1 Pedro 5: 8; 1 Tessalonicenses 2:18; 1 João 5:19); explica por que embora Jesus tenha recebido toda autoridade “no céu e na terra” por sua vitória na cruz (Mateus 28:18), Satanás ainda não havia sido colocado debaixo dos seus pés. (cf. Romanos 16:20) Quando os setenta discípulos voltaram de sua missão evangélica, eles relataram com alegria o seu sucesso expulsando demônios em nome de seu Mestre: “Senhor, até os demônios estão sujeitos a nós em teu nome.” (Lucas 10:17) Em resposta, Jesus disse a eles, “Eu vi Satanás cair do céu como um relâmpago”, uma expressão que é quase equivalente às palavras: “Agora o príncipe deste mundo será expulso”. Aqui as palavras do Senhor aqui foram proféticas. Assim como Jesus já havia designado a cura, por si mesmo, de demonizados como um sinal de que o reino de Deus estava próximo, por isso é considerado agora o que os discípulos relataram como um sinal do poder conquistador desse reino, diante do qual toda coisa má precisa voltar atrás: ‘Eu vi Satanás cair do céu como um relâmpago’, isto é, do pináculo do poder que ele tinha até então mantido entre os homens. Antes que o olhar intuitivo de Seu espírito se abrisse para os resultados que fluiriam de Sua obra redentora após Sua ascensão ao céu, Ele viu, em espírito, a vinda do reino de Deus avançando em triunfo sobre o reino de Satanás. Ele não diz ‘vejo agora’, mas ‘eu vi’. Ele viu isso antes dos discípulos trazerem seu relato de suas maravilhas realizadas. Enquanto faziam essas obras isoladas, ele viu a única grande obra, da qual aquelas eram apenas sinais particulares e individuais – a vitória sobre o poderoso poder do mal que havia governado a humanidade por completo em sua Parousia. (cf. Apocalipse 20:1-3; Romanos 16:20) As palavras apontam claramente para uma grande transação judicial, ocorrendo em um ponto particular do tempo, aquele tempo muito próximo, e como consequência e resultado da morte do Salvador na cruz. Tal transação e tal período só podemos encontrar na grande catástrofe retratada tão vividamente por nosso Senhor em Seu discurso profético, e, portanto, não podemos hesitar em compreender Suas palavras para nos referirmos a esse evento memorável. Nenhuma outra explicação satisfaz os requisitos da declaração: “Agora é o julgamento deste mundo; agora o príncipe deste mundo será expulso.”
↩︎ - Podemos observar aqui que esta é uma promessa completa de que eles seriam inspirados e guiados na fundação da nova igreja; e podemos observar que o plano do Salvador estava repleto de sabedoria. Embora estivessem há muito tempo com ele, ainda não estavam preparados para ouvir sobre as mudanças que ocorreriam; mas sua morte abriria seus olhos, e o Espírito Santo, fazendo uso das impressionantes cenas de sua morte e ascensão, levaria adiante com vasta rapidez o grande esquema da providência divina, ou economia, como é chamada. Isso significa que ele não revelaria verdades adicionais além do que Jesus já tinha ensinado. Ele só ensinaria o que ele ouviu Jesus ensinar. Como diz também o verso 14: “Ele trará glória para mim, pois ele lhes ensinará tudo o que ele receber de mim.” O que o Espírito Santo anunciaria era somente o que ele ouviu Jesus anunciar. O Espírito Santo não os levaria além de Cristo exaltando sua doutrina, trazendo a lembrança do que ele ensinou, anunciando o que ele ouviu Cristo ensinar. Entre Atos e Apocalipse, os apóstolos nunca ensinam nada que Jesus não tenha ensinado durante o seu ministério terreno. Todo o Novo Testamento, na medida em que é apostólico, é aqui declarado como a obra inspirada pela orientação do Espírito da mente dos apóstolos para a verdade em toda a sua integridade e em todas as suas partes.
↩︎ - Ele logo os abandonaria; mas não foi para sempre, nem por muito tempo – daqui a pouco – alguns anos, e sua tristeza e separação chegariam ao fim; pois “eu os verei de novo; e vocês ficarão muito felizes, e ninguém poderá tirar essa alegria de vocês.” (João 16:22) Observa-se que nosso Senhor não diz que a morte os reunirá, mas sim a Sua vinda a eles. Essa vinda, portanto, não poderia estar distante. Que é a esse intervalo entre Sua partida e a Parousia que nosso Senhor se refere quando fala de “um pouco de tempo” é evidente a partir de duas considerações: Primeiro, porque ele distintamente afirma que vai ao Pai, o que mostra que Sua ausência refere-se ao período subsequente à ascensão; e, segundo, porque na Epístola aos Hebreus neste mesmo período, viz. o intervalo entre a partida de nosso Senhor e Sua vinda novamente, é expressamente chamado de “um pouco de tempo.” “Ainda por um pouco de tempo, e o que virá virá e não tardará.” (Hebreus 10:37)
↩︎ - Quando? Não em sua ressurreição, nem no dia de Pentecostes. Mas linguagem é incapaz de transmitir o pensamento com precisão se essas palavras não afirmarem que o retorno de nosso Salvador a Seus discípulos seria em pouco tempo. Essa era uma experiência temporária? Certamente tal hipótese se refuta. A promessa teria soado como escárnio aos discípulos se tivessem sido informados de que o cumprimento era apenas temporário. Eles se encontrariam com ele em sua vinda, e “se maravilhariam com Ele” e “o glorificaria” e teriam “grande alegria” em Sua presença em Seu retorno. (cf. 2 Tessalonicenses 1:6-10; 1 Tessalonicenses 1:7, 13; 2:12; 4:13; 5:1; 2 Pedro 3:12; Judas 1:24; Mateus 25:1, 6, 21, 23; Efésios 5:11-14; Filipenses 2:16; 1 João 2:28, 3:2, 4:17; 1 Tessalonicenses 2:19; Colossenses 3:4; 1 Coríntios 13:12; Romanos 8:18-25)
↩︎ - Pode ser objetado que esse verso milita contra a ideia de um arrebatamento literal de santos na Parousia, (cf. Mateus 24:31; João 14:2, 3; 1 Tessalonicenses 4:16, 17; 2 Tessalonicenses 2:1) desde que Jesus orou ao Pai não “para tirá-los do mundo.” Certamente Jesus estiva querendo que os apóstolos ficassem no mundo por algum motivo e não era o momento deles serem levados para o céu com Ele em Sua ascensão. Havia uma missão a ser cumprida. Se considerarmos este versículo separado de seu contexto imediato e mais amplo, certamente pode ser entendido como significando que Cristo nunca vai tirar os apóstolos do mundo. Obviamente, eles seriam tirados do mundo se eles morressem, e alguns deles morreram. (Mateus 16:27, 28) Então, o que Jesus quis dizer? Ele não está insinuando que todos permaneceriam vivos sobre a terra “ad infinitum”. Ele está simplesmente orando ao Pai para que os deixasse na terra em Sua ascensão para que pudessem completar a Grande Comissão. Ele disse a eles que Ele está indo embora e que eles não podem vir com Ele neste momento, mas eles vão “segui-lo mais tarde.” (João 13:36) Enquanto isso, ele tem uma tarefa para eles cumprirem, enquanto prepara um lugar para eles no céu. Ele estará “com eles” de forma provisória através do Espírito Santo enquanto Ele está no céu com o Pai preparando suas moradas. Quando Ele voltar, Ele os receberá para Si mesmo para que eles possam estar no céu para onde Ele está indo. Não é dito que os discípulos nunca serão tirados do mundo, já que isso seria negar-lhes moradas celestiais eternas (Jo. 14:2, 3) e a oportunidade de se sentar em seus doze tronos que Cristo havia prometido. (Mateus 19:28; Lucas 22:29, 30; cf. Apocalipse 20:4) Está apenas dizendo que eles não serão tirados do mundo neste tempo em que Cristo estava saindo para ascender ao Pai para preparar um lugar para eles. Ele deu uma “grande comissão” para eles cumprirem enquanto Ele estivesse ausente. (João 17:18-20) Ele iria enviar o Espirito Santo para ajudá-los a cumprir essa tarefa e ora ao Pai para manter o Maligno longe deles. João 17:24, bem como o contexto mais amplo nos capítulos 13 e 14, esclarece o assunto completamente. Eles estariam com Cristo na presença do Pai quando Ele voltasse para eles, depois de terem completado o trabalho que Ele os deu para realizar, e depois de ter preparado moradas celestiais. Então, João 17:15 não é obstáculo para a crença em um arrebatamento literal. Ele estava simplesmente pedindo ao Pai que não os tirasse do mundo naquele momento, mas esperasse até Seu retorno para fazê-lo. Não foi um caso de “nunca tirar”, mas sim um caso de “agora não”. Eles seriam “recebidos” na presença de Cristo em Seu retorno. (Mateus 24:31; João 14:2, 3; 1 Tessalonicenses 4:16, 17; 2 Tessalonicenses 2:1)
↩︎ - Com este questionamento, ele antecipa a resposta para uma provável objeção astuta, pois eles poderiam ter perguntado a ele por que ele não pediu ajuda a seu Pai nesta grande extremidade de perigo: mas a essa objeção ele responde por esta pergunta.
↩︎ - Quem foi que apareceu dessa maneira estranha, somos deixados para conjecturar. Alguns supuseram que era o próprio São Marcos, mas para isso obviamente não há fundamento, exceto o fato de que apenas este evangelista o registra. Um exame cuidadoso dos fatos sugere outra conclusão como provável e não hesitamos em nomear Lázaro. Essa é a opinião de Elicott, do qual alguns dos argumentos são aqui resumidos: 1- Ele era alguém que amava tanto nosso Senhor que continuou a segui-Lo quando todos os discípulos O abandonaram e fugiram, e isso também era o que se poderia esperar de Lázaro. 2- Ele era alguém a quem os oficiais estavam ansiosos para capturar, quando permitiram que todos os discípulos seguissem seu caminho, e isso concorda com o comando que havia sido dado pelos sacerdotes, para que também prendessem e matassem Lázaro. (João 12:10) 3- Como o “lençol de linho” ou sindôn foi especialmente usado para o enterro dos mortos, é concebível, nesta suposição, que o que havia sido o lençol do morto Lázaro havia sido guardado e usado por ele em memória de sua ressurreição. 4- Na hipótese assim sugerida, a supressão do nome está no mesmo pé que a do nome da irmã de Lázaro, que derramou o precioso unguento na cabeça de nosso Senhor em Betânia (Mateus 26:7; Marcos 14:3), a quem os evangelistas devem ter conhecido, mas a quem eles mencionam simplesmente como uma “mulher.” Seus lábios foram selados quanto à família de Betânia até que as circunstâncias, quaisquer que fossem, que exigiam silêncio tivessem passado. É óbvio que, na medida em que essa identidade é estabelecida, ela sugere muitos pensamentos de profundo interesse.
↩︎ - A relação doméstica de Anás e Caifás tornaria altamente provável que o salão do Sinédrio e a casa de Anás estivessem em lados diferentes da mesma grande corte do palácio.
↩︎ - É comum entender que o próprio João é pretendido por essa designação, e essa opinião concorda com a reticência geral do Evangelho em relação a ele. (cf. João 1:40; 13:23; 19:26) Concorda também com o fato de que São Pedro e São João são encontrados em outros lugares em conexão especial um com o outro. (Lucas 22:8; Atos 1:13; 3:1, 3, 4, 11; 4:13, 19; 8:14) Qual era a conexão de João com esse intrigante veterano somos deixados a conjecturar. Provavelmente foi algum vínculo familiar que uniu duas naturezas tão antipáticas. Em todo caso, a familiaridade do Apóstolo com o juiz até então perdoava seu discipulado ao criminoso, que as portas da sala de audiências estavam abertas para ele, embora ele fosse conhecido como “um deles.” Além disso, quando consideramos que São João deveria escrever uma história da vida de Cristo, parecerá extremamente apropriado que, no curso da providência, ele tenha a oportunidade de ser uma testemunha ocular do julgamento de nosso Senhor perante o conselho.
↩︎ - Este julgamento perante Anás foi provavelmente uma investigação preliminar, distinta do julgamento formal perante Caifás. A suposição que fizemos acima, de que Anás e Caifás ocupavam o mesmo palácio, ou diferentes partes do mesmo edifício, resolve a dificuldade das aparentes discrepâncias entre os evangelhos.
↩︎ - A resposta do nosso Salvador à solene ordem do sumo sacerdote de declarar sob juramento é a repetição, quase palavra por palavra, do que Jesus declarou aos discípulos no Monte das Oliveiras: “E verão o Filho do Homem vir nas nuvens do céu com poder e grande glória.” (Mateus 24:30) Evidentemente, trata-se do mesmo evento e do mesmo período mencionados. A linguagem implica que as pessoas abordadas, ou algumas delas, testemunhariam o evento previsto. A expressão ‘”vereis” não seria apropriada se falada de algo que os ouvintes nenhum deles viveria para testemunhar e que não aconteceria por milhares de anos. Nosso Senhor, portanto, disse a Seus juízes que eles, ou alguns deles, viveriam para vê-lo vindo para julgamento, ou vindo em Seu reino. Esta declaração está em harmonia com o que nosso Salvador disse aos seus discípulos: “O Filho do Homem virá na glória de seu Pai com seus anjos… Em verdade, eu digo a você que há alguns dos que estão aqui, que não gostariam morte, até que tenham visto o filho do homem chegar no seu reino.” (Mateus 16:27, 28) Alguns de seus discípulos e alguns de seus juízes viveriam o tempo suficiente para testemunhar essa grande consumação, menos de quarenta anos depois, quando o Filho do Homem viria em seu reino para executar os julgamentos de Deus sobre a nação culpada. Isto é precisamente o que a profecia do Monte das Oliveiras afirma: “Esta geração não passará”, etc. Aqui, mais uma vez, não temos nem obscuridade nem ambiguidade. Mas pode-se dizer o mesmo da interpretação que faz com que as palavras de nosso Senhor se refiram a um tempo ainda futuro e a um evento que ainda não ocorreu? Pode-se dizer que quanto à interpretação que encontra nesta cena, que os Judeus no sinédrio deveriam testemunhar, não evento distinto e particular, mas um processo prolongado e contínuo, que começou na ressurreição de Cristo, ainda está em andamento, e vai continuar até o fim do mundo? Essa estranha interpretação, que é a de Lange e Alford, baseia-se em parte na suposição de que a previsão de nosso Senhor nunca foi cumprida e em parte na palavra ‘doravante’, que é considerada para indicar um processo contínuo. Mas tal explicação é crível, ou mesmo concebível? É verdade que o sumo sacerdote e o Sinédrio começaram desde então a ver o Filho do homem vindo nas nuvens do céu? etc. Como poderia tal aparição ser um processo contínuo? Claramente, as palavras só podem se referir a um evento definido e específico; e não podemos perder a determinação de qual é esse evento. Não pode ser outra senão a Parousia, tantas vezes predita antes. Não foi um processo demorado, mas um ato sumário, repentino, rápido, notável como o relâmpago. O sentido é bem expresso pelos editores “Critical English Testament”: “O significado não pode ser, que imediatamente após o momento de Sua resposta Ele deveria vir, e eles O veem; mas antes que Ele agora se afastaria deles, e que quando O vissem novamente, após Sua rejeição por eles, seria em Sua vinda em glória, conforme predito pelo profeta Daniel.” Nesta declaração de nosso Senhor, encontramos, então, uma confirmação adicional de suas afirmações anteriores de que sua vinda em julgamento aconteceria durante a geração existente. Alguns de seus juízes, bem como alguns de seus discípulos, deveriam testemunhar isso; E essa declaração não teria sentido se não implicasse que eles a testemunhassem com seus próprios olhos e “em carne.”
↩︎ - Essa contaminação, produzida pelo contato com um gentio, eles consideraram equivalente ao contato de um cadáver (Levítico 22:4-6; Números 5:2), que desqualificaria o judeu de participar da páscoa de maneira adequada. As observações de Barnes são importantes: “Aqui a palavra páscoa não significa necessariamente o cordeiro pascal. Provavelmente se refere à festa que se seguiu ao sacrifício do cordeiro e que durou sete dias. (cf. Números 28:16-17) Toda a festa era chamada de Páscoa, e eles não estavam dispostos a se contaminar, mesmo que o cordeiro pascal tivesse sido morto, porque isso os desqualificaria para participar do restante das cerimônias (Lightfoot).” De acordo com essa noção, o significado dessas palavras “para que eles possam comer a páscoa”, é que eles possam prosseguir em sua solenidade pascal, mantendo os sete dias da festa de acordo com a lei.
↩︎ - Pela expressão “deste mundo” devemos entender que a natureza e local de Seu reino não são deste mundo. (Comp. João 8:23; 10:16) Aqui é importante observar a representação da verdadeira natureza do “reino de Deus.” Não é o evangelho; nem a dispensação cristã; nem qualquer estado terrestre das coisas, mas um estado celestial, no qual a carne e o sangue são incapazes de entrar. (cf. 1 Coríntios 15:50) A cláusula “agora” (em algumas versões) foi estranhamente pressionada por alguns comentaristas como se Cristo estivesse prometendo um reino futuro posterior na terra, “agora não é daqui, mas depois será.” Mas a partícula é adversária, não uma partícula de tempo. (João 8:40; 9:41; 15:22, 24)
↩︎ - O vago sentimento de admiração começou logo após a morte do Batista. (Mateus 14:2; Marcos 6:14; Lucas 9:7-9) Começou ouvindo maravilhas; terminou em um desejo de ver um milagre. Foi misturado, possivelmente, com um sentimento de amarga inimizade que nenhum milagre poderia remover. (Lucas 13:31)
↩︎ - A causa especial da inimizade não é conhecida. Possivelmente o massacre dos galileus, mencionado em Lucas 13:1, pode ter tido algo a ver com isso. A união dos dois em sua inimizade contra Jesus, embora não mencionada nos Evangelhos, é mencionada no primeiro hino registrado da Igreja de Cristo. (Atos 4:27)
↩︎ - A festa dos pães ázimos (ou pães sem fermento) seguia a páscoa e durava sete dias, de 15 a 21 de Nisã. Portanto, as duas festas às vezes são incluídas no termo “páscoa”, às vezes no termo “pão sem fermento.”
↩︎ - Todo sexto dia da semana é chamado de “dia da preparação”, este é um dia de preparação para o sábado semanal. No entanto, alguns sugerem que por “preparação da Páscoa”, devemos entender a preparação para a ceia pascoal, causando grande discrepância entre o relato joanino e os sinóticos sobre o dia da morte de nosso Senhor. John Gill observa que: “esta preparação da páscoa não era do cordeiro pascal, pois havia sido preparado e comido na noite anterior… parece melhor entendê-lo apenas da preparação para o sábado, que, por ser na semana da páscoa, é chamado de dia de preparação da páscoa.” E Bengel que: “nesta passagem, quando a Páscoa caiu na sexta-feira (sexto dia da semana), a παρασκευὴ, ou Preparação, não era uma preparação para a Páscoa, ou antes da Páscoa, mas sim na Páscoa, uma preparação para o sábado (como Lutero o traduz corretamente).” O Significado é que a palavra “preparação” é simplesmente preparação para do sábado, e que a expressão “da páscoa” é adicionado no sentido amplo de toda a festa pascal (que durava sete dias) e significa a “a preparação para o sábado na semana da Páscoa.”
↩︎ - Aprendemos nos Atos dos Apóstolos, de que vários dos primeiros convertidos ao cristianismo eram membros da sinagoga dos cireneus, (Atos 2:10; 6:9; 11:19-20) e como alguns comentaristas sugerem, parece que este é o mesmo Simão o Niger que aparece em Atos 13:1. Marcos diz que ele era pai de Alexandre e Rufo, nomes que parecem ser favoravelmente familiares para seus leitores cristãos e é altamente provável que o Rufo mencionado em Romanos 16:13 fosse um dos filhos aqui mencionados.
↩︎ - Aqui temos uma declaração tão clara, assim definida em cada ponto que você pode fixar sua referência – tempo, lugar, pessoas, circunstâncias – que não há espaço para a incerteza. Isso aponta para um tempo que não era muito distante, mas as portas – “dias virão” – um tempo em que as pessoas a quem eles falaram e seus filhos viveriam para testemunhar; um tempo de grande tribulação, que cairá com particular severidade em mulheres e crianças; uma época em que, na agonia de seu terror, multidões desesperadas clamavam às montanhas e colinas para cair sobre elas e cobri-las. Esses detalhes memoráveis serão extremamente valiosos na elucidação da profecia bíblica. É claro que esta descrição só pode se referir à catástrofe de Jerusalém nos últimos dias de sua história. Só precisamos ir às páginas de Josefo para encontrar os fatos que ilustram e confirmam a profecia do nosso Salvador. Os horrores dessa trágica história culminaram no episódio de Maria de Pereia, cuja festa da província de Toledo horrorizou até os bandidos implacáveis que vagavam por lobos famintos através da cidade. É à luz de incidentes como este que vemos o significado completo das palavras: “Bem-aventuradas as estéreis, e os ventres que não geraram.”
↩︎ - Mas havia algo mais nisso do que os soldados sabiam; Cristo provou ser um verdadeiro antítipo para Davi, que disse de si mesmo figurativamente. (Salmo 22:18) Aquelas palavras que figurativamente eram verdadeiras para Davi, provaram ser literalmente verdadeiras quanto a Cristo. Pode ser observado que em muitos lugares para os evangelistas muitas profecias são cumpridas quando os tipos tiverem sua realização no antítipo, ou quando um antítipo esteja relacionado a algo que aconteceu na história de Israel do qual ela era um tipo.
↩︎ - O único ponto que nos preocupa neste incidente memorável é a referência feita pelo malfeitor à vinda do nosso Senhor em seu reino. Não sabemos como ele adquiriu esse conhecimento, pois o reconheceu como Profeta e sabia que estava ao lado do rei de Israel, o Filho de Deus. Ele acreditava que, apesar de sua rejeição e crucificação por parte de Israel, um dia ele voltaria em seu reino. Quanta fé em um homem como este e em um momento como este! Se o ladrão na cruz ouviu o testemunho de Jesus diante do sumo sacerdote, ou se eu soubesse o que Jesus disse a seus discípulos que: “alguns deles veriam o Filho do homem no seu reino”, (Mateus 16:28) poderíamos explicar melhor a sua fé e oração. De qualquer forma, não poderia ter havido mais inteligência e precisão na linguagem de um discípulo do que nas palavras dessa marca “arrancada pelo fogo.” Que noção o malfeitor considerou a respeito daquela época, se ele a concebesse próxima ou distante, não teríamos como saber; mas é presumível que ele considerou isso como iminente. Um moribundo dificilmente oraria para que ele fosse lembrado em algum momento distante, muito menos depois de séculos e milênios se retorcerem. Em tal crise, só poderia ser o iminente, ou o imediato, que poderia estar em seus pensamentos. Uma coisa é certa: a mais implausível de todas as interpretações é aquela que representaria sua oração ainda não respondida e a “vinda” da qual ele falou ainda entre os eventos de um futuro incógnito.
↩︎ - Muitos comentaristas observaram o fato de que José (o pai adotivo de Jesus) já estivesse morto quando nosso Senhor iniciou seu ministério; Cristo havia cuidado dela e a mantido até então, ele agora, em seus momentos de morte, a entrega aos cuidados deste discípulo reconhecido como o próprio apostolo João. Deve ser observado que São João estava em Jerusalém quando estava escrevendo este evangelho, e que evidentemente foi escrito antes de 70 d.C., uma vez que menciona o tanque de Betesda ainda estava lá no momento em que escrevia. (João 5:2) Uma tradição diz que ela continuou a viver com ele até o momento de sua morte, que ocorreu cerca de quinze anos após a morte de Cristo. O que? A mãe do nosso Senhor faleceu e João não menciona o evento? O fato dele (bem como de Lucas nos Atos dos Apóstolos, e outros autores do novo testamento) não ter deixado nenhum registro da morte da mãe de nosso Senhor é em si uma prova suficiente de que ela ainda estava viva no momento em que os escritos do novo testamento estavam sendo produzidos.
↩︎ - O véu separava o “Lugar Santo” do “Santo dos Santos” (neste, apenas o Sumo Sacerdote podia entrar, uma vez por ano, no Dia da Expiação. (Êxodo 26:31; Levítico 16:1-30) O véu foi um tipo do corpo humano de Cristo. O rasgamento foi na direção do alto para baixo, significando que nenhum esforço humano alcança o céu; que não há outro caminho, nem sacrifício, nem sacerdócio aceitável. (Hebreus 9:1-8; 10:19-22)
↩︎ - Por mais simples que essas palavras possam parecer, elas causaram grande perplexidade aos comentaristas. Sua própria simplicidade talvez seja a principal causa de sua dificuldade: pois é tão difícil acreditar que eles querem dizer o que parecem dizer. Claro, não se sabe quem eram, nem o que aconteceu com eles. É provável que fossem pessoas que morreram recentemente e parecem ter sido conhecidas em Jerusalém e que os corpos ressuscitados foram os mesmos corpos ainda mortais. Esse é um caso de ressurreição corporal temporal, ou reanimação temporária do corpo mortal e corruptível e como esse há vários outros casos nas escrituras e não devem ser confundidas com a ressurreição escatológica e eterna que é de uma natureza diferente. A ressurreição eterna, como ensinada no Novo Testamento, não envolve uma reanimação do mesmo corpo, mas a obtenção de um novo corpo incorruptível e celestial. O conceito da ressurreição dos mortos consiste, de acordo com as Escrituras, em algum organismo novo, como observa o Bispo Foster: “O estado de ressurreição é a culminação da humanidade glorificada; é a mudança do terreno para o celestial; é o despojar-se da carne e do sangue e o revestir-se do corpo espiritual. A ressurreição é a posição novamente após a morte; o corpo da ressurreição é o corpo com o qual o espírito é revestido para sua vida celestial. O princípio organizador da vida é ininterrupto e idêntico. Começa no natural e tece seus curiosos tegumentos de pó para uso terreno; Ele tece as novas vestes para a alma que parte; modela o organismo celeste; ou, mais propriamente, Deus nos dá um corpo, como Lhe aprouve, agora e além da sepultura.” (Foster, Beyond the Grave, p. 181, 182)
↩︎ - Este era o dia da preparação não para a páscoa (pois foi celebrada na noite anterior), mas para o sábado semanal; e eles julgaram de acordo com a lei, (Deuteronômio 21:23) que a terra seria contaminada se as pessoas executadas não fossem enterradas naquele dia e seus corpos tivessem permanecido na cruz a noite toda, especialmente no sábado, que começava imediatamente após o pôr do sol (18h). E este sábado foi um sábado mais do que comum, pois não era apenas o sábado semanal, mas também por ser o segundo dia de pães ázimos é chamado aqui de um “sábado especial” como se o evangelista tivesse dito que o festival daquela semana era muito solene, por causa da Festa. Observe que o segundo e o último dia, foram dias muito solenes. (Levítico 23:1-44) Isso os faz vir e implorar a Pilatos que suas pernas sejam quebradas (para que nenhuma vida permaneça neles), e os corpos sejam retirados.
↩︎ - A única explicação para não quebrarem as pernas de Jesus parece ser que o propósito era garantir a morte ou, em todo caso, impedir a possibilidade de fuga. A própria crucificação não causaria necessariamente a morte por vários dias; mas nosso Senhor, por Sua própria vontade, entregou Seu espírito a Seu Pai.
↩︎ - Barnes observa que: “João aqui considera o cordeiro pascal como um emblema de Cristo; e como na lei foi ordenado que um osso daquele cordeiro não fosse quebrado, assim, na providência de Deus, foi ordenado que um osso do Salvador não fosse quebrado. A Escritura, portanto, recebeu um cumprimento completo respeitando tanto o tipo quanto o antítipo. Alguns supuseram, no entanto, que João se referia ao Salmo 34:20”. A segunda citação do Antigo Testamento é importante e digna de nota. A passagem original é Zacarias 12:10. O evangelista interpretou o “me” para “ele”; Ele lembra da profecia que falava de Jeová como perfurado por Seu povo e a vê cumprida no Messias perfurado na cruz.
↩︎ - Essa passagem fixa, sem sombra de dúvida, o significado da palavra “preparação.” Isto é, um dia de preparação para o sábado semanal, que naquele ano caiu em 16 de Nisã.
↩︎ - O sábado judaico começa na nossa sexta-feira depois do por do sol. (18h) Isso implica que Nosso Senhor foi enterrado antes das 18h.
↩︎ - Essa expressão significa mais do que uma expectativa “indefinida” de que o reino de Deus “viria”, pois todos os judeus esperavam isso. Isso implica que ele acreditava que Jesus era o Messias e que havia “esperado” que Ele construísse o reino de Deus (que ainda não havia sido inaugurado); e isso concorda com o que São João diz, (João 19:38) que ele era discípulo de Jesus, mas secretamente, por medo dos judeus.
↩︎ - A palavra para “tecido de linho”, Sindon, aponta, de acordo com diferentes derivações, para um tecido sidônio ou indiano. Este “sindon” só foi usado temporariamente, só para transporte, e que Cristo foi enrolado com longuíssimas tiras de pano (“othonion”). Uma sugestão engenhosa diz que José comprou o lençol (‘sindon’) de quem o arrebatou do discípulo que teve que fugir despido. (Marcos 14:51-52)
↩︎ - A cabeça de Cristo foi coberta com lençol “soudarion.” (cf. João 20:7) As “tiras de pano” e o “lençol” todos estavam profusamente embebidos com especiarias (mirra e aloés).
↩︎ - Este era o dia da preparação, não para a páscoa (pois foi celebrada na noite anterior), mas para o sábado semanal.
↩︎ - É importante observar que o dia 16 de Nisã (o Sábado judaico) começou após o por do sol (18h) da nossa sexta-feira.
↩︎ - Só algum tempo depois os príncipes dos sacerdotes e os fariseus juntamente com soldados lacraram a pedra-porta e montam guarda. Antes de fazê-lo, têm que ter se certificado de que tudo estava certo: o corpo certo estava no local certo e nas condições certas! “Selando a pedra” deve significar que puseram correntes de ferro, cadeados, selos de cera derretida com marcas inimitáveis, assinaturas, etc.
↩︎







